women cant be right

O feminismo está na moda. É difícil admitir tal fato, pois a idéia do feminismo é ser uma contra-corrente, algo supostamente anti-hegemônico – e considerar “hegemônico” um pensamento dominante conservador, que seria a antítese perfeita do feminismo. Acontece que o feminismo, bem, quer queira, quer não, está na moda, por mais que quem mais deteste admitir isso sejam os/as feministas.

O feminismo está tão na moda que a simples hipótese de criticá-lo já torna o sujeito um pecador para aquela malemolente religião oficial do país que domina as mentes numa histeria coletiva, para logo depois ser descartada (do udenismo à aversão à ALCA, os mais velhos saberão do que se trata).

Mais do que isto: simplesmente desconhecer o feminismo já está se tornando motivo sobejante para acusar o desconhecedor dos piores adjetivos do ano de 2015: machista, misógino, sexista, homofóbico, cis, facho, piroco etc. É a partir daqui que podemos iniciar uma reflexão menos oca sobre o fenômeno.

Simone e sua frase

O feminismo caiu no ENEM, através de um texto da filósofa feminista Simone de Beauvoir, esposa (ou o que o valha) de Jean-Paul Sartre. A questão era simples e bem fácil, após esta citação do mais famoso trecho da, se assim podemos dizer, filosofia beauvoirista:

Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado que qualificam de feminino. Somente a mediação de outrem pode constituir um indivíduo como um Outro. Enquanto existe para si, a criança não pode apreender-se como sexualmente diferenciada…

Bastava-se associar o trecho com o movimento que este slogan propagou nos anos 60 (resposta certa e óbvia: “igualdade de gênero”). Nosso amigo Leandro Narloch escreveu na Veja que o real problema nem envolveria feminismo. Concordamos com o restante da sua avaliação do ENEM, mas há sim um problema nesta questão (e na redação, sobre violência contra mulher) que tampouco tem muito a ver com o que foi discutido nas redes e até no Congresso.

O problema não é a necessidade de se concordar ou não com a frase – e alguém com conhecimentos gerais deve mesmo saber o que é o feminismo e saber encaixar a frase de Simone de Beauvoir em seu contexto.

marchadelasputasO problema é justamente a enxurrada de acusações que se sofre automaticamente caso alguém discorde da frase. Claro que o ENEM não deixou como uma das respostas possíveis “Eu discordo da frase, e portanto sou um feminicida que trafica órgãos de somalianos famélicos e também põe gatinhos de Facebook no microondas”. O problema é a construção daquela hegemonia anteriormente referida – ou se conhece e se concorda, ou se está fora do sistema.

Ou seja: o texto da questão não explicita uma obrigatoriedade de concordância com as teses do ENEM, mas o formato da prova induz quase inconscientemente a isto. E não é preciso ser um grande gênio nem um paranóico conspiracionista para perceber que o ENEM (e o MEC, e toda a educação brasileira e seus gloriosos resultados internacionais) endossa com toda a força o feminismo.

Claro, urge alguma interpretação. A linguagem psicanalítica de Beauvoir (“castrado” para quem não possui pênis, por exemplo) já é um indicativo da torção marxista daquela década, o que raríssimos jovens em seus 18 anos são capazes de entender.

O papel feminino da mulher adulta é social, e não biológico. Mesmo as línguas marcam isso: mulier, em latim, é uma jovem que ainda não tomou seu papel social na sociedade, ainda não se tornou uma femina. Em alemão, Mädchen é igualmente uma jovem que ainda não se tornou uma Frau – ainda mais tocante porque, sendo um diminutivo, Mädchen é uma palavra do gênero neutro, e não feminino (das Mädchen).

laerte coutinhoNão é que se nasce com tais papéis pré-definidos na biologia (no horrendo termo “castrado”, de Beauvoir), e sim que uma mulher, mais do que um homem, segundo sua visão, se torna, ou seja, tem papéis muito mais estabelecidos e rígidos do que os homens, com sua multiplicidade de funções sociais. Uma mulher, então, se torna aquele papel social secundário, aquele sexus sequior, pelo social, e não pelo biológico. Para quem acha que Simone de Beauvoir estava dizendo que a frase “não se nasce mulher, se torna mulher” se refere ao Laerte, as más notícias mal começaram. (Laerte, ademais, não saberia o que é ser de fato uma mulher, sendo antes uma celebridade que se veste de mulher sem as funções sociais de uma, apenas um arremedo externo, uma performance desprovida da outrora obrigação de amamentar e arrumar a casa para os filhos ao mesmo tempo.)

Isto foi de qual relevância para a questão? Simplesmente nenhuma, já que a questão, sendo fácil, lidava apenas com associá-la ao feminismo. Mas sabe-se que o ENEM só pergunta o que as próprias feministas sabem sobre Beauvoir – ou seja, só o mamão com açúcar, só o very easy. Não haveria uma menção sobre seu colaboracionismo com o nazismo (mesmo caso de outro esquerdista francês notório, Paul de Man), sua defesa da pedofilia, ou seu lado misândrico.

Muito menos o mais óbvio de tudo: como a feminista mais famosa do mundo, com a frase feminista mais famosa do mundo, era uma mulher integralmente dependente de seu homem, amo e senhor, o explorador Jean-Paul Sartre, que a tratava com um desdém inacreditável, como a última peça de carne a se aproveitar em caso de insucesso com suas infindáveis amantes e que a deixou sem nada em sua herança.

O feminismo seria bem melhor conhecido pelos jovens se fosse apresentado ao ENEM não como um enigma filosófico complexo, mas in true colours. Mas o ENEM não quer discussão, reflexão, conhecimento e questionamento. Quer conceitos escorregadios e uma sutil obediência a um programa, que passa despercebida dos analistas. Afinal, quantos pensadores contrários à hegemonia de interpretação da realidade pela esquerda caem no vestibular, fazendo com que jovens os estudem?

Feminismo e hegemonia

A própria idéia do feminismo, ademais, é perseguir e denunciar o que consideram “machismo” – termo cujo significado anda variando desde estuprar e espancar uma mulher por ser presa frágil até um arranjo social em que mulheres estão mais interessadas em cursos de literatura e artes cênicas do que de engenharia ou mercado de capitais, para concluir que a diferença estatística da média de rendimentos é culpa da “sociedade patriarcal” e do “machismo ainda presente”. Fenômenos completamente distintos rendem o mesmo nome, e a ojeriza psicológica que ele carrega.

Ora, sabe-se que é impossível ver em tais provas de um sistema de ensino centralizado na gerência estatal (como são as provas do MEC) algum autor de filosofia, sociologia ou qualquer outra coisa que esteja em desacordo com a cartilha de pensamento da esquerda. Pode-se ser de esquerda ou não, isto é um fato, não uma opinião. Resta-se apenas tirar conclusões dela.

Por exemplo, o doutor Sérgio Nunes fez uma análise das 45 questões de Humanidades do ENEM e chegou a conclusões, no mínimo, assustadoras. Todo o seu texto deve ser lido (link). Há autores do cânone no ENEM, aqueles grandes pensadores da Humanidade que devemos conhecer ao menos o básico, concordando ou não? Há Hume (nunca citado por sua visão política) e São Tomás de Aquino (quase como curiosidade anacrônica). Só.

mst foiceDe resto, uma carrada de socialistas, marxistas atrás de marxistas, defensores do MST, o óbvio Paulo Freire (sempre aquele Dom Sebastião que “irá nos salvar” quando for conhecido, já que a esquerda atribui o fracasso de seu método à falta de seu método, como se ninguém ainda usasse Paulo Freire), defensores de Dilma Rousseff, petistas, colunistas da Carta Maior (um deles membro do “Grupo Hegemonia e Emancipações do Conselho Latino-americanos de Ciências Sociais” [Clacso], que diz no nome a que veio) ou fundadores da Fundação Perseu Abramo, do PT. Ah, e cita-se a Caros Amigos. Todo este bastião de intelectualidade pura, com Hume e Aquino de “contrapeso”.

E esquecemos, claro, de Slavoj Žižek, a quem dediquei um capítulo inteiro em meu livro, graças à sua participação no Occupy Wall Street, cujas palestras de mobilização foram estudadas no Brasil para se criar uma versão brasileira daquele movimento. Por exemplo, descobri na turnê de divulgação pelo Nordeste que em Recife, houve o “Ocupe Estelita”, impedindo construções em armazéns abandonados no porto da cidade. Quem foi convidado pela UFPE para algumas palestras 3 meses antes? Ora, o mesmo Slavoj Žižek, além de Ernesto Laclau. Tudo, claro, mera coincidência.

Para perceber como o ENEM compactua com a causa, e com a dissolução de significados do termo (muito consabida por educadores formados em Lacan, o homem do foco em significantes, não em significados), basta ver a consequente redação que veio a seguir, que se focou em violência contra mulher. (já comentamos que Slavoj Žižek é grande especialista em Lacan?)

O conjunto da obra, então, exige que jovens (o grosso dos candidatos no ENEM) estudem e se aprofundem em uma ideologia. Claro, é preciso conhecer diversas ideologias diversas das nossas – uma pergunta sobre o pensamento de Adolf Hitler não pode ser criticada como apologia ao nazismo. O problema é a construção de hegemonia, isto é, de um pensamento único.

Não é só por mulheres

O maior teórico das hegemonias hoje, o mesmo marxista argentino Ernesto Laclau, autor de obras como Hegemonia e Estratégia Socialista, Deconstrucción, Pragmatismo y Hegemonía ou Contingencia, hegemonía, universalidad, trata este pensamento único como uma estratégia para o socialismo. E é taxativo: se é impossível enxergar as “classes sociais” hoje, o que importa é denominar as classes, e ao nomeá-las, elas passam a existir.

revolucionario-usp-gapÉ fácil então ver os famosos “revolucionários GAP”, riquinhos que fazem cursos dominados pela hegemonia de pensamento que, mesmo sendo mais facilmente associados à “elite”, ao que a esquerda chama de “exploradores”, tão somente por se afirmarem “explorados”, agem como os proletários mais chão-de-fábrica. Nada melhor para tal inversão de pensamento classista do que uma definição de exploração, opressão, crime ou injusta desigualdade que seja malemolente, de contornos vaporosos – algo como “ser mulher”, “ser negro” ou “ser gay” (ou contrário de ser seqüestrado, ser escravizado, ser assaltado, ser cristão num país de maioria muçulmana, ser judeu ou ser kulak no socialismo).

É essa concordância velada com uma tese que deve ser firmemente questionada na prova do ENEM, mesmo que deputados cujo simbolismo cultural seja uma religião, desamparada de uma visão filosófica mais complexa como essa. Natural que tais deputados critiquem a prova apenas em termos de “reprodução é homem e mulher”, desconhecendo o que pensa Simone de Beauvoir. Mesmo desajeitados, é nesta hegemonia que miram. E neste ponto estão certos.

Afinal, se todo o nosso sistema educacional é voltado para o vestibular, e este vestibular (ou, hoje ainda mais centralizado, o ENEM) é quase em sua inteireza focado em aprender feminismo, MST, Dilma, Paulo Freire, Carta Maior, Caros Amigos e marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, marxistas, como esperar que os jovens não saiam dos estudos para o ENEM minimamente concordantes com uma visão, digamos, marxista da vida?

Não só “o lado negro” de Simone de Beauvoir nunca será mencionado no ENEM – nenhum pensador fugindo da hegemonia, da dominação do pensamento pela centralização e unificação de discursos pelo Estado, será, obviamente, citado numa prova centralizadora e unificadora de discursos.

dalrynple nossa culturaIntelectuais recentes que estão causando frisson no mundo, mas que não sejam tão importantes quanto um site comunista como o Carta Maior? Nem uma chance de aparecerem no ENEM. É uma prova imune ao contato com a realidade, com as análises de Roger Scruton sobre as vantagens da Inglaterra para onde tantos enemzistas caindo no discurso de esquerda tanto querem viajar. Theodore Dalrymple, crítico de, bem, tudo, que usa de Shakespeare aos jornais de Havana para explicar a falência de nossa cultura e a violência? Nem em sonho. Que tal colunistas da língua portuguesa, com grande respeito, mas opostos ao governo PT e à hegemonia de pensamento de esquerda, que vão de João Pereira Coutinho e Luiz Felipe Pondé a Felipe Moura Brasil e Hélio Schwartsman? Pessoas muito mais importantes do que cartamaioristas e cartacapitalistas são simplesmente vedados do ENEM.

Por detrás de todo o discurso de “minorias”, de associar imparcialmente frases a seus autores, de saber identificar o que é globalização (e, naturalmente, afirmar que ela tira empregos, que o negócio é fechar as fronteiras e estatizar a economia – do contrário, nota baixa), qualquer pessoa sabe que, para ir bem no ENEM ou em vestibulares, é de bom alvitre concordar (ou fingir concordar) integralmente com qualquer modinha nova inventada pela esquerda.

Simone de Beauvoir pode parecer uma mera frase inocente, mas o conjunto da obra mostra que não é. É apenas uma parte de um todo. Claro que não se escreve no ENEM nada sobre pensamento único (“hegemonia” é um conceito que os estudantes de Humanas só vão lidar nos últimos anos de seus cursos, após um bom tempo de professores dançando o créu número cinco para falar de “regimes totalitários” evitando falar do socialismo), sobre concentração de poder, sobre planificação absoluta. Tudo é floreado em diversas questões, em diversas concordâncias sutis e na crença acertada de que obrigar o jovem a apenas estudar a esquerda para tirar uma boa nota vai fazê-lo desconhecer a direita, e acabar sendo esquerdista.

O curioso é o medo da esquerda em deixar que seus rebentos ao menos conheçam o outro lado. Obras de direitistas, como Pensadores da Nova Esquerda, de Roger Scruton, ou Intelectuais e a Sociedade, de Thomas Sowell, são inundadas com o conhecimento e o debate sobre idéias de esquerda. Sem o menor problema. Já a esquerda, no seu Ministério da Educação ou nos seus livros, necessita que a direita não seja lida, estudada, nem mesmo tenta-se criticá-la. Parece que conhecimento é pecado, neste caso. Deve haver algum motivo.

E isto tudo antes mesmo de analisarmos a temática de sua redação, que merece um futuro texto à parte.

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  • Mariline

    O “movimento feminino” assim como qualquer outro movimento é composto por gente que pensa e por gente que pensa que pensa.
    Me parece óbvio que direitos que eram negados as mulheres, como direito de eleger e ser eleita, participação nas força de trabalho (incluindo forças armadas) e outros direitos foram conquistas TAMBÉM graças movimento feminista.
    Michael L.Ross escreveu o livro “A maldição do petróleo” mostra que em países onde não há participação da mulher na vida econômica e social os avanços (econômicos, social, liberdade de expressão, falta de democracia e etc) são insignificantes ainda que jorrem petrodólares. Pode-se dizer que nestes países o Islã é que promove o atraso, mas não é bem assim porque a Tunisia escapa desta sina.
    O que as feministas esquecem de dizer é que se existe machismo ele começa dentro de casa com a educação que eles recebem das mães. Esquecem de dizer que se a mulher é mais capacitada e aceita ganhar menos que os homens era de esperar que o empresário só contratasse homens afinal o Lucro não enxerga gênero e nem é ideológico, pensem bem e encontrarão algum motivos. As mulheres reclamam de qualquer assovio e esquecem que a vestimenta é um código de mensagem. Obvio que somos humanos justamente porque somos capazes de controlar nossos instintos e os homens deveriam controlar melhor os deles, mas daí sai por ai com sangue nos olhos por conta de um ou outro ser primitivo e enfiar todos os homens no mesmo saco não dá. Desconfio até que estas que reclamam dos assovios só o fazem porque vem dos operários da construção civil porque se viessem do Brad Pitt seria só sorrisos.

    • como direito de eleger e ser eleita

      O conto do sufrágio é sempre mal-contado. As mulheres não votavam porque isso não lhes interessava. Primeiro, o voto universal é algo muito recente na história humana, e durante boa parte dela o voto não era nem mesmo “universalmente masculino” – havia limites mínimo e máximo de idade e também de renda. Tanto que, na Inglaterra, a inflação da moeda também acabou inflando o tamanho do eleitorado, mas de maneira irrisória em comparação com a alta taxa de pobreza.
      E é sabido que o movimento sufragette era encabeçado por filhinhas de papai racistas e aristocratas, que preferiam perder um braço do que lutar pelo direito ao voto da negrada que mal tinha acabado de deixar a escravidão.
      Além disso, o voto só passou a ser mais “universalizado” quando foi anexado à obrigação de servir à Pátria – entrar no Exército. Por isso muitas mulheres eram contra o sufragismo universal – isso acarretaria o alistamento universal.
      Aliás, o alistamento é irônico até: a idade de alistamento era entre 18 e 19 anos, e a de voto era 21. Tradução: vá lá morrer na guerra primeiro e só depois venha votar.
      Depois da 1GM, em razão de muitos sobreviventes de guerra terem voltado, arriscado o próprio rabo, não foi necessária muita pressão para que a idade de voto fosse baixada.

      O que mais impediu o sufrágio feminino mesmo foi justamente o atraso do sufrágio universal.

      participação nas força de trabalho

      Mulheres sempre puderam trabalhar. Inclusive, na Idade Média elas sempre trabalharam. Só que era um trabalho não-remunerado e ineficiente: colher insumos naturais, trocar uma parte por outra e viver com as sobras. Nada de revolução industrial.

      E depois da Revolução, uma pessoa poderia ganhar o bastante para sustentar a si mesmo e à sua casa, e com isso a mulher e as crianças não precisavam mais trabalhar. E por isso as mulheres saíram da força de trabalho – até que a 1GM massacrou a população masculina, e aí elas “ganharam o direito a trabalhar”.

  • Análise excelente, Morga.

    No fim de semana e nos dias seguintes à prova do ENEM o Facebook e o Twitter ficaram intragáveis: de um lado, a galera que ficou bastante satisfeita com a presença de Simone de Beauvoir e com o tema da redação; de outro, gente que criticou a prova com simplismo (aqueles que, como você disse, miraram na hegemonia, mas sem muito jeito).

    Quando a oposição tem bases frágeis, a galerinha prafrentex conseguiu deitar e rolar, dizendo como sempre que quem criticou a prova “é machista” ou “não se importa com a violência contra a mulher” etc.

    Me lembro até da tal “versão da Direita da prova do ENEM”, que saiu no Sensacionalista, associando à Direita todo tipo de preconceito e crime de ódio.

    E ainda têm a cara-de-pau de dizer que quem critica a doutrinação que ocorre nas escolas é “paranoico conspiracionista machista homofóbico opressor de extrema-direita”…

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