Karina Ailyn Raiol Barbosa muçulmana

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A jovem Karina Ailyn Raiol Barbosa saiu do país sem avisar a família na manhã desta terça-feira (5). A jovem havia se convertido ao islamismo há cerca de dois anos, quando passou a freqüentar um curso de língua árabe na Universidade Federal do Pará (UFPA), onde estudava Jornalismo.

A família, católica, acionou a Interpol, embora a Polícia Federal brasileira não possa encontrar ainda crime, já que a jovem é maior de idade e saiu do país legalmente, com um passaporte que a família nem sabia que Karina possuía. A Polícia também não possui registro do destino de Karina, apenas sabendo que a jovem deixou o país num avião em São Paulo e que o avião posou no Marrocos e em Istambul.

Sua irmã, Karen Raiol, questiona no G1:

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“Esse desinteresse nos angustia. Por que a polícia pelo menos não viu as imagens do circuito de segurança do aeroporto para saber com quem minha irmã estava? Por que não quebram o sigilo telefônico dela? Eu disse para a polícia: minha irmã só tem dois destinos, um é virar ‘mulher-bomba’, outro é virar escrava sexual. Como eles podem permitir que isso aconteça?” (…)

Segundo os parentes, a estudante viajou sem levar mala. “Ela saiu de casa às 10h, apenas com um casaquinho fino e levando uma sandália”, conta a irmã. A família passou a madrugada no aeroporto na expectativa de encontrar a estudante. Na manhã seguinte, foram até a UFPA, e lá souberam que Karina há meses não frequentava o curso. De acordo com a universidade, a estudante não trancou a matrícula, mas tinha muitas faltas, e em fevereiro deixou de ir para a aula. (…)

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“Tememos que ela tenha sido forçada a embarcar. Ela não deixaria nossa família assim, sem explicação. Achamos que ela entrou em algum circuito e quando percebeu, foi forçada a ir, sob ameaça até de fazerem alguma coisa conosco. Ela não trabalhava e meu pai não teria dinheiro para pagar passaporte, muito menos viagem para São Paulo e para fora do país. Alguém pagou isso e não sabemos quem e o porquê”, diz Karen.

O mais chocante da notícia é a naturalidade com que tudo precisa ser tratado para não ofender uma religião. Ora, é difícil crer que se há uma “minoria radical” infiltrada em uma religião supostamente pacífica, não seria numa mesquita em Belém do Pará que iriam aliciar jovens. É mais fácil crer em grandes cidades que, por sinal, possuem mesquitas bem maiores, como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

O destino e a forma da viagem lembram muito um manual para simpatizantes do Estado Islâmico chegarem à Síria via Turquia, que foi divulgado ano passado.

Surpreende ainda que um aliciamento dessa magnitude possa ocorrer numa mesquita, enquanto se pode apostar que a mesquita não saberá de nada, que apesar de ser fundada por imigrantes muçulmanos, não terá conhecimento nenhum de radicais freqüentando seus cultos e rezando como muçulmanos são obrigados a fazer.

As conclusões são óbvias para todos que travam um leve contato com a notícia. Mas infelizmente não podemos dizê-la. A verdade sobre as mudanças de comportamento dos convertidos à religião da paz é escancarada a todos, mas, como o nome de uma doença terrível, não pode ser externalizada em palavras, pois a verdade foi proibida de ser dita.

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