Janaína Paschoal, autora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, comenta o apoio popular e lembra que a batalha ainda está longe do fim.

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Ontem, na sessão de audiência da Comissão Especial do Impeachment, eu destaquei que estou pagando as passagens e que não está sendo fácil arcar com todas as audiências e ver o processo ser procrastinado. Desde ontem, recebi inúmeras mensagens de Movimentos e pessoas querendo ajudar com as despesas.

Eu agradeço imensamente o carinho e a disponibilidade. Se a Comissão não se curvar a tentativa explícita de atrasar o processo e concentrar as audiências, eu terei condições, com meus próprios recursos, de continuar trabalhando pelo Brasil. Então, por ora, não se faz preciso nenhum tipo de apoio material.

Porém, eu preciso de apoio moral. O tratamento dispensado a defesa tem sido muito mais condescendente do que o conferido a acusação. O defensor nunca foi cerceado em suas alegações e questionamentos, a acusação, por outro lado, sempre tem as perguntas indeferidas, sob o argumento de que não dizem respeito aos fatos.

Isso não condiz com a verdade. Tudo o que indagamos tem respaldo em nossa denúncia. Três de nossas cinco testemunhas foram indeferidas e 42 testemunhas deles foram autorizadas. Não tem sentido!

Peço, aqueles que percebem essa iniqüidade, que manifestem seu descontentamento aos Senhores Senadores.

No mais, continuaremos firmes, na certeza de que a fraude de que o Brasil foi vítima não pode ficar impune!

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