A nadadora brasileira Joanna Maranhão enfrentou rusgas com a torcida por questões políticas. Seu próprio discurso evidencia o problema.

A nadadora Joanna Maranhão foi eliminada das Olimpíadas. Joanna Maranhão já havia repudiado a torcida de “coxinhas”, exigindo que todos os que torcessem por uma brasileira na piscina fossem mortadelas.

Depois, Joanna aprofundou: não é nem petista, é PSOL. Tal como seu partido socialista, morreu na praia. Foi uma das raríssimas atletas a provocar e criticar a própria torcida brasileira.

Joanna Maranhão conta que foi estuprada por um treinador no início de carreira. A prática é condenadíssima em países capitalistas, para sorte de Joanna – e a coisa mais comum do mundo em países socialistas, governados pelas versões locais do PSOL.

Basta ler a história da ginasta romena Nadia Comănec, estuprada até mesmo pelo filho do ditador Nicolae Ceaușescu. A prática era tão comum que se tornou barganha, e popularizou-se na visão ocidental sobre a Cortina de Ferro só após o desfacelamento da União Soviética.

Por sua própria segurança, talvez fosse o caso de Joanna Maranhão trocar de ideologia.

Há uma lei federal com o nome de Joanna Maranhão que altera a prescrição do crime de pedofilia e estupros contra crianças. O PSOL defendido por Joanna é um dos partidos políticos brasileiros que mais flerta com a idéia da normalização da pedofilia, tratada pelo eufemismo bizarro de “amor (sic) intergeracional”.

Humaniza Redes relativiza a pedofilia

Basta ler páginas feitas por apoiadores e eleitores do PSOL – quem não se lembra da extinta “Humaniza Redes” beirando o limite das definições para demonstrar que o pedófilo, coitado, é apenas um doente? Novamente, pelo bem de Joanna Maranhão e para que nada de ruim volte a acontecer com ela, talvez fosse o caso de trocar de ideologia.

Mas é exatamente este o problema existente no Brasil: jovens que se apressam para defender uma ideologia “revolucionária”, de um mundo completamente diferente do nosso, sem perceber que aquilo é mais velho do que nosso bisavô e que, para ser aplicado, precisa destruir nossa vida. É um suicídio coletivo homeopático. Cianureto ultra-diluído. Pessoas se auto dando porradas achando que nos chocamos porque nós que estamos sendo feridos.

A torcida brasileira criticou tanto Joanna Maranhão por sua própria provocação – uma olhadela rápida por seu Facebook e é fácil notar que nem 10% ali conhecem a história de seu estupro. Não a criticam por ser estuprada (o que países islâmicos, mancomunados com os socialistas, fariam): criticam-na por ter, antes destas Olimpíadas, criticado a torcida.

É xingo pra lá, xingo pra cá. Coisa muito mais simples e menos ideológica e criminal do que parece. Nem parece que temos de explicar isso para esportistas.

A primeira contradição é óbvia: Joanna Maranhão diz não querer torcida de “coxinhas”. Ora, os “coxinhas” foram lá demonstrar que não torceram por ela. O mínimo que Joanna Maranhão deveria fazer neste caso é agradecer. Se quer punições criminais porque o povo fez o que ela pediu, a nadadora é mais socialista do que pensa.

Segundo: Joanna Maranhão treina no clube Pinheiros. É meio estranho alguém treinando ali não querer aplausos de “coxinhas”, sendo que só eles aplaudem e financiam seus treinos. Sem os coxinhas, Joanna provavelmente não seria nada. Foram ricos compartilhando sua riqueza que permitiram que Joanna fosse manchete, hoje.

Terceiro e repetindo: ela mesma recusou a torcida. Ser xingada (noves fora os imbecis falando em estupro e ofensas piores) após xingar o público não é nada mais do que o esperado. Já pensou se Mancha Verde e Gaviões da Fiel se processassem por xingamentos mútuos?

Agora, Joanna Maranhão se saiu com o clichê: disse que “o Brasil é um país homofóbico, machista, racista e xenófobo”. Se a pessoa começa a falar “homofób…”, qualquer um já sabe que a frase terminará com “machista, racista” e, geralmente, “fascista” (não dá para entender o “xenófobo” na frase de Joanna. Sério, não dá pra entender).

Erundina do PSOLÉ a esquerda resumida ao quadrupismo conceitual. É o nome impronunciável do Deus Socialista. O que nosso maestro Tom Martins chamou de FRMH – chamar seus adversários de Fascista-Racista-Machista-Homofóbico. Já que não dá para falar mais em operários e desigualdade, resta ao esquerdista dizer que o problema do mundo é que está abarrotado de Fascistas-Racistas-Machistas-Homofóbicos.

O que isso tem a ver com Joanna Maranhão? Absolutamente nada. Perdeu, foi xingada, tem o direito de processar quem afirmou coisas sobre ser estuprada de novo ou dizendo que sua mãe deve morrer, como afirma que viu. O que isso tem a ver com o FRMH?

O problema real do Brasil, fora estes jovens que nada entendem de política (e, curiosamente, de história, que juram ter estudado), é o pensamento reduzido a um clichê. A uma peça de palavras fortes que todo mundo usa sem saber o que significam. Um mero xingamento (epa! Joanna está fazendo o mesmo que acusa!). Um substituto ideologizado para o bom e velho “filho de uma puta”.

Joanna Maranhão não é exatamente negra (quase nada, para padrões brasileiros). Mas basta Joanna sacar a race card, como dizemos sobre o eleitorado de Hillary Clinton, e afirmar que o Brasil é um país racista. E bingo: vira manchete.

Joanna Maranhão deve ter sofrido uma penca de ataques com frases racistas, dá para apostar: xingamentos sempre envolvem traços físicos, ainda mais para atletas (cujo cultivo do corpo é norma em Estados totais, como os socialistas). Será mesmo que isso indica “racismo”?

Joanna Maranhão na piscinaAo invés da mimimicracia, vamos ver se há algum traço de supremacia racial branca aí? Ou se é só xingar para ofender, como todos os negros fazem entre si? Que tal criticar o “racismo” de quem dá uma bela zoada no tom de pele “branco-escritório” que adquirimos quando não podemos nadar como Joanna Maranhão? Faz sentido? E quando digo que alguém é “desafinado” ou que é um “pereba” jogando futebol – estou com algum traço de “supremacia” física sobre ele, ou posso ser 800 vezes pior e assumido?

Sinto muito dizer, já que muitos ganham a vida com essa aleivosia, mas encontrar verdadeiros traços racistas no Brasil é algo dificílimo. Teses supremacistas aqui não pegam desde há séculos. Xingar pelo físico não é o mesmo que racismo. Se algum dia os jornalistas, professores, artistas e intelectuais se tocarem dessa obviedade, talvez passemos a poder olhar para os verdadeiros problemas do país.

Joanna Maranhão comenta que a judoca Rafaela Silva foi chamada de “macaco” quando perdeu em Londres em 2012, e hoje virou heroína. Seria um racismo bem estranho este de alguém que a chama de um nome horrível quando perde, e a trata como heroína quando ganha. Quem a xingou assim deve xingá-la ainda hoje.

Mas uma coisa podemos ter como certeza: não foi a cor nem de Rafaela, nem de Joanna, que gerou tratamentos tão diferentes para as duas.

Aliás, Rafaela é negra, Joanna, só forçando um pouco a amizade. Se a negra Rafaela virou heroina, e a no máximo queimada de sol Joanna virou êmulo da nação, não é a cor de pele que explica. Há algo em Joanna, e não na pele de Joanna (ou Rafaela) que explica a pouca animosidade do público.

Será preciso ser um Leibniz redivivo para perceber? Talvez as declarações da própria Joanna para o próprio público sejam, digamos, uma primeira pista.

E a que “machismo” Joanna se refere? Se for em relação ao seu horrendo estupro pedófilo, o mandatório no caso é usar a palavra correta, não um eufemismo. Por que eufemizar um dos atos mais horrendos a que uma mulher pode sofrer?

Se com isso quiser equiparar seu estuprador com todos os homens que não acatam as viagens feministas, sinto muito, mas está chamando o país de criminoso hediondo (mesmo, como disse, “sem generalizar”). E, ao contrário do que pensa, ao invés de diminuir os homens normais ao seu carrasco, eleva seu algoz à condição da normalidade. É isso que Joanna quer?

Não sei se Joanna Maranhão é homossexual. Pouco importa: o que “homofóbico” está fazendo em seu “desabafo”, senão para completar a quadra FRMHO que tem a ver com o que quer que seja?! 

Joanna Maranhão patrocínio CorreiosE, talvez pensando em fechar o clichê com “fascista”, Joanna falou “xenófobo” (um dos elementos do verdadeiro fascismo). Se o país não torceu para Joanna, foi por culpa dela própria. E isso é, ehrr, o contrário de xenofobia, a aversão ao estrangeiro. Só se a platéia torcesse em demasia por ela que Joanna Maranhão poderia criticar a “xenofobia”. Ou se ela fosse, sei lá, americana ou albanesa e o público brasileiro não a quisesse vestindo um maiô com nossa bandeira, o que seria até explicável.

Os problemas do Brasil, portanto, não têm nada a ver com os clichês diagnosticados por Joanna Maranhão – seus clichês, aliás, é que são parte do problema. Uma visão que repete igual papagaio os “problemas” prontos que a esquerda impôs ao país e, quando algo dá errado (perde, é xingada, azar no amor, almoço veio frio etc), solta, sem pestanejar: fascismo-racismo-machismo-homofobia (ou “xenofobia”, na pior hora pra isso).

O clichezão funciona pra tudo. Qual o problema do Afeganistão? Fascismo-racismo-machismo-homofobia. O que está de errado com a situação da Bósnia? Fascismo-racismo-machismo-homofobia. O que gera crises financeiras? Fascismo-racismo-machismo-homofobia. Por que o Brasil não produz um Shakespeare? Fascismo-racismo-machismo-homofobia. Por que não conseguimos conjugar mecânica quântica com teoria da relatividade? Fascismo-racismo-machismo-homofobia.

A não ser, claro, que você pergunte sobre países socialistas ou islâmicos. Aí o problema será sempre Israel, já que a Palestina com sua Autoridade Palestina e seu Hamas nunca seriam acusados de fascismo-racismo-machismo-homofobia.

Além do esvaziamento cerebral, de se tornar uma marionete de alguém e ainda se orgulhar de nem saber o que está fazendo, de ideologizar o que não tem nada a ver com partido, ainda esvaziam essas palavras, técnicas e importantes, de sentido.

Todas as palavras, até mesmo as que usamos apenas para pensar, deixam de ter um referencial na realidade, apontam para algo completamente diferente do que imaginamos e nossa capacidade de extrair uma conclusão de duas premissas é mandada para o fundo partidário do PSOL.

Como se sentiriam as verdadeiras vítimas do fascismo, do racismo, de comportamentos agressivos machistas e homofóbicos se testemunhassem esse festival de lamúrias e umbigocentrismo?

Tudo faz parte do que já chamamos de Mimimicracia, em nosso quinto podcast: a arte de ganhar poder fazendo mimimi. O vitimismo elevado à política. Ganhar quando se perde. Ou como explicar a declaração de Joanna, após falar de pessoas que desejaram que ela fosse estuprada ou que sua mãe morresse, criticando quem comemorou “porque eu não peguei uma semifinal por cinco centésimos, acho isso covardia”?

Obviamente, Joanna Maranhão pode contar com a cumplicidade de todos os jornalistas e celebridades nas redes: ninguém vai nunca pedir um pingo de lógica, coerência e senso do ridículo de suas afirmações. Apenas as divulgarão com um belo tom de “olha que lacrada!”

Mas fica o alerta, além de não reclamar de brigas criadas por você mesma: são seus clichês que são seus verdadeiros inimigos, não o povo brasileiro.

Contribua para manter o Senso Incomum no ar se tornando nosso patrão através de nosso Patreon – precisamos de você!

Não perca nossas análises culturais e políticas curtindo nossa página no Facebook 

E espalhe novos pensamentos seguindo nosso perfil no Twitter: @sensoinc

Saiba mais:






  • Geraldo Etchverry

    Segundo o colunista Álvaro Costa e Silva
    (16/8/16), a nadadora Joanna Maranhão está entre os destaques dos jogos
    olímpicos por ter dito que o Brasil é um país racista, machista e
    homofóbico. Pois é. Enquanto uns atletas precisam brilhar nos seus respectivos esportes
    para estarem entre os destaque das olimpíadas, para outros como Joana
    Maranhão basta repetir um bordão surrado que os esquerdistas usam quando
    estão contrariados.

  • Rob Udyat

    Maravilha de BLOG FASCISTA!!! Aqui todos são perseguidos por serem diferentes!!!

  • Felipe de Paula

    Olá!

  • Fernando Quintino

    O negro (bem como as mulheres e outras minorias) não tinham condições de trabalho e jurídicas que permitissem o desenvolvimento e acúmulo de capital. No entanto, os avanços progressistas já resolveram juridicamente todas essas questões, de forma que é factível um negro trabalhar na mesma ocupação que um branco (impensável há alguns séculos).

    As desigualdades que você coloca, são todas originárias desse tempo, mas têm uma tendência a reduzir, justamente pois já não existeo fator causal.

    Se você olhar para as estatísticas, verá que ano após ano, os negros melhoram sua condição relativa, então acho muito imprudente você avaliar apenas um momento e cravar que é racismo.

    Eu diria que existe hoje no Brasil, um racismo residual (os negros serem estigmatizados como inferiores, haver um cuidado para não ofender, etc) e casos pontuais de machismo. O racismo residual se resolverá com tempo, contando que os negros não sejam piores no mercado de trabalho do que os brancos. Os casos pontuais são crimes.

    Acredito também, que um governo com regime econômico liberal facilitaria muito a vida dos negros, pois tornaria o mercado mais dinâmico, e favoreceria o melhor no mercado. É importante lembrar que a maioria das conquistas sociais se iniciaram nos EUA, que é um país capitalista com economia muito aberta.

  • Camila Borges

    Como diria Caetano Veloso, Nossa, como vc é burro!!!!

  • Mateus da silva

    Mimicracia é o termo da moda ? Interessante.

    O que dizer de patocracia então ?

    O que dizer “A apoteose do fingimento histérico” ?

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/16665-2016-08-10-01-30-15.html

    Quem nos dera que o caso dessa atleta fosse um isolado.

    Que Deus nos salve do “esquerdismo-socialista-comunista-feminista-gayzista-etc-etc”. Porque os homens de bem não o farão. E os poderosos da elite financeira mundial muito menos.

  • Victor Alexandre Dantas de Mir

    Concordo em grande parte com o autor, exceto no que tange à vilanização do pedófilo, que de fato é um doente (CID-10 F65) e necessita de tratamento psiquiátrico e castração química, sob o risco de repercussões a terceiros extremamente trágicas. O pedófilo não o faz por crueldade, mas por distúrbio sexual, muitas vezes consequências de abusos na infância.

  • Pedro Mello

    Você precisa ler tudo novamente, porque você está confundindo as coisas aqui.Ser contra castração química, não faz ninguém a favor de estupro e/ou pedofilia.
    Outra confusão que você faz é que pedofilia, mesmo sendo um transtorno psiquiátrico, é previsto como crime no Código Penal.
    Quanto a você dizer que o PSOL defende o Champinha, acaba sendo auto-explicativo a sua confusão. Essa acusação é contra a Maria do Rosário, que é petista.
    Quanto ao processo, leia os post acima. Onde eu errei eu reconheço.Mas novamente você confunde onde foi que o Morgenstern pediu para que eu me retratasse.E você pode ser processado por caluniar o PSOL. Cuidado!O Morgenstern pode ser obrigado a entregar o seu IP, aí como você disse não adianta apagar comentário.

  • Pedro Mello

    E por isso, acrescento agora lhe devo desculpas.

  • Julien Karl

    Quem cala, consente?

  • Henrique Coelho

    Excelente texto. Parabéns.

  • Alex

    Cara como é difícil para os comunas verem a realidade.

  • Alex

    Flávio, parabéns.

  • Rose

    Ô coitada…muita peninha, mas, quem processa, pode ser processado também…e uma vez que ela publicamente venha a ofender alguém, tem que responder na justiça na mesma medida com que demanda para si essa justiça… é assim que funciona. Vá em frente Joanna, mas, com a mesma disposição, assuma a responsabilidade sobre os seus atos e falas também.

  • Alexandre Sampaio Cardozo de A

    São Paulo, 11 de agosto de 2.016

    Prezado Flávio,

    Belo texto. Não sabia que essa comuna treinava no clube Pinheiros. Pelo que sei, lá não há muitos beneficiários do “Bolsa -família”, não é? No final, é assim mesmo. A burguesia idiotizada financia os comunistas que os acusarão de machistas, racistas, xenófobos, homofóbicos, etc., etc., etc.

  • Camilo Filho

    Comuna é um saco!

  • Juliana

    Mimicracia, ótimo, Flávio. Parabéns pelo artigo. E deixa a galera gritar, faz parte da democracia que os progressistas tanto pregam.

  • Julien Karl

    Encontrar verdadeiros traços de racismo no Brasil é dificílimo?
    Quando numa cidade como Salvador, em que 98% dos pobres são pretos, isso é algo difícil de encontrar ou um traço não tão verdadeiro de racismo? Qual dos dois?

    • O que ser pobre tem a ver com racismo? Fui pobre a vida inteira. É racismo com a minha “raça”? O problema de vocês é que conhecem poucas palavras, o cérebro funciona com poucos conceitos. Aí, quando vêem um problema, muitas vezes complexo, tentam analisá-lo com a quadra fascista-racista-machista-homofóbico por não ter nenhum pensamento mais profundo do que essas palavras de forte carga psicológica. E para aprender economia, saiba: ser pobre é a normalidade do mundo. Os primeiros humanos não tinham nada: iPhone, geladeira, Porsche, avião, nada. Se alguns criaram isso (riqueza é CRIADA, não nasce pronta, para ser “distribuída”), continuo sem entender o que isso tem a ver com “racismo”. Mas vai ver é porque eu tenho mais de um conceito, você está tentando fazer toda a realidade se encaixar em um só.

      • Julien Karl

        Ok, fui educado tentei estabelecer uma discussão saudável investindo meu tempo em explicar minha visão, mas você não leu ou não quer responder.

        A verdade é que acho que você não suporta pessoas que pensam. Eu contra-argumentei e você se calou. Está contente com os aplausos de sua claque de likes e não tem coragem de me responder!

  • Ricardo Bordin

    Mais um capítulo da predominância da Esquerda na Educação e nas Artes:
    https://bordinburke.wordpress.com/2016/08/10/museu-sem-partido-ou-abram-o-olho-com-o-museu-do-olho/

  • Gabriel Coser

    Antes de vc falar sobre tal pessoa tu precisa ser a outra pessoa, tu não sabe o que ela passou na vida.
    Qual o problema dela ser socialista?? É ridícula essas comparações feitas por pessoas de direitas de que a direita financiou os treinos dela…que o governo financiou seus treinamentos, isso é dor de cotovelo. Tudo o que tu falas é o mesmo que eu falasse que pelo fato de seres de direita não pode comemorar as olimpíadas por que quem a trouxe foi o governo petista…é muito ridículo. E no meu comentário nem me dirigi a tua pessoa…mas como um todo pelos comentários de Bolsonetes fazem dia após dia pq não conseguiram enganar melhor. Sabe quando falam de Coxinha e Mortadela?? Só me dá fome. Dá vontade de por em um pão, qualquer um dos dois e comer simplesmente pelos comentários idiotas de ambas as partes…

    • Pela mesma lógica, você não sabe o que eu passei na vida, então, cale-se para falar sobre mim. Que lógica, hein? Aliás, qual o problema em ela ser socialista? Mais ou menos o mesmo problema se ela fosse nazista, com a diferença de que o socialismo matou muitas vezes mais.

      • Camila Borges

        Nossaaaaa!

  • Lucília Simões

    Aponte os defeitos que você diz identificar. Argumente cada um. Seu achismo não é autoprobante.

    • Pedro Mello

      “Joanna Maranhão conta que foi estuprada por um treinador no início de carreira. A prática é condenadíssima em países capitalistas, para sorte de Joanna – e a coisa mais comum do mundo em países socialistas, governados pelas versões locais do PSOL.” Isso aqui é de uma desonestidade desumana. Sugere que ele merece ser estuprada porque é comunista.
      A história da Nadia Comaneci não tem nada a ver com a dela. O que tem a ver ela ser supostamente comunista, com as atrocidades cometidas na Romenia? Ela não tem nada com isso.
      A acusação ao PSOl que este defenderia pedofilia é uma mentira grosseira. Não se apoia em fatos, mas na cabeça doente do autor.
      E vai por aí , desfiando uma série de bobagens ultra-direitistas.
      Só para frisar, não há problema algum em ser de direita. mas pelo menos pode ser uma direita inteligente, menos preconceituosa e honesta. Essa última aliás , não apareceu nesse “artigo”.

      • Afirmar que eu sugiro que ela merece ser estuprada é calúnia, tipificada no Artigo 138 do Código Penal. Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. Além de não fazer o menor sentido com o que escrevi, recomendo se retratar, pois tenho seu IP.
        A história de Nadia Comăneci não tem nada a ver com a dela por sorte: Joanna mora num pais (ainda) com algum capitalismo, Nadia não teve a mesma sorte.
        A acusação contra os apoiadores do PSOL (note como foi escrito) está respaldada até em um print, não na minha cabeça (nem nas maiores doenças mentais conseguiria inventar algo como a página “Humaniza Redes”).
        Achei engraçado o “pelo menos pode ser uma direita inteligente, menos preconceituosa e honesta”, provando que você não gosta de honestidade. Nada mal para quem fica gritando palavras chocantes, como “ultra-direita”, sem nem saber do que está falando.
        Refrisando: retrate-se da calúnia, ou seu comentário estará nas mãos do meu advogado ainda hoje.

        • Mateus da silva

          Ele merece ser processado sim. Mas é “osso” ter que perder seu tempo com esse tipo de comentarista e outros ainda mais escrotos que sempre aparecem por aqui.

      • Mateus da silva

        Tu é comediante ?

        • Pedro Mello

          Achou engraçado?

          • Mateus da silva

            Vc é hilário. Se faz stand up comedy, deve estar rico.

          • Pedro Mello

            Milionário!

      • Lucília Simões

        Não há sugestão nenhuma, isto é por sua conta numa suposição desonesta, tipicamente esquerdista. Joana conta. Conta. E os dados da realidade? Conta outra.

        • Pedro Mello

          O seu articulista foi mais civilizado que você. E em vez de me pedir para contar outra, podia apresentar argumentos também. Fica menos feio.Porque até agora…

  • Lucília Simões

    O seu comentário cheio de mimimi apenas prova o que o artigo disse, principalmente quando afirma “Fiquei realmente sem paciencia para ler toda a sua materia”. Não leu e quer dar palpite? Então faça um blog para concorrer com este. Capitalismo e liberdade são isso.

  • Eleven

    O texto fala exatamente sobre esse pensamento do Pedro Mello. Só ele não percebeu.

    • Pedro Mello

      Obrigado por me avisar.

  • Marcos Lima

    E ainda assim você gastou vários minutos lendo o texto e mais um pouco fazendo esse comentário que, coincidentemente, é uma das coisas mais escrotas que EU já li na minha vida.

    E sim, esse é o preço a se pagar pela democracia, conviver com o contraditório; e sabendo que quando se trata da esquerda, o que se opõe a ela quase sempre é o mais racional.

    Por fim, lhe desafio a mostrar o preconceito e as meias verdades do texto; e lhe desafio também a mostrar conhecimento sobre os assuntos maior do que o autor possui.

    • Pedro Mello

      Pois é, você perdeu algum tempo lendo meu comentário também.
      No entanto, não tem graça nenhuma ler coisas que você vai concordar com tudo. O debate é bom por isso.
      O texto continua ruim.

  • Daniel Kerry

    que lixo de texto!

  • Ricardo Bordin
  • (não dá para entender o “xenófobo” na frase de Joanna. Sério, não dá pra entender).

    E é para entender? Desde que muita gente tem denunciado a política de imigração dilmista, metendo cubano e haitiano sem nenhum planejamento, tudo é xenofobia.

  • Igor Teixeira

    O mais curioso foi sua declaração: “O Brasil é um país FRMH, mas não estou generalizando.”

  • Fábio Lavratti

    Essa aí aprendeu com seus parceiros socialistas: A culpa é sempre dos outros.

  • Davi Almeida

    Pode mostrar alguma fonte sobre o estupro dessa atleta?

  • Myoni

    Como sempre perfeito!
    Esse Flavio arrebenta e parabéns por essas magnificas palavras.

  • Clanderson Rodrigues

    Perdeu agora quer processar geral é brincadeira esse povo brasileiro

Sem mais artigos