No 9.º episódio de nosso podcast, trocamos o formato para comentar vários temas: as Olimpíadas, a "presidenta" e o melhor: a literatura.

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Guten Morgen, Brasilien! Com um pequeno atraso, mas estamos de volta com o Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum no ar. Comentamos os fatos da última semana com a verve sardônica de sempre, das Olimpíadas à nossa “presidenta”.

Neste episódio do podcast do Senso Incomum, mudamos o formato para comentar diversos assuntos nestas turbulentas semanas de Olimpíadas. Temos a encrenca com os atletas iniciadas com Joanna Maranhão e a glória do espírito esportivo e olímpico, e a relação dos atletas com o público – e, claro, como a mídia noticia cada uma dessas encrencas, quase de maneira oposta ao que ocorreu.

Também comentamos o uso da palavra “presidentA”, e se ele é cabível ou não na linguagem, mesmo estando dicionarizado. O que está implicado e mal explicado na lingüística ao se feminilizar essa forma?

Será mesmo que um dicionário explica tudo o que precisamos saber para bem usar os termos? Quem está correta: Dilma Rousseff, que só usa o termo presidenta, ou Carmen Lúcia, que se recusou a utilizá-lo na sua posse no STF?

Por fim, o melhor: iniciamos uma seção de literatura, para comentar sobre o que realmente vale a pena, longe dessas agitações políticas da superfície, das quais tão pouco levaremos na alma para a vida toda.

Aproveitando os olhos do mundo no Rio de Janeiro com as Olimpíadas, comentamos o excelente romance A Primeira História do Mundo, de Alberto Mussa, que narra (e resolve!) o primeiro homicídio investigado na cidade maravilhosa. Uma obra que já nasce clássica e revela mais sobre nosso espírito do que qualquer análise política poderia fazer.

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