Guten Morgen, Brasilien! O impeachment de Dilma Rousseff passou no Senado. Foi impeachment? Foi golpe? Sobretudo: como fica a situação do Brasil no pós-impeachment?

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Uma certa futurologia calculada precisa ser feita para se traçar os cenários e as estratégias do Brasil pós-impeachment.

Não se trata, naturalmente, apenas do nosso futuro político, mas sobretudo de como será a situação não-política do país após o segundo impeachment do período democrático e o primeiro impeachment de um presidente de esquerda. Será que se manterá a tradição da América Latina, que frisa que todo partido que sofre impeachment no continente nunca mais retorna ao poder? Qual a diferença do cenário atual envolvendo Dilma Rousseff daquele cenário de 1992, quando o próprio PT depôs Fernando Collor?

No reino ideológico, como ficará a esquerda e a direita no Brasil após uma década e meia do PT no poder? A hegemonia que a esquerda conquistou na cultura e na academia, sua influência no vocabulário jornalístico, as palavras de ordem na moda: será que tudo isso irá mudar agora que o PT e a esquerda sofre a maior derrota na história brasileira? O PT sobreviverá? E os outros partidos de esquerda? E os chamados “movimentos sociais”?

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Uma pergunta fundamental: quem contará essa história? Alguma lição com as leis do país será suficiente para as futuras gerações entenderem por que Dilma Rousseff foi deposta? Qual será o papel da internet para que se entenda o que aconteceu, já que foi a própria internet que derrubou a segunda presidente do PT?

Tudo isso com grandes análises sobre sistemas políticos, burocracia, blogosfera, intelectualidade, filosofia, os discursos do PT, sexo, sindicalismo, feminismo, senso comum, financiamento, STF, psicanálise, Anticast, desemprego, história americana e Renan Calheiros, neste episódio do podcast do Senso Incomum.

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A produção é de Filipe Trielli, no estúdio Panela Produtora.

Guten Morgen!

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