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A destruição da Fiesp demonstra o que a esquerda quer fazer com o Brasil. O que o PT fez com a indústria, seus militantes fazem com a Fiesp.

Mais uma vez, a militância de extrema-esquerda, organizada, fartamente financiada e protegida pelo jornalismo ativista, recorre à violência e ao vandalismo, numa deturpação perniciosa do direito à livre manifestação, com ações terroristas em Brasília, Rio de Janeiro e em São Paulo, particularmente no prédio da FIESP e na sede do MBL.

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Terrorista de extrema-esquerda em Brasília.

Terrorista de extrema-esquerda em Brasília.

Mais uma vez, esses grupos fascistas são tratados pela grande mídia como uma massa amorfa, sem nome, sem lideranças, como se fossem uma “minoria de vândalos”, um ponto fora da curva, um pequeno grupo que saiu do controle numa suposta “manifestação pacífica”.

Na tarde de terça-feira, 13 de dezembro, um bando fascista cercou e invadiu o prédio da FIESP, na Avenida Paulista. Os militantes agrediram seguranças, sitiaram trabalhadores, quebraram vidraças, arremessaram coquetéis-molotov, dispararam rojões e, por muito pouco, não causaram uma tragédia maior, como um incêndio, por exemplo.

O responsável pelo atentado tem nome: Guilherme Boulos, líder do MTST e colunista da Folha de São Paulo. Há poucos dias, Boulos ainda foi agraciado com a Medalha do Mérito Legislativo na Câmara dos Deputados, um dia depois de seu grupo depredar Brasília.

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Lula e Guilherme Boulos.

Ao G1 , o líder fascista afirmou:

“Não estava programado mas foi um gesto de indignação das pessoas. Fiesp representa o que não presta no Brasil. O dano na fachada da Fiesp é muito pouco perto do dano que a Fiesp está causando há muito tempo ao povo do Brasil”.

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É uma declaração gravíssima. Assumindo ser a liderança por trás dos ataques, Boulos tenta justificar a violência e, ainda mais grave, incita seus milicianos a promoverem outros atentados semelhantes.

Para Guilherme Boulos, “a Fiesp representa o que não presta no Brasil”.

A FIESP representa a indústria paulista, simplesmente a locomotiva do Brasil, o que faz de São Paulo ser o estado mais rico e desenvolvido do país, um campo industrial que oferece tecnologia, empregos e qualidade de vida a milhões de migrantes de todas as regiões do país e de todos os continentes do mundo.

A Fiesp também aglutina dois dos maiores e mais bem-sucedidos programas educacionais e culturais do Brasil e do mundo: o SENAI e o SESI. O Senai é referência mundial em educação tecnológica; os alunos do Senai são campeões mundiais na maior competição de estudantes técnicos do mundo, a Worldskills, ficando à frente de estudantes alemães, coreanos, suíços, japoneses e americanos.

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Não bastasse a excelência no ensino da alta tecnologia, o Senai mantém doze bandas marciais de alta performance por todo o Estado de SP e uma Orquestra de alunos e ex-alunos, que completou 10 anos de existência este ano e figura entre as maiores orquestras jovens do país. Desde a primeira banda marcial criada pelo Senai, em 1948, são 68 anos ininterruptos de música nas escolas Senai, algo inédito no Brasil, coisa que nem mesmo o ensino estatal conseguiu fazer.

Destruição no Centro Cultural da FIESP

Destruição no Centro Cultural da FIESP (Foto: Roney Domingos/G1)

Roberto Mange, o educador responsável pela estruturação do sistema pedagógico do Senai, dizia: “Antes do torneiro, o Homem”. Com isso ele queria dizer que, simultaneamente ao ensino técnico-profissionalizante, deve haver uma inserção cultural completa do aluno. É o que o Senai vem fazendo nesses quase 75 anos.

O SESI, por sua vez, lida com educação e assistência social da infância até a formação profissional. Com 167 escolas espalhadas por 112 municípios do Estado, acessíveis aos filhos dos trabalhadores da indústria. Atende mais de 92.400 alunos, que contam ainda com ensino de artes, esporte de alto nível, com piscinas olímpicas, piscinas para saltos, pistas de atletismo e equipamentos de ponta.

Outra linha importante de atuação do Sesi é a cultura. Além dos teatros que integram o Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso (exatamente o que foi destruído no atentado de ontem) e o Centro Cultural Vila Leopoldina, na Capital paulista, há outros 21 Teatros do Sesi no estado de São Paulo, reconhecidos por sua infraestrutura de equipamentos e acomodações e a pulsante programação de espetáculos e shows.

Para o líder fascista e articulista da Folha, Guilherme Boulos, tudo isso “representa o que não presta no Brasil” e a destruição de ontem “foi pouco”.

Bom mesmo para ele deve ser Cuba, Venezuela, Bolívia, Coréia do Norte e demais ditaduras miseráveis apoiadas oficialmente pela esquerda brasileira, incluindo aí a “moderada”.

A violência revolucionária não é um ponto fora da curva, mas a própria estratégia de atuação dos movimentos de esquerda, organizados, apoiados e financiados por partidos políticos e sindicatos e acobertados pela grande mídia.

Se não houver uma reação enérgica da sociedade e do poder público contra o terrorismo comuno-fascista, a violência dos grupos de esquerda será cada vez mais extremada. É preciso que haja uma devassa nas contas desses grupos, é preciso saber quem os financia, é preciso saber qual foi o montante de dinheiro público usado pelo PT para financiar as ditaduras aliadas, para onde foi o dinheiro do povo brasileiro usado para supostamente construir o porto de Mariel em Cuba, sem contar no programa de tráfico de escravos cubanos chamado “Mais Médicos”? Quem banca a UNE, a UJS e demais grupos que aliciam menores nas escolas como massa de manobra comuno-fascista? Quanto dinheiro foi para as FARC, Hamas e Hezbollah? Por que grupos terroristas como MST e MTST não têm registro jurídico?

Se houver um restolho de bom senso, o Ministério Público, a Polícia Federal, as polícias estaduais, as Forças Armadas e o poder judiciário devem unir forças para passar a limpo a atuação da esquerda comuno-fascista de maneira implacável e com máxima seriedade e austeridade. Caso contrário, estaremos cada vez mais próximos de um estado de anomia e caos social no qual muito mais sangue inocente será derramado.

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  • TheDigosin .

    A palavra fascista esta sendo utilizada de forma perfeita nesse texto. A esquerda organiza grupos uniformes que gritam palavras de ordem, que difamam e destroem reputações de adversários políticos, que promovem vandalismo e agridem pessoas, eles são os verdadeiros FASCISTAS. Churchill acertou em cheio quando disse que “os fascistas do futuro chamaram a si mesmos de anti fascistas”. Excelente artigo.

  • Bruno Sanzio

    Preciso me acostumar com a palavra “fascista” sendo pronunciada corretamente.

    Bom texto Morgenstern

  • Marcelo Valverde

    Sobre acreditar na política salvacionista:
    “O risco da política como
    salvação total é que ela vai degenerar em violência sagrada. Melhor
    lidar com um sistema que depende da opinião de idiotas do que lidar com
    um regime em que idiotas não aceitam a opinião dos outros porque supõem
    que carregam um mundo melhor na barriga” (Pondé)
    Exatamente o que estamos vendo, não?

  • Le Zuero

    O cara publica na Folha, a “coxinha” Folha. A esquerda é mau agradecida mesmo.

  • jorge santos

    Enquanto esse verme e seu patrão não forem presos, a violência somente aumentará. Vivemos tempos difíceis, porém mais difícil é perceber que atos como esse não são tratados como deveriam: com cacete no lombo desses calhordas, prisões e processos por crime de terrorismo.

  • Lauramélia França

    Recentemente, andando pelas ruas do centro de São Paulo, ouvi uma breve conversa de dois militantes petistas que, aparentemente, saíam de uma reunião do partido ou algo do gênero e que discutiam seriamente o nome “Boulos”… Diziam: “o Boulos não está nem aí para o PT. Ele só gosta do Lula. Mas agora o Boulos é o nome da vez”. Parecia que tinham ouvido algo naquela reunião… Essa conversa, ouvida de “raspão”, me intrigou… Na semana seguinte, o Boulos foi “agraciado” com prêmio dado pelo PSOL, com foto ao lado de Rodrigo Maia e tudo o mais… Agora isso… Eu sinceramente acho que vem algo aí com esse “cidadão”. Ele está sendo preparado para algo…

    • Ilbirs

      O Boulos é o novo Lula, não sendo por acaso que ele faz um cosplay de Lula da Vila Euclides.

  • Igor Teixeira

    Pra mim está bem óbvio o verdadeiro objetivo da militância de extrema-esquerda, radicalizar ao ponto de criar uma ebulição social. Ora, se eles realmente possuem a hegemonia cultural, podendo contar com o aparato das instituições e da mídia, ao travar uma guerra assimétrica eles só têm a ganhar.

  • E quando acho que a extrema-esquerda já chegou ao fundo do poço, encontram um alçapão e descem ainda mais. Só jogar “fiesp legítima defesa” no Google.

    Já passou da hora de a gente fazer shaming brabo contra essa gente asquerosa.

    Ah, sim: reparem que as ~armas~ usadas pelos terroristas são as mesmas coisas que mataram Santiago Andrade em 2014, como bem disse o Implicante.

    • Ilbirs

      Não vamos esquecer que rojões disparados do jeito que o estão sendo inclusive estão previstos no Manual do Guerrilheiro Urbano como armas válidas, dentro daquelas que podem ser feitas rapidamente.

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