2016 é o ano que não quer acabar. Alexandre Borges ajuda na retrospectiva em nosso podcast, de impeachment e Trump a terrorismo e mídia.

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Guten Morgen, Brasilien! 2016 é o ano que não acaba, e fazer uma Retrospectiva deste ano é algo que gastaria mais ou menos ainda outro meio ano. Por isso, contamos com a ajuda de nosso colunista e já habitué do Guten Morgen: Alexandre Borges!

E tem muito o que comentar em 2016. Você se lembra de como era o ano em 1.º de janeiro de 2016? A presidente era Dilma Rousseff, e o impeachment, uma hipótese com a qual o PT tinha de cogitar lidar. E Donald Trump? Era um magnata engraçadinho que parecia querer brincar de concorrer à presidência americana apenas pela zoeira, já que ninguém poderia levá-lo a sério. E, afinal, como diziam todos os especialistas pelo mundo, o GOP, o Partido Republicano, estava falido e sem a menor chance contra uma perfeição eleitoral como Hillary Clinton! Aliás, você se lembra de outra colunista nossa, a dra. Janaína Paschoal? Quem a conhecia em 1.º de janeiro de 2016?

Foi um ano interminável de manifestações nas ruas pelo impeachment de Dilma Rousseff. Por mais de meio ano, a narrativa era de que o processo contra a presidente era um golpe aplicado pessoalmente por Eduardo Cunha, até mesmo usando-se o nome da Operação Lava-Jato para dizer que Cunha mandaria na PF e queria o impeachment justamente para miná-la e se livrar da cadeia.

Lembrar da narrativa que tentaram implantar em nossa cabeça, e hoje escondem inconseqüentemente como se nunca tivesse sido aventada (e timoneada), ultrapassa as raias do ridículo.

No mundo, também foi o ano da imigração islâmica na Europa. 2016 já começou com uma festinha de Réveillon em Colônia, na Alemanha, recheada de assédios sexuais. Também teve atentado a uma boate gay em Orlando, em um recado que não poderia ser mais claro… e que até agora não foi compreendido pelo Ocidente. Aqui, a Juventude Socialista preferiu culpar… a Igreja Católica pela “homofobia”.

Também foi um ano de Olimpíadas no Rio, que todos esperavam, sem grandes surpresas, que seria um desastre – e surpreendendo a todos (dessa vez, inclusive a nós), não foi. Mas os governantes do Rio… Bom, seja a linha sucessória de Eduardo Paes, ou os governadores Sérgio Cabral e Anthony Garotinho, a Cidade Maravilhosa viveu turbulências.

E que tal São Paulo, com a surpresíssima João Doria? Também apresentador d’O Aprendiz, como Donald Trump, o azarão supremo conseguiu a façanha de vencer a primeira eleição na maior cidade do hemisfério em primeiro turno. Mesmo tendo de enfrentar seu maior rival: não Fernando Haddad, mas sim o Datafolha.

E teve acordo de paz rejeitado com as FARC, que ainda deram um “Nobel da Paz” para Juan Manuel Santos mesmo SEM acordo, teve censura da imprensa (e as explicações baseadas em “fake news”), teve o Brexit na Grã-Bretanha, teve Theresa May, teve uma convolução horrenda na Síria, teve morte de Fidel Castro, teve atentado em Nice, teve um sem número de prisões na Lava Jato (alguém conseguiu contar?), teve o acidente horrendo com o avião da Chapecoense…

Aliás, 2016 foi o ano do Guten Morgen, o podcast que está conquistando o Brasil!

Enfim, o último episódio do podcast do Senso Incomum de 2016 teve muito o que comentar! Aproveitem, na companhia de Alexandre Borges!

A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, no estúdio Panela Produtora. Aproveitem para comprar os CDs do estúdio, no site da Panela – graças a vocês, o CD “É Natal” termina o ano esgotado!

Guten Morgen, Brasilien!

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