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Recorrendo à literatura, de Albert Camus a Michel Houellebecq, nosso podcast analisa o fato que mais é negado hoje: a islamização ocidental.

Guten Morgen, Brasilien! Nesse episódio de nosso podcast, comentamos o fenômeno óbvio, perceptível, tangível e olfatável a qualquer um que freqüente o Ocidente, sobretudo seus pontos mais estratégicos, mas que não pode ser analisado pois a linguagem politicamente correta não permite nem mesmo que o nomeemos: a nada lenta islamização do Ocidente.

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Não são poucos os registros históricos que mostram uma civilização ocidental defendida e freqüentada por pessoas com uma mentalidade completamente diferente há menos de 10 anos. De fato, aquilo que chamamos de “crise imigratória”, e que os muçulmanos chamam de hégira, transformou fortemente a demografia sobretudo na União Européia nos últimos anos.

Não se trata de racismo, xenofobia, islamofobia ou nenhum dos jargões reducionistas, com pretensões de serem racionais contra o preconceito, usados pela intelligentsia: trata-se de compreender (e mesmo admitir) um fenômeno de mudança de paradigma e possível suicídio civilizacional. Países como França, Alemanha, Inglaterra e Itália já não são mais reconhecíveis pelo que tinham de identidade cultural: hoje, é mais fácil ofender um muçulmano usando roupas curtas, bebendo cerveja em público, comendo bacon ou admirando igrejas como Santa Maria Maggiore e Notre Dame do que desfrutando dos países como outrora os experimentávamos.

Recorrendo à literatura de ficção, onde se pode falar mais livremente do que no jornalismo ou nas conversas de bar, comentamos alguns livros que conseguiram transmitir o fenômeno da islamização do Ocidente sem medo da censura de palavras prontas. Desde O Estrangeiro, de Albert Camus até Submissão, de Michel Houellebecq, o choque civilizacional entre a França das luzes iluministas e jacobinas e os muçulmanos é uma realidade que não pode ser negada, embora proibir o pensamento sobre a islamização seja o que mais se sente no atual momento do mundo.

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Analisando sobretudo as obras deste Michel Houellebecq, o mais polêmico e mais lido escritor francês, passeamos acompanhado de sua ótica para analisar como o mundo ocidental e sua França mudaram nas duas décadas de sua carreira ativa como escritor. Aproveitamos sua visão crítica e despedaçada para não apenas acompanhar o choque cultural sem papas na língua, mas também tentar alguns vislumbres das razões filosóficas, teológicas, metafísicas e teológicas de sua chocante desilusão com o suicídio ocidental diante da força da islamização, como por exemplo o pensamento do filósofo perenialista René Guénon, usado com destaque apropriadíssimo em seu último romance.

Michel Houellebecq já foi um profeta sobre questões envolvendo islamismo, sendo alvo de polêmica até mesmo em mais de um atentado terrorista muçulmano. Será que devemos acompanhar seu schopenhauriano pessimismo diante da islamização do que outrora foi o Ocidente?

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A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela ProdutoraGuten Morgen, Brasilien!

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