Denúncias de estupro e assédio sem punição causam indignação, mas a única forma de diminuir tais crimes horrendos é com penas mais rigorosas.

Casos recentes tomaram a mídia envolvendo crimes contra mulheres, como denúncias de estupro e assédio que, ao invés de ganharem as páginas policiais, mereceram destaque mais na coluna de fofocas de celebridades. Tal se deu por um continuum de notícias envolvendo sexo e opressões de natureza sexual propagandeando a ideologia feminista nos últimos dias.

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Apesar de todo o alarido que é feito sobre estupros e crimes sexuais e contra a mulher, exatamente a única coisa que é capaz de diminuir tais crimes é limada do debate público: a necessidade de leis penais mais rigorosas contra estupradores e assediadores.

Conforme já explicamos, há um molde pré-formato para se fazer análises sociais que envolvam crimes e injustiças na intelligentsia atual: todo crime deve ser desculpado e amenizado, dissolvido em uma culpa coletiva da “sociedade”, triangulado para um ente abstrato e amorfo que retire qualquer responsabilidade de escolha de ação do indivíduo. No dizer de Thedore Dalrymple, é “Hamlet sem o príncipe”.

A única exceção são os crimes sexuais, como o assédio e o estupro. Para estes, toda punição é exigida não apenas para o criminoso, mas até para quem se pareça com o criminoso. Pareça-se com o molestador. Tenha parentesco com o abusador. Seja advogado do violador. Ou tenha algum dia cumprimentado o abusador. Não há masmorra com punição o suficiente para estes seres.

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Marcha das Vadias: "Somos santas putas"Com a mentalidade também dissolvida em ideologias e afastada do bruto contato com a realidade, o palpitariado crê que os dois tipos de crime não possuem correlação nenhuma. Os crimes de sangue, incluindo seqüestro e assassinato, seriam meramente econômicos, derivados de uma “desigualdade” vista como injusta por si, enquanto o estupro e suas variantes seria um crime de escolha, maldosamente até incentivado por esta mesma sociedade – e aí, não há discurso sobre desigualdade sexual que cole: o crime é maldade pura e o criminoso é puramente maldoso.

Na vida real, longe das ideologias e explicações da modinha que todos repetem como se fossem o último achado da inteligência e razão analítica, nada é mais óbvio que um ambiente de amoralidade e incentivo ao instinto puro sem freios vai gerar tanto o roubo quanto o rapto com fins sexuais. Que não há sociedade com muitos assaltos e poucos estupros. O parentesco entre o furto e o constrangimento sexual, entre o assassinato e o os raptos seguidos de espancamento, é cristalino como água de uma fonte de fadas para qualquer ser humano que não precise do aplauso dos coleguinhas da faculdade ou do Twitter.

O que coíbe um assaltante e um estuprador é rigorosamente a mesma coisa: a repressão ao seu ato. Uma educação que ensina justamente pulsões do corpo (e critica qualquer auto-controle como “obscurantismo” e “preconceito”) será a última capaz de ensinar alguma moral que atinja logo estupradores – disparadamente os que mais gostam das aulas de educação sexual que tratam qualquer moralidade no sexo como resquício da Inquisição. Muito menos adiantará destruir o poder de educação da família e transferi-lo a um Estado defensor de atalhos para a satisfação das vontades. E estupradores, qualquer feminista há de concordar, os há em qualquer classe social ou nível de instrução.

Não ensine suas filhas a se vestir, ensine seus filhos a não estuprarNão adianta usar bordões da modinha de quem pensa por manada e se orgulha de se tornar propaganda partidária obrigatória, como “Ensinem os homens a não estuprar” (como se homens não repudiassem o estupro tanto quanto mulheres – pergunte a qualquer presidiário), se não é possível levantar cartazes como “Ensinem os nóias a não roubar” ou “Ensine o goleiro Bruno a não matar e mandar esquartejar”. O ridículo é o mesmo.

Se o objetivo é lacrar e fazer textão no Facebook, ignorando até mesmo a polícia, parece até útil não ser a última da turminha a ter um caso de estupro/assédio a relatar, ainda que sem muita “lógica” (mais vale a narrativa do que pensar se alguém precisa tomar coquetel anti-DST após ser bolinada). Em um país com 56 mil homicídios anuais, é mais do que factível imaginar que o número de estupros reais é desesperadoramente maior.

Mas se o objetivo é diminuir estupro, só há duas coisas a fazer: exigir uma moral sexual ordenada no civil e um rigor de polícia muito maior no penal. É tão simples quanto parece, não vai render bônus com o professor citando Walter Benjamin e também não tem um -ismo para fazer “leitura crítica” da sociedade: é simplesmente aquele funcionamento da sociedade tão eterno e tão avesso a intelectuais, que até hoje não sabem pra que serve um torneiro mecânico, mas falam em “trabalhadores”, não sabem dobrar um lençol de elástico, mas criticam o “patriarcado”. A sociedade funciona às vezes muito bem sem ideologozinhos de faculdade de Humanas.

Bem ao contrário do que pretendem as leituras críticas, naufragando na verborréia da Escola de Frankfurt e nas libertinagens auto-justificantes de Michel Foucault, quem permite que um país como o Brasil vire um mar de estupros não é a direita com seu “patriarcado machista obscurantista”: quem criou leis que amenizam a vida de criminosos, incluindo estupradores, foi justamente a esquerda. E quem cria o clima propício para a violência, inclusive de estupros, é novamente a esquerda. Se existe uma “cultura de estupro”, ela se chama vitimismo de esquerda. O mundo sem feminismo teria menos estupros.

Se a esquerda quiser continuar com seu discurso de lacradas, pode continuar chafurdando em contradições, desde que com um discurso chic retirado de leituras superficiais de intelectuais superficiais lidos em faculdades superficiais. Mas se quiser mesmo diminuir estupros, tem de fazer exatamente o oposto do que faz: pedir leis rigorosas, defender uma moral sexual mais regrada, repudiar a sexualização infinita da sociedade, criar uma cultura de mais auto-controle e virtude e menos defesa de bandido e do puro instinto, com o acidental mimimi quando alguém sugere segurar as vontades.

Não há projetos de esquerda para punir estupradores com mais rigor, embora toda feminista culpe “o machismo da sociedade” (logo transmutado para “os homens”) para afirmar que estupradores e assediadores não são punidos como deveriam. Fora do discurso lacrante, deveriam lembrar que o único político a propôr castração química para estupradores foi o seu anátema Jair Bolsonaro, que foi condenado por “incitação ao estupro” por dizer que não estupraria uma… defensora de estuprador.

Será mesmo que o vocabulário chic das ideologias traz mesmo maior capacidade de análise e percepção da realidade e da verdade, ou é apenas arma de doutrinação que transforma mulheres em engrenagens de ideologias contraditórias que não percebem que, o tempo todo, defendem com unhas e dentes aquilo que mais se volta contra sua fragilidade em cada esquina que dobram em noites escuras?

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  • Ilbirs

    Em complemento a esta postagem, temos de lembrar que a estranha semana iniciada por um textão e que teve quatro sarradas em transporte público sendo noticiadas com um estardalhaço que não costumavam ter outras sarradas em outras semanas e mesmo sob influência de histeria feminista também pode ser considerada pelas líderes feministas, que estão dentro daquela parte da esquerda que não acredita nem um pouco naquilo que diz mas passa adiante para insuflar inocentes úteis, como algo que ajuda no avanço da agenda esquerdista (aqui indo para o famoso lance de que alguém por elas chamado de “misógino” também seria machista-racista-homofóbico) se considerarmos a soltura do réu de cinco processos e com BO de outros 16. Foi daquelas coisas que elas considerarão boa para que o movimento continue se promovendo e também prosseguindo aquela típica redução esquerdista das pessoas a seus corpos e como se estes fossem algo separado da pessoa em vez de a pessoa em si, como podem ver nesta postagem que lhes passo abaixo e com direito a ativismo de hashtag:

    https://uploads.disquscdn.com/images/09bd08770c11f32ea24d52024c698dcc570f52cbca7c01cdd8bbc81605bd8287.png

    Tudo bem que temos a normal incoerência de uma esquerda que escreve “perca de direitos” ou “cadeira alimentar” quando diz que direitos iguais não são direitos humanos e que despreza as seguintes partes da própria Declaração Universal dos Direitos Humanos:

    Artigo 2°
    Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente
    Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território
    independente, sob tutela, autônomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

    Artigo 7°
    Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm
    direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra
    qualquer incitamento a tal discriminação.

    Portanto, direitos humanos até onde sabemos também são direitos iguais salvo se alguém identificar alguma malícia socialista que dê margem a gramscismos de ocasião. Claro que se formos analisar uma postagem de uma organização intitulada Filhas de Frida elas querem dizer que mulheres são mais humanas que homens e, portanto, direitos humanos só valeriam para elas e não para quem é do sexo masculino (ou mesmo feminino, mas que não defenda o feminismo). Ainda dentro do ativismo de hashtag que diz ser o corpo algo que não é público (novamente uma daquelas incoerências esquerdistas, pois o corpo de qualquer pessoa é privado justamente por ser aquela pessoa e indissociável daquela pessoa), eis que também temos este videozinho de gente oferecendo alternativa ineficaz para tais casos e com quase um milhão e meio de visualizações no Facebook (e pouco mais de 3 mil no YouTube):

    https://www.facebook.com/livialagatto/videos/1348134621902776/

    Observe que aqui é a concretização daquele slogan de Marcha das Vadias, pois se está pretendendo ensinar homens a não estuprar em vez de dizer para que uma mulher se previna de estupro. No caso do cara que ejaculou em uma passageira na terça, foi liberado na quarta e preso novamente no sábado, não creio que vá adiantar qualquer coisa. O que acho que vai acontecer? Que vai ter cara que nem de longe seria sarrador sendo obrigado a fazer tal cursinho porque simplesmente esbarrou em uma feminista e esta considerou ter sido assediada, uma vez que a lei com a redação atual ficou altamente subjetiva. Mas tudo bem, pois a perseguição ao cidadão comum é o que importa ao esquerdista.

  • Ilbirs

    Sobre o ejaculador do ônibus que foi solto na quarta-feira e preso novamente no sábado, temos estes dois vídeos:

    Em ambos os casos, temos a exposição de uma série de alternativas àquilo que o juiz fez, como a internação ou o enquadramento no artigo 215 do Código Penal (vídeo do Allan dos Santos no “Terça Livre” ou considerar que a demora no atendimento à vítima é algo análogo a tortura (conforme diz Madeleine Lacsko sobre a demora de 14 anos em um julgamento de estupro no Sri Lanka que rendeu condenação àquele país pelo Tribunal Penal Internacional). No caso do vídeo de Allan dos Santos, ele também mostra bem claramente, não que não soubéssemos, que há esquerdista lucrando com o meliante solto, caso de Luiza Nagib Eluf, figura que um grande número de pessoas conhece e que hoje também é colunista do Diário do C. do Mundo. Observe que Allan expôs o fato de que sim, ela fala verdades sobre o assunto, mas elas servem como estruturante para que se queira introjetar na mente do leitor a tese esquerdista, sendo que no texto a tese esquerdista é o que importa e as verdades ditas são só mesmo algo que poderia ser trocado conforme a conveniência da ocasião.
    Claro que o problema é que descobrimos no presente momento que a mudança que extinguiu o art. 214 e tornou a legislação a respeito de crimes sexuais altamente vaga foi feita em governo de esquerda e que agora essa mesma esquerda passa a acusar os crimes que ela própria promove ou encoraja, sendo que as consequências vêm em tempo muito depois da ação individual e a maioria das pessoas não se dá conta de que há uma continuidade temporal e de ação que se estendeu temporalmente.

  • nando_bv

    Se um Homem que virou mulher bater numa Mulher que virou Homem, quem irá ser preso pela Maria da penha?
    heheheh

    • Pobretano

      Depende. Primeiro, teria que verificar se eles são amantes 🙂 A Lei 11.340 exige relação doméstica/familiar/afetiva. Completos estranhos não podem se enquadrar nessa lei.

  • Ilbirs

    Sobre desculpa e amenização de estupro por parte dos esquerdistas, elas existem: é quando vemos aquelas pessoas (principalmente inocentes úteis, que estão mais entranhados na coisa, mas também pessoas com cara de burro triste que se declaram nem de esquerda nem de direita mas falam toda a agenda esquerdista) dizendo em uníssono que isso seria culpa do “machismo”, da “cultura do estupro” e da “culpabilização da vítima”. Observe-se que aqui temos termos abstratos e vagos de significado aos quais o esquerdista atribui o que quiser.
    Acho que aqui dá para considerar como dentro da dialética típica deles, pois de um lado têm um alvo mais preciso, mas igualmente partem para a abstração para querer dizer que a culpa não é só daquele celerado e que supostamente haveria na tal sociedade um ambiente encorajador daquele delito.

    É aqui que entram as tais abstrações, em que se pode usar aqui os exemplos anteriormente citados e que começam a ganhar o significado conforme o contexto. Vou aqui pegar os três exemplos e dar situações práticas:

    1) “Machismo”: suponhamos que em um textão de Facebook qualquer um homem olha as inconsistências e as apontas. Os cachorros adestrados esquerdistas, também conhecidos como inocentes úteis, irão ter aquela reação de selvageria e passar a chamar o cara de machista e dizer que ele está reproduzindo machismo. Se for uma mulher a apontar as inconsistências, passarão a dizer que essa tem “machismo internalizado”. Se for um caso que gerou BO, aí passarão a dizer que é machismo não confiar somente na palavra da mulher, que é machista a delegacia fazer perguntas para se certificar da consistência do relato, que igualmente machista seria submeter a vítima a corpo de delito e por aí vai;

    2) “Cultura do estupro”: aqui cai naquela história de criar o problema para denunciá-lo depois. Se há leniência com a criminalidade e esta aumentou quando saímos de um campo mais para o positivista (aqui considerando governos até o de Itamar) para o socialista (Fernando Henrique em diante), irão dizer que só há esse tanto de estupro porque a sociedade referendaria isso e que é por isso que as mulheres precisariam do feminismo (aqui oferecendo mais um braço do marxismo cultural como algo supostamente essencial) e se elas não aceitarem essa ferramenta de avanço de agenda passam a ser merecedoras de um estupro que venham a sofrer, desejosas de biscoito de macho e que se não fosse o feminismo sequer elas respirariam (aqui usando a manobra de pintar o passado com as piores cores possíveis).
    Como uma sociedade como a brasileira (que ainda tem uma boa dose do tripé ocidental em sua cultura e os comuns do povo o exercem diariamente) não vai fornecer material suficiente para que o esquerdista possa acusá-la da tal abstração, uma das manobras é a de elasticizar o significado de algo até que possa haver margem para se criminalizar um opositor da esquerda por qualquer coisa. Vimos isso quando da reformulação do crime de estupro, em que se partiu de um desejo patente na sociedade de que houvesse mudança nisso mas o resultado final tornou-se algo utilizável pela esquerda tanto por fazer qualquer coisinha se tornar estupro e por conseguinte estupro se tornar qualquer coisinha.

    Criminosos vão continuar tomando Activia e Johnnie Walker em relação às leis, como continuam tomando, mas aqui acabam sendo beneficiados pela diluição do significado de “estupro”, aqui com direito a textões duvidosos no Facebook e outras tantas coisas que já estamos vendo. Aqui também irão querer dizer que a sociedade, por exemplo, referendaria um sarrador de ônibus ejacular na cara de uma passageira mas recriminaria mães amamentando e por aí vai. A mecânica aqui é pegar um caso isolado de algo abominável (o tal ejaculador do coletivo) e compará-lo a um caso isolado de alguém que recrimina algo normal e corriqueiro (aqui algum idiota qualquer que acha ruim que uma mãe dê de mamar para seu bebê) e espalha isso para essa tal abstração de que eles dizem ser culpada de todos os males, mesmo que da sociedade os esquerdistas também façam parte (por mais antissociais que sejam).
    Como o aumento da subjetividade na elaboração de uma lei aumenta também o número de pessoas que irão denunciar algo que seria enquadrável nessa lei e que não o era quando a versão anterior era mais objetiva e precisa, o esquerdista finalmente consegue uma amostra suficiente para dizer que haveria aqui uma “cultura do estupro”. Aqui também entram todos aqueles atenuantes legais que por vezes obrigam o juiz a liberar um criminoso mesmo que este e aqui também fazem o esquerdista querer faturar em cima, vide este evento em relação ao sarrador do ônibus. Aqui também irão querer se vingar do juiz por este ter mandado prender os palestinos que jogaram aquela bomba contra o pessoal do Direita São Paulo, dentro do famoso “longo braço da revolução”. Aqui também entra o conceito da alínea 1, como poderão ver por este exemplo que lhes deixo, além de deixarem um espaço para artistas esquerdistas de promoverem em cima da desgraça alheia;

    3) “Culpabilização da vítima”: é nesta parte que se correlaciona com eventos citados nas alíneas anteriores que a esquerda também irá martelar em cima. Como sabemos, o ônus da prova é de quem acusa e, no caso do estupro, são as provas concretas que interessam justamente por permitir precisar as coisas. Porém, é aqui que os devotos da foice e do martelo irão também querer atuar em cima e dizer que só bastaria a palavra da vítima como prova, aqui com direito a juristocracia já tendo feito esse absurdo, danando-se para o esquerdista se inocentes, a maioria homens, forem presos com base em denúncias falsas de estupro. Aqui inclusive tivemos a falácia de que estupro seria o único crime que a vítima precisa comprovar.
    Como sabemos, quanto mais provas um crime tem, mais fácil se torna identificar o estuprador. Se a vítima lutou contra o estuprador, haverá resquícios de pele dele embaixo das unhas dela. Se o cara ejaculou, há sêmen como prova. Também temos lacerações, hematomas e outras coisas. Em ambos os casos, tira-se o DNA e se consegue delimitar com precisão quem é o estuprador, ainda que isso jogue por terra os argumentos de que homens deveriam ser ensinados a não estuprar, em vez de o estupro ser algo praticado por psicopatas que têm prazer sexual com a sensação de poder.

    Claro que aqui há o problema de a coleta dessas provas ser intrinsecamente constrangedora, até porque estamos falando de um legista ir lá raspar a vagina ou a parte inferior das unhas e fotografar as lesões. Aqui também envolve aquele lance de que, por mais que sinta nojo do ocorrido, a vítima não deva tomar banho para que as provas sejam mantidas no lugar do crime, que no caso é o corpo da vítima. Aqui irá o esquerdista dizer que se está praticando uma segunda violência contra a vítima e que seria prova de que se duvida da palavra da vítima, essa que o venerador de Marx e Gramsci quer que seja a única prova.
    Como em toda investigação de crime, será feita a vitimologia, que é o quanto que o comportamento de quem sofreu a violência favoreceu ou não o ocorrido. E aqui até mesmo um leigo em comportamento esquerdista sacará que eles irão querer dizer que a vítima teria colaborado e por aí vai. Some-se a isso as correlações com as alíneas anteriores e dará para entender o motivo de estupro ser algo que os esquerdistas tanto prezam para avanço de agenda.

  • Gabriel Santos

    O engaçado é que eu não me lembro da tal aula onde um Professor Machista Patriarcal veio me ensinar a estuprar. Eu devo ter faltado ao clube dos machos opressores nesse dia.

    Deve ser porque eu nunca fui da religião boazinha da paz.

    Precisa mesmo mexer no código penal no que tange a estupros?

    O que tinha que fazer é parar de defender bandido e desarmamento e deixar a polícia e a população trucidar bandidos. Acabava a farra rapidinho.

    Até porque pra esquerdista os estupradores são nós; é o Jair Bolsonaro, os estupradores de verdade eles defendem; exatamente como a mariazinha fez: Estuprador não é quem estupra, é quem é contra o feminismo.

    Acusações infundadas de estupro são o carro chefe da esquerda para acabar com a presunção de inocência e dar o poder à esquerda de colocar os dissidentes na cadeia automaticamente.

    Leiam esta entrada do Martin Van Creveld no blog dele, fantástica:

    http://www.martin-van-creveld.com/you-have-been-warned/

    • Ilbirs

      Li o artigo em questão e acho-o uma peça importante para mostrar o quanto que os esquerdistas querem se interpor nas relações interpessoais normais, aqui seguindo o que Yuri Bezmenov falava em suas palestras de tornar essas relações o mais tumultuosas possível para que daí o Estado se agigantasse também nisso. Passo abaixo a tradução do artigo para quem não conseguir ler em inglês tão bem assim:

      Em Israel, e de maneira alguma só em Israel — veja a recente tempestade de merda envolvendo Robert Kelly — a caça ao homem está ativa. Não há um dia em que não haja notícias sobre homens que assediaram sexualmente, abusaram e, sim, estupraram. Em todos os casos as mulheres são apresentadas como vítimas abobadas. Em todos os casos, quando pedida uma explicação de por que nada fizeram — tal qual dar um tapa no alegado agressor ou ao menos sumir de sua vista — elas alegaram que ele “as havia escravizado”, “tirado-lhes a alma”, “praticado lavagem cerebral nelas”, “transformado-as em robôs” etc.

      O mais estranho de tudo é que a mídia não tenta mostrar essas criaturas como as infelizes que são. Em vez disso, ela segue enaltecendo a “coragem” com a qual, sempre com a retaguarda de um exército de psicólogas, assistentes sociais e advogadas, elas se voltam contra seus alegados algozes e os denunciam. Em seguida, o homem em questão é destruído quando se descobre sua culpa e também quando ele é inocente.

      Como ex-professor universitário que testemunhou vários de seus colegas sendo acusados, levados a tribunais ilegais e punidos por um alegado “assédio sexual”, tenho alguma experiência no assunto. Aqui vai uma lista, assumidamente incompleta, de recomendações para outros homens seguirem.

      Nunca, jamais, compre bebida para uma mulher. A razão é que, se você o fizer, ela pode posteriormente reclamar que você pôs algo nela. Deixe-as comprarem suas bebidas (e as suas também, no tempo em que ela está nesse ato). Se vocês estão juntos e ela quiser ir ao banheiro, faça-a levar a birita junto.

      Nunca, jamais, dê carona a uma mulher. Muitos de meus conhecidos fizeram isso apenas para que depois a mulher em questão tentasse chantageá-los depois.

      Esteja seguro de que nunca, jamais, esteja com uma mulher em um elevador, sequer um de vidro, como muitos hoje em dia são.

      Lembra do velho e bom São Tomás de Aquino? Ele disse que um homem pode fazer tudo o que uma mulher faz, mas o oposto não é verdadeiro. De fato são raras as mulheres cujas habilidades são tantas que não possa ser substituída por um homem. Se, apesar disso, você não tiver outra escolha que não contratar uma mulher (se apenas pela lei ou em nome de “igualdade de oportunidades” e “diversidade” você for obrigado a fazer isso), nunca, jamais, fale com ela pessoalmente ou se permita estar sozinho no mesmo recinto que ela. A melhor coisa a fazer é tê-la(s) em ambiente(s) separado(s) contendo a placa “fora dos limites da ala masculina da firma”. Comunicação com funcionárias deve ser apenas por computador, que irá gravar cada palavra.

      Jamais elogie uma empregada nem lhe dê uma bronca. Se fizer um dos dois, há grande chance de ela se virar contra você seja por alegar que tentou fazê-la aceitar suas investidas ou vingar-se dela caso não as tenha aceitado. Proíba seus empregados de falar com suas empregadas. Em vez disso, faça toda a comunicação passar por uma empregada idosa na qual possa confiar. Aliás, era assim que muitas firmas faziam antes de os anos 1950 chegarem.

      Se você é médico, psiquiatra, psicólogo ou outro tipo de psicoterapeuta, evite tratar de mulheres o máximo que puder. Novamente, se em nome da “igualdade” você for forçado a fazê-lo, que esteja ciente de tomar medidas defensivas adequadas, tais quais ter a presença de outra mulher que creia ser confiável, gravar tudo em vídeo etc. O mesmo vale se você for professor, instrutor, técnico, fisioterapeuta ou integrante de uma profissão que seja tão perigosa quanto.

      Se precisar de sexo, que seja com uma prostituta. A última coisa que elas querem é encrenca e, como resultado, elas tendem a ser mais honestas e menos propensas a se voltar contra você do que as “civis”. Melhor ainda, adquira uma boneca sexual: elas estão melhorando o tempo todo. Em qualquer caso, considerando todos os procedimentos estéticos a que mulheres se submetem hoje em dia, a diferença entre elas e as bonecas sexuais vem sumindo progressivamente.

      Se apesar de tudo você tiver relações sexuais com uma mulher, primeiro faça-a assinar um formulário. Esse formulário deve especificar que ela fez o que fez de forma totalmente consciente, sem coerção e por sua própria vontade. Para se assegurar, faça-a assiná-lo em frente a um tabelião. Melhor ainda, faça-a assinar duas vias, uma antes e outra depois. Porém, não se engane: uma mulher pode sempre dizer que assinou sob coação ou assemelhado enquanto bêbada ou de alguma outra forma mentalmente incapacitada (como, parece, muitas mulheres estão o tempo todo). Assim sendo, é limitada a proteção que essa medida assegura.

      Caso essas medidas não sejam efetivas, o que é muito possível, e você seja levado aos tribunais, as seguintes medidas podem ajudar um pouco:

      Contrate a melhor advogada mas apenas e tão somente se você checou, e rechecou, se ela é confiável. Se houver tribunal de júri, faça sua advogada certificar-se de que o júri é composto por jovens rapazes e mulheres idosas.

      Faça suas familiares e conhecidas sentarem-se na plateia e mostre todas as vezes o quão sem medo você está e o quanto elas te amam.

      Se muito provavelmente você for condenado e mandado para a cadeia, esqueça seu orgulho de homem. Isso só fará você ter mais encrenca. Em vez disso, use toda oportunidade para mostrar o quão arrependido está, o quanto que se arrepende de suas ações bestiais e simpatiza-se com suas “vítimas” e assim por diante. Fazer isso é a única forma de ser liberado mais cedo ou posto em liberdade condicional. Boa sorte

      Claro que o contexto acima é americano, mas ainda assim há coisas aproveitáveis para brasileiros se adaptarmos o contexto. A de não comprar bebida segue 100% válida e sempre há a sugestão de se tomar a bebida da mesma garrafa ou lata que a mulher, de modo a que ela não possa alegar que você pôs algo nela. Sobre não dar carona, aqui no Brasil ainda há margem para que se dê carona se a mulher for conhecida, até porque aqui no Brasil temos o hábito de também dar carona para desconhecidas. Talvez a carona a ser evitada é para feministas, ainda que essas por regra recusem caronas, mesmo que você só vá saber que ela é feminista pelo ato em si e não alguma externalidade identificativa. Neste caso, quem tem de ficar alerta é taxista e motorista do Uber, sendo válido que montem câmeras em suas viaturas para que evitem posteriormente textões de Facebook oriundos de feministas. A parte do elevador por aqui também é tranquila se considerarmos que boa parte deles já está devidamente dotada de câmeras e que o convívio entre os sexos por aqui não é tão animoso quanto o é na parte anglo-saxã do planeta.
      Sobre contratar uma advogada em vez de um advogado caso seja acusado de algo, é válido por aqui e pode ser a diferença naqueles famosos casos em que quem julga é uma juíza e quem apresenta a acusação é uma promotora. Ainda assim, por via de regra pode se fazer isso independente de quem componha o tribunal. Sobre tribunal de júri, como sabemos, aqui no Brasil só é aplicável em casos de crime contra a vida e não há a necessidade de que os jurados cheguem a um consenso, mas sim que quatro dos sete votos sejam a favor de uma determinada decisão. Assim sendo, a contratação de uma advogada por aqui acaba ganhando mais força do que nos Estados Unidos.

      Sobre a questão do ambiente de trabalho, acho que a maior parte das dicas deixadas são inaplicáveis e por aqui talvez funcione mesmo a história de haver grandes bancadas de trabalho com profissionais de sexos diferentes mais ou menos intercalados e em quantidades mais ou menos iguais. Também pode funcionar a sala de diretoria estilo “aquário”, de modo a que todos vejam o que está sendo feito. Um princípio universal que funciona é o de gravar todas as conversas que sejam mais importantes, uma vez que a lei não proíbe que uma das partes o faça sem consentimento da outra. Sobre bronca em empregada, a dica aqui é dá-la usando o mesmíssimo tom de voz que seria usado em outras ocasiões, de modo a não haver margem para que ela te acuse, com o lembrete de sempre gravar as conversas mais importantes e conversas menos importantes sempre sendo feitas em presença de alguma testemunha.
      Sobre os procedimentos recomendados a médicos, profissionais de saúde mental, fisioterapeutas, instrutores e professores, creio que o que foi deixado anteriormente ajuda a evitar problemas, aqui sempre havendo a sorte de que o brasileiro de fato deixou a mídia convencional mais para trás do que os americanos deixaram, vide o sucesso que por aqui fazem canais de YouTube e podcasts.

      Em relação a prostitutas daqui, há evidentes diferenças das de lá por aqui alguém prostituir-se não ser ilegal, sendo-o o ato de explorar a prostituição alheia. Ainda assim, se o cabra for famoso, sempre há risco de alguma prostituta comum querer faturar em cima do famoso para ganhar a promoção para “modelo e atriz”. Nesse caso, além de usar preservativo com a dita cuja (aqui considerando que uma prostituta brasileira, que tende a usar preservativo sempre, possa querer prescindir do mesmo se o cliente for famoso e/ou dar o golpe da barriga), também é importante que o famoso verifique se a profissional do sexo não está com um celular por perto, que deve ser deixado fora do recinto em que o serviço for realizado. Ainda que haja a discrição no serviço, vide algumas cidades brasileiras importantes em que não é comum ver prostituta rodando bolsinha na rua, sempre há o tal risco de algum descendente seu literalmente ser um filho de rapariga. Caso o cara não seja famoso, a coisa fica mais fácil, mas é importante evitar ser cliente frequente de uma determinada garota de programa.
      Talvez outras coisas que possam se encaixar no contexto brasileiro são o de evitar relacionamentos amorosos com feministas ou mesmo mulheres esquerdistas comuns. Se já vimos mulher esquerdista namorada de político famoso acusá-lo de “machismo” (palavra de sentido elástico e variável de modo que quem a profira a faça significar o que deseja), não é um cara comum que vai ser imune a tal tipo de linchamento. Se a procura for em aplicativos, clique no X sempre que ler termos como “feminista”, “esquerdista”, “fora Temer”, “fora dos padrões de beleza”, “não me relaciono com machistas”, “não me relaciono com bolsominions” e assemelhados. Pelas fotos também será possível descobrir detalhes sobre o esquerdismo da fulana, tal qual se vir certos filtros ou a própria perto de cartazes com dizeres esquerdistas. Se possível, tente investigar de outras formas se ela tem inclinações esquerdistas ou feministas, pois por vezes a descrição do perfil é ausente ou incompleta. Não é preciso dizer para que sempre se distancie se notar que a interlocutora profere termos como “empoderamento”, “patriarcado”, “heteronormatividade”, “desconstrução”, “socialmente construído” e outros de uma forma que demonstre crer sinceramente em tais conceitos, aqui considerando que seja uma inocente útil no mais extremo dos casos ou, na versão mais branda, uma portadora de cara de burro triste que profere conceitos esquerdistas sem saber que os são. Os termos anteriormente citados demonstram que ela está na transição de uma cara de burro triste para uma de cavalo brabo que escoiceia sem saber que está sendo montado (por alguma liderança esquerdista ou feminista). Há vezes em que sequer é preciso instigar, pois a dita cuja parece ter orgulho de incorporar espírito jacobino e vai te contar que tem comportamentos esquerdistas sem que você tenha perguntado especificamente por tal. Por vezes até um “não me julgue” já demonstra que ela sabe que aquilo que faz é excrementoso, ao que sequer você precisa proferir qualquer palavra. Se alguém souber de mais adequações para o Brasil daquilo que Martin Van Creveld disse, que fique à vontade.

  • Se não me engano a ação penal contra o molestador ainda está em curso. O que ocorreu, de fato, foi a audiência de custódia, que comprovou não existirem motivos para manter esse cara preso.

  • Aderbal Matias

    Basta apresentar um projeto de lei que autoriza a castração física do estuprador. Em seguida, pergunte às feministas se elas apoiam.
    A contradição vai aparecer na hora.

  • Isildur Bagual

    Muito bom! Um artigo curto e direto!
    Nossa, a mídia nesses últimos dois meses aumentou forte sua propaganda no assunto estupro, feminismo, racismo, homofobia, etc. Será que estão se aquecendo para o Outubro Rosa ou tem alguma outra coisa por acontecer nos próximos dias/meses?

    • Ilbirs

      Nesta semana o que me chamou a atenção foi a sequência de acontecimentos:

      1) Feminista-padrão posta textão no Face na segunda-feira alegando que um motorista do Uber teria enfiado um dedo em suas entranhas, sendo que inclusive a moda dos textões estava bem letárgica desde o desmascaramento de casos como o do Quitandinha e da festa Inbox Reveião. E ela vem dizendo que não irá fazer BO porque seria uma segunda violência;

      2) Na terça temos um cara ejaculando no pescoço de uma passageira em um ônibus na avenida Paulista e preso em flagrante;

      3) Esse mesmo cara é liberado no dia seguinte, quarta-feira, mesmo tendo 16 passagens por crimes correlatos;

      4) Na mesma quarta-feira, temos mais um relato de assédio em ônibus na mesma avenida Paulista;

      5) Temos na quinta, no Rio de Janeiro, um cara ejaculando na perna de uma passageira no BRT, sendo que o mesmo também foi liberado por força da legislação.

      Na sexta-feira, eis que vemos pipocar aos montes uma série de notícias e comentários sobre esse assunto como um todo, quase que como se estivesse em preparo alguma coisa, como você mesmo está suspeitando que seja para o Outubro Rosa. Também temos de considerar se há intuito de manobra diversionista ao fazer as pessoas prestarem atenção a esses fatos para, por exemplo, não perguntarem o que Michel Temer (que faz o chamado “Foro de São Paulo sem grife”) foi fazer na China e se ele estaria querendo fazer aquele tipo de privatização que na prática nos torna dependentes de uma nação ainda mais estatista e estatólatra do que a nossa, vide a história da Eletrobrás e a possibilidade de ela vir a ser vendida de uma forma que na prática aumenta o poder do Foro de São Paulo e do esquema russo-chinês sobre os brasileiros.

      • Pobretano

        Na verdade foi apenas o noticiamento consecutivo de tais coisas. Eu mesmo já conheci vítimas de esporradas, isso não é algo novo. O problema é o alarde que se está dando.

        • Ilbirs

          Por isso que estranhei que notícias dessas só tenham surgido após o textão da feminista-padrão no Face e por que se passou a noticiar tais notícias só depois do tal textão da feminista-padrão no Face, sendo que essas coisas acontecem toda semana em vários lugares do Brasil e não tiveram dessa mesma mídia o mesmo tanto de atenção, a despeito de antes do textão essa mídia estar sob ação de lobby de outras feministas-padrão.
          Já hoje, exatamente uma semana depois daquele textão no Face, temos um outro de outra feminista que não se identifica e que me chamou a atenção em alguns detalhes, conforme analisei aqui. Chamou inclusive a atenção não ter sido um textão postado na rede do senhor Zuckerberg, mas sim no UOL, podendo aí demonstrar que as feministas já notaram que a credibilidade de algo lá postado é baixa. E, como disse o @isildurbagual:disqus, pode ser que esteja sendo preparado algo para o Outubro Rosa, aqui sempre considerando que quando um esquerdista vocifera contra a sociedade atual é porque está planejando alguma tramoia qualquer.

  • Igor Teixeira

    Parece simples. É só tratar como idiota qualquer um que se preste a combater a “sociedade” em seu discurso.

  • joselene josy

    É exemplar sua colocação no que tange às necessárias modificações do código penal no sentido de coibir o ato criminoso.Por outro lado a educação sexual não prega a libertinagem e sim difundir a sexualidade como cultura que deve e pode ser desmistificada e conhecida, pra que o indivíduo administre melhor sua vida que tem este fator presente e intimamente ligado a todos os outros contextos vividos diariamente.

    • Fabio MS

      “Por outro lado”, educação sexual para difundir “cultura da sexualidade” parece um corte e cole de um texto da ONU. Você conseguiu escrever um comentário de 9 linhas sem conteúdo nenhum, cheio de bordões. Leia o texto sobre a presidente da UNE.

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