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Enquanto o mundo pranteava o maior atentado com armas da história americana, esquerdistas se aproveitaram para pedir controle de armas.

As informações sobre o atentado terrorista em Las Vegas vêm chegando a uma velocidade estranhamente mais lenta do que em outros casos semelhantes. Aparentemente, será o atentado terrorista que menos favorecerá a visão tipicamente progressista sobre islamismo, “supremacismo branco” e, claro, armas.

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O atirador, Stephen Paddock, era branco e tinha uma namorada da Indonésia (país de maioria maciça muçulmana). Marilou Danley, em sua página de Facebook agora apagada, era formalmente casada com um sujeito chamado Geary Danely, ligado a causas políticas de esquerda, como a MoveOn.org, de George Soros.

Stephen Paddock matou 50 pessoas e feriu outras 400 com uma arma completamente automática em um clube de country, tradicional reduto conservador americano, a partir do 32.º andar de um hotel nas redondezas. Paddock se suicidou antes de as autoridades policiais chegarem onde estava.

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Nevada é um dos estados americanos com menor controle sobre armas, entretanto, vendedores, negociadores e compradores de armas automáticas no estado precisam se submeter ao National Firearms Act, tendo de se submeter ao rígido ATF Background Check e ser investigado por uma autoridade policial local, que pode levar até 4 meses para investigar o caso.

O Estado Islâmico assumiu autoria do atentado, mesmo que Stephen Paddock tenha usado sua arma para tirar a própria vida, o que é proibido pelo islamismo. Não foram oferecidas provas da ligação com o califado, e a América negou as possíveis ligações com o ISIS.

Mas esquerdistas inveterados se aproveitaram do massacre para fazer propaganda política e clamar por uma das pautas mais turronas da esquerda, sobretudo na América: o controle de armas e a destruição da Segunda Emenda da Constituição Americana, que impede o controle estatal de armas para proteção justamente da Primeira Emenda, que impede o Estado de censurar o povo, instituir “pensamentos oficiais” ou impedir a circulação e expressão de pessoas e idéias.

O comediante Patton Oswalt aproveitou o assassinato em massa para para atacar o presidente Donald Trump (o que qualquer celebridade hoje faz quando precisa ser lembrada pelos holofotes, ou quando quer falar qualquer coisa além de posar nua, em aberturas de festivais de música, casamentos, discurso de paraninfo ou enterros). Sua “piada” quis dar a entender que o discurso de Trump seria pior do que o atentado – mostrando-se um piadista que não é pior do que o terrorista por não usar armas.

Comediante Patton Oswalt prega controle de armas no Twitter.

O ex-comentarista esportivo alçado a comentarista político e obsessivamente psicótico Keith Olbermann, que escreveu o livro intitulado “Trump is f*cking crazy”, atacou a verdadeira resposta de Trump (não a esperada por Oswalt) e disse novamente que ele “não é um ser humano”, por nenhuma razão além de “sou louco por chamar Trump de louco”.

Postura não muito diferente do estrategista Democrata e comentador na MSNBC Scott Dworkin, que reclamou das orações que “não irão impedir pessoas de cometer atentados terroristas como este”, e adicionou: “Infelizmente, Trump & Republicanos não farão absolutamente nada”. Oh, Deus, como culpar mais Trump quando se matam branquelos white trash num show country?

Já o ícone do ateísmo Richard Dawkins mostrou mais uma vez que esse negócio de “ciência” é no máximo sua preocupação de superfície, uma fina casca externa: seu negócio mesmo é acabar com qualquer traço de liberdade individual para ser trocado pelo controle estatal. Aqui, compara as armas americanas a “psicopatas”. Estas armas devem ter sido contaminadas pelo gene egoísta.

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O estrategista Tariq Nasheed resolveu usar o método caetanovelosado de emitir opiniões enquanto fala de um fato, e lembrou que na cidade natal de Stephen Paddock, a cabalística Mesquite, um grupo de “supremacistas brancos” já mostrou suas armas na rua: “não é uma coincidência”. Será que se preocupou em lembrar se mais brancos ou negros foram vítimas em uma festa country, de um atirador que parece ter todos os traços de um extremista… de esquerda?

Claro que o bolo deve ser coroado cerejosamente com ninguém menos do que Hillary Clinton. A derrotadíssima Hillary, muito mais preocupada em fazer politicagem do que em se preocupar com, digamos, vítimas, disparou (epa!): “A multidão correu quando ouviu tiros. Imagine [o número de] mortes se o atirador tivesse um silenciador, que a NRA quer tornar mais fácil de se adquirir”. Uma arma automática lançando rajadas sem interrupção a um quarteirão de distância e Hillary Clinton falando em… silenciadores. Agora.

Oh, espere. Hillary também disse que nós precisamos… “colocar a política de lado”, e “enfrentar a NRA”. What?!?! E “trabalhar juntos para tentar evitar que isso aconteça novamente”. Alguém mais acha que Hillary Clinton simplesmente não anda mais batendo bem?

As informações são de Emily Zanotti no Daily Wire. Mas o Brasil, obviamente, não ficou atrás em tentar culpar armas malucamente, por nenhuma outra razão além de “os jornais estão dizendo que as armas estão ficando bravas e estão saindo por aí matando aleatoriamente”.

Alguém avise pro lindo aí que ele mora num país com completo desarmamento, e com 56 mil homicídios por ano, meio milhão por década (com 207 milhões de habitantes), e que não há muitos relatos de brasileiros se sentindo seguros ao sair na rua…

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  • Eduardo Giane

    Apenas com o intuito de explorar todas as possibilidades, como um detetive faria, vale cogitar se os eventos de tiroteio ocorridos nos EUA não seriam, ao menos em parte, criados pelo “deep state” americano. Muitos americanos na mídia alternativa estão cientes disto. Há toda uma história de falsos atentados, pelo menos desde a 1 guerra mundial, para fazer a opinião pública apoiar alguma guerra ou lei a ser implementada. Essas duas reportagens são bem interessantes, acerca do tiroteio em Las Vegas:
    https://youtu.be/zNqxUuyHFzc
    https://youtu.be/vvk0A0KTc1M

  • Ilbirs

    Segue também o podcast de Alexandre Borges, Rodrigo Constantino e Leandro Narloch:

    https://soundcloud.com/gazetadopovopodcast/ideias-23-o-massacre-em-las-vegas-e-o-direito-ao-porte-de-armas

  • Ilbirs

    Outro vídeo que acho importante é o do Daniel Ferraz, em que ele pode na prática estar antecipando o que podemos esperar dentro do que pode ser uma possível despirocada dos já despirocados antifas e o que está por trás deles:

  • K.Salles

    Eu não vi essas informações em NENHUM outro site. A imprensa toda está mesmo com os dois pés na lama.

  • Newton (ArkAngel)

    Os EUA ainda estão em vantagem…aqui no Brasil não há atentados, entretanto, morrem cerca de 150 pessoas POR DIA cá nessa terra. E o mentecapto do Leandro Vitor falando mal das armas.

  • Ilbirs

    Nando Moura fez um vídeo que vai de encontro ao que foi dito neste artigo:

    Já o pessoal do Embaixada da Resistência traduziu um vídeo em que suspeitam de que o atirador de Las Vegas estivesse envolvido em esquerdismo de rua um mês e pouco antes:

    As suspeitas se reforçam pelo fato de o homem de que se fala no vídeo ter uma camisa rosa da Nasa. Stephen Paddock trabalhou como auditor na Lockheed Martin, que tem a Nasa entre seus clientes. Além disso, quem for olhar para os vídeos do Embaixada da Resistência irá notar que já foi flagrado que os antifas estão arregimentando gente para usar expedientes violentos contra quem da população em geral for visto como “fascista”, “nazista”, “racista”, “homofóbico” e outros adjetivos:

    Não é novidade na história a esquerda praticar atentados suicidas. Aliás, a inspiração dos homens-bomba jihadistas veio dos Tigres Tâmeis, grupo terrorista maoísta do Sri Lanka pioneiro no uso de cintos explosivos.Também não é novidade a prática de atentados contra terceiros aleatórios. O que é novidade aqui é vermos a transição para a violência mais forte estar acontecendo com a esquerda marxista cultural de maneira mais evidente. A transição de algo mais Marcha das Vadias para o estilo antifa é algo que já vem sendo gestado no longo prazo, como a história de uma milícia de homossexuais árabes que combate o Estado Islâmico:

    http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2017/07/25/10/42AAC32000000578-0-image-a-25_1500974098313.jpg

    Aqui a coisa é mais a sinalização mesmo e que se observe o fato de que não falam de um alvo determinado (o Estado Islâmico), mas sim na vaguidão que “fascista” hoje em dia é. Isso inclusive foi motivo de comentário em vídeo do Click Time:

    Como é uma frase com muita cara de ter sido aprontada por terceiros, eis que these faggots kill fascists (“esses viadinhos matam fascistas”, em tradução livre) ganhou lugares muito longe do Oriente Médio:

    https://68.media.tumblr.com/b92795739f7e9d29d9fe5105e5bee6ef/tumblr_os2ljsRttv1qkur7go1_500.jpg

    https://itsgoingdown.org/wp-content/uploads/2016/11/15134723_1311752352189835_1145960725745129069_n.jpg

    https://pbs.twimg.com/media/CyXJxV4XcAAUllZ.jpg

    Observem como isso se articula com aquele vídeo anteriormente dito. Já estamos vendo isso acontecer inclusive aqui no Brasil, vide bomba caseira jogada contra a passeata do Direita São Paulo e subsequente prisão de palestinos e brasileiros daquele grupo. Uma violência gratuita dessas contra frequentadores de um festival country é algo que a esquerda muito bem pode usar para querer fazer avançar agenda desarmamentista nos Estados Unidos. Se o disparador for esquerdista e conseguir-se manter a afiliação despercebida do grande público, fica facilitada a tarefa de criar a desgraça para depois vender a solução.

  • Godofredo Guilherme de Leibniz

    Me diga uma novidade.

    Quando fiquei sabendo do ocorrido, já imaginei: a Globo vai falar que o massacre “reacende o debate sobre o controle de armas”. Fiz o sacrifício de assistir o Jornal Hoje e adivinha! Batata! E exatamente com as mesmas palavras que imaginei. Esse pessoal é tão previsível e monomaníaco, e o caso tão estranho até agora, que não acho impossível esse maluco ter sido cooptado por alguém justamente para “reacender o debate”.

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