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Caetano Veloso e Paula Lavigne, o casal 20 (ou 40-13) dos famosos brasileiros, quer calar o MBL para impedir posts sobre sua conduta sexual.

Caetano Veloso, o músico, e Paula Lavigne, hoje atriz e que galgou fama ao perder a virgindade com o primeiro aos 13 anos, processam o MBL e Alexandre Frota, que registrou o MBL em seu nome, por danos morais, devido a posts em que o MBL teria “ferido a honra do casal” já que “acusariam Caetano de ser pedófilo”, segundo o blog de extrema-esquerda “Jornalistas Livres”.

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A exigência de Caetano e Lavigne, com seus poderosíssimos advogados, é de indenização de R$ 100 mil de cada um dos seis réus, e pela imediata retirada das páginas do MBL de 24 publicações consideradas ofensivas aos autores da ação, sob pena de multa diária de R$ 5.000.

É difícil crer como o MBL poderia ter “ferido a honra do casal” ao dizer o que o próprio casal já disse: Paula Lavigne, ainda em 1998 (anos FHC, Brasil tetra, Spice Girls no topo) já havia se auto-revelado em entrevista à revista Playboy que perdera a virgindade com Caetano Veloso aos 13 anos, na festa de aniversário de 40 anos do cantor.

Além disso, Paula Lavigne também confessou que, quando criança, costumava levantar a própria saia, com a ajuda da irmã, e cobrar para permitir que meninos observassem o conteúdo.

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Paula Lavigne indignou-se com o que a Playboy revelou antecipadamente à mídia na época, mesmo assumindo que tinha dito tudo. Na época, menos dada a envolvimentos políticos de extrema-esquerda como hoje, disse que não processaria (como processar? se auto-processar?) e que, se pudesse, preferiria se autopunir pelas declarações dadas.

“Eu me arrependi de falar. Não falo mais, em entrevistas, de minhas intimidades. Se eu pudesse, eu me processaria”, disse Lavigne. Foi ela que obrigou que o livro auto-biográfico Verdade Tropical, de Caetano Veloso, em que o cantor se jacta de ter freqüentado as intimidades de Paula Lavigne, tivesse passagens censuradas. A mesma Paula Lavigne, posteriormente e já famosa sem precisar ter relações com Caetano Veloso, contou o que nem o próprio Caetano havia contado.

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Como se ofende uma honra dizendo que Paula Lavigne disse o que disse e admitiu que disse, ainda que qualquer um tenha vergonha alheia de suas palavras?

Ainda de acordo com o blog de extrema-esquerda “Jornalistas Livres”, no processo que movem contra o MBL, os poderosos advogados do casal acusam o MBL de ter “por prática habitual ‘perseguir, caluniar e achincalhar os Autores (Caetano e Lavigne)'”.

É uma informação estranha, mas quase um faux pas, um Freudian slip, um ato falho revelador: o MBL não chama Caetano Veloso de pedófilo: apenas aponta que o mesmo cidadão que deflorou uma então menina de 13 anos do alto dos seus 40 anos vividos hoje defende exposições supostamente “artísticas” em que homens na casa dos seus 40 anos estão com o pênis próximo ao rosto de crianças que ainda podem chegar a ter seus 13 anos.

O que há de “calúnia” em apontar uma homogeneidade de ações de Caetano? Calúnia é imputar crime a quem não o cometeu. Se há crime que o MBL imputou, então… até mesmo os poderosíssimos advogados de Caetano Veloso e Paula Lavigne (o curioso casal em que a dama nunca vem à frente) admitem que há algo, no mínimo, afrontador da lei… no que Caetano defendeu.

Os posts do MBL que o casal quer censurar também contam outro fato público e notório: a defesa do uso de dinheiro público (dinheiro do povo) para os gastos com artistas, mesmo que o povo prefira gastar seu dinheiro com outras coisas, como comida, do que com Caetano e Lavigne. Se isto é “calúnia”, novamente falta aos poderosos advogados do casal 20 (ou casal 40-13) que crime estaria em jogo – o que acabaria por mostrar malversações que não seriam exatamente do MBL.

Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia

 

 

 

Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia

Post do MBL sobre Caetano Veloso - pedofiliaPost do MBL sobre Caetano Veloso - pedofilia

Ainda de acordo com o blog de extrema-esquerda, os poderosíssimos advogados de Caetano e Lavigne escreveram:

“Os Réus fazem parte dessa parcela de pessoas que usam do alcance das redes sociais para perseguir, denegrir, ofender, injuriar, caluniar aqueles que discordam de sua plataforma política, de suas ideias, de sua agenda. A opinião alheia, se contrária à dos Réus, torna-se alvo de ataques violentos, verbais e, até, físicos, senão pelos próprios Réus, pelos seus seguidores, insuflados pelo discurso de ódio.”

Não é exatamente sem perseguir, denegrir, ofender e flertar com afrontas ao Código Penal (e mesmo com ataques violentos, verbais e, até, físicos) que os seguidores de Caetano e Lavigne, insuflados pelo discurso de ódio da esquerda, tratam quem discorda de sua agenda (esta, aparentemente, mais bem remunerada). Vide-se a página Ódio do Bem.

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A classe artística brasileira encontra-se em total descompasso com o povo. Toda a litania de “é proibido proibir” que Caetano cantava na época da ditadura, quando Paula Lavigne ainda era um bebê, se mostra apenas hipocrisia e discurso falso.

O povo percebe cada vez mais que não tem por que incensar ídolos de importância e relevância episódica, pontual e limitada, ou não, e hoje certos músicos que eram tidos como revolucionários são apenas mais gente do showbizz e sua fabricação de celebridades via mídia, em linhas de produção fordistas. Todo aquele discurso que era idealista na Guerra Fria hoje se mostra simplesmente fantasia de adolescente que não conhece a realidade.

Quando Caetano e Lavigne tentam ir contra o povo, falam justamente através de palavras escandidas marqueteiramente, como “censura nunca mais”. O que acabam praticando é, justamente, algo bem próximo da censura: perseguem, insuflam seus seguidores e fazem ataques a quem apenas enxerga a obviedade ululante sobre eles.

Basta ver como o seu movimento, #342artes, mesmo sendo criado por dois seres conhecidíssimos no país, não agremia no Twitter mais do que mil seguidores, e teve tantas avaliações negativas no Facebook que preferiram tirar a página do ar para não passar vergonha (devem crer que é tudo culpa do MBL, “insuflando ódio”).

Se Caetano Veloso e Paula Lavigne se preocupam com a sua “honra”, poderiam ter uma história melhor a contar ao povo. Se Caetano Veloso tem vergonha de defender “performances” que flertam com a pedofilia, talvez fosse o caso de não defendê-las, de criticá-las. Se Caetano e Lavigne acham um absurdo lembrarem deles pelo uso do dinheiro público, poderiam fazer algo mais admirável do que gastá-lo.

No Twitter, a hashtag #CaetanoPedofilo chegou rapidamente ao primeiro lugar como assunto mais comentado do Twitter no Brasil. E agora? Caetano e Lavigne irão processar o país inteiro?

Ainda que o Código Penal não fale em “pedofilia”, o artigo 213 do CP define como “estupro de incapaz” a conjunção carnal forçada. Já no caso de menores de 18 e maiores de 14, não se fala em “consentimento”, já que o não-consentimento é presumido. No caso ainda de menor de 14, caso de Paula Lavigne, a pena subiria de 8 para 10 anos de cadeia.

Como estamos falando de Caetano Veloso, o crime pode prescrever diante do país inteiro que é apenas um pequeno dissabor. Errado e criminoso é quem critica. “Calúnia” vira dizer o que Paula Lavigne ela própria disse ao país. Ele é intocável.

A esquerda brasileira e seus intelectuais orgânicos como Caetano Veloso se distanciam cada vez mais do povo. Se fosse o Tião da construção que fizesse fiu-fiu para uma garota de 13 anos, haveria choro e ranger de dentes. Como é Caetano Veloso, é admirado, defendido por esquerdistas e feministas, pode censurar e se jactar contra a censura, pode torrefazer dinheiro público e rugir contra Temer, por ser corrupto.

Como o povo não iria se sentir numa casta inferior em relação ao todo-poderoso Caetano Veloso e seu discurso datado, ou não?

Alexandre Frota não parece colher bons frutos ao registrar a marca em seu nome, já recebendo seu primeiro processo em nome do MBL.

 

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  • Edson Silva

    É o que sempre digo: isso aqui não passa de um território com um aglomerado de gente ignóbil, ainda tem alguns idiotas que chamam isso aqui de país! As psicopatas direita e esquerda se digladiando, como se fossem coisas diferentes! Só me resta o riso irônico e a espera do dia da minha aposentadoria, pois poderei sumir dessa republiqueta chamada “brasilis”, que nojo de ter nascido nesse território, só me resta o consolo de não ter escolhido nascer nessa podridão!

  • Ilbirs

    Meu caro, você e o @disqus_Vvv5wAdDEa:disqus deveriam ter antecipadamente analisado o perfil do tal Pedro Carvalho em questão em vez de responder ao questionamento trollador dele. Se tivessem feito isso, veriam os seguintes detalhes:

    https://uploads.disquscdn.com/images/4819e5fc1252c206e5caf6986ac1de1d239597c80382d9c84716064fbe65acc5.png

    Observe que o perfil em questão tem um nome que poderia ser de qualquer um, pois Pedro Carvalho neste país é pedir para ter milhares de homônimos e, portanto, dilui essa pessoa na multidão.Como dito na imagem, é um perfil criado no começo deste ano e que só fez duas postagens, uma delas de apoio ao Lula no Paraná Portal e usando texto que é puro CTRL-C, CTRL-V, não importando se esse ato de copiar e colar saiu de um bloco de notas salvo no computador ou no cérebro. Aliás, esse perfil pode muito bem ter sido usado por João da Silva em uma ocasião e, em outra, por José da Costa, uma vez que o nome em si não importa. A baixa atividade desse perfil também denota que ele não é exatamente algo ligado a uma pessoa, mas algo que foi usado em um determinado momento para um determinado propósito.
    Ambos os senhores devem se lembrar daquela onda de MAVs que infernizavam as redes sociais na primeira metade desta década em que nos encontramos. Lembram-se de que havia gente que era paga para fazer essas coisas e que sempre soltavam discursinho pronto. Observem que aqui ele veio querer dizer que tem de haver um poder superior a todos para regular a liberdade de expressão e veio soltar também mais uma série de chavões, como dizer coisas contra o MBL. Se acompanharem os tempos recentes, irão notar que a justiça está dando ganho de causa para quem é chamado de “fascista” pelos esquerdistas e fazendo a esquerda ter de gastar ainda mais grana pagando indenizações (vide a grana que a Carta Capital terá de pagar ao Paulo Eduardo Martins, por exemplo). Notando que acusar os outros de “fascismo” e de serem “fascistas” é pedir para que antiesquerdistas tenham dinheiro fácil, surgiu um “apito de cachorro” recente para a militância, que é acusar as pessoas de serem membros do MBL, com essa acusação substituindo o “fascista” anteriormente dito a lentos passos. Esse “apito de cachorro” soltado pelas lideranças esquerdistas a seus militantes também leva em conta o fato de cada vez mais as pessoas estarem descobrindo que fascismo e nazismo não são o oposto de comunismo ou esquerdismo, mas sim outras modalidades esquerdistas em si que na prática diferem em métodos de operacionalização, sendo que a esquerda de tipo gramscista pegou emprestado do fascismo muito de seus métodos, como a condução da economia. O uso de “MBL” em vez de “fascismo” também é uma nova forma de querer reunir os contrários à esquerda em uma nova denominação que em si não é imputar crime a alguém como é dizer que alguém é fascista (que pode ser simultaneamente enquadrado como calúnia, difamação e injúria).

    Assim sendo, os senhores acabaram respondendo a um perfil chamado Paulo Carvalho em vez de a uma pessoa chamada Paulo Carvalho que por um acaso usou seu nome para denominar um perfil. Como outras ferramentas para MAVs, o perfil Paulo Carvalho estava lá quietinho há nove meses, data de sua primeira postagem. A segunda postagem foi essa a que responderam na boa fé de acharem que havia uma pessoa chamada Paulo Carvalho por trás do perfil.
    Como podem observar, esse perfil está servindo para fins de mijo em território adversário. Sabemos que sites esquerdistas não permitem comentários de antiesquerdistas e, se o permitem, permitem sabendo que um enxame de pessoas fazendo cosplay de insetos sociais (um resumo simples do que é a esquerda) irá atacar em bando aquele que ousou ir contra a corrente, mais ou menos como abelhas, cupins e formigas fazem com invasores de seus ninhos. Quando um deles vem aqui, o faz como forma de sondar o terreno, mais ou menos como uma formiga em destacamento avançado faz para ver se há comida. Caso encontre o que quer, volta para avisar os outros indivíduos e estes se sentem encorajados de aqui vir e fazer o mesmo.

    O que devem fazer então? Sempre (sempre, sempre, sempre e bote sempre nisso) que virem um perfil soltando asneira por aqui, verifiquem o mesmo antes de responder. Caso notem características de que não seria perfil comum mas MAV, como o caso em questão, não respondam e atribuam voto negativo ao comentário, de maneira a este descer e ficar menos visível para outros incautos que não conhecem esse tipo de coisa. Agora que conhecem a real do perfil para o qual responderam, solicito que pratiquem isso continuamente. Essa instrução também vale para outros que estiverem lendo este comentário.

  • Pedro Carvalho

    A liberdade de expressão não é um direito absoluto, deve ser regulada, senão vira a anarquia da opinião. O MBL deveria ser politicamente correto e não ofender pessoas assim a troco de nada.

  • Douglas. de Sá

    O que está fora da ondem mundial?

  • Douglas. de Sá

  • Douglas. de Sá

    “E o cano da pist ola Que as crianças mordem Reflete todas as cores Da paisagem da cidade Que é muito mais bonita E muito mais intensa Do que no cartão postal”…”Mas retribuo a piscadela Do garoto de frete Do Trianon Eu sei o que é bom…” Alguém que transita pelos Jardins poderia me esclarecer se os arredores do Parque do Trianon são conhecidos como local onde há “trombadinhas” com armas de fogo que costumariam “morder” ou é um ponto de prostituição de garotos?

  • Gabriel Santos

    Pelo visto leãozinho não é a única coisa no diminutivo que o personagem do famoso meme “como você é burro” (sem dúvida sua maior razão de fama entre as gerações mais novas) gosta.

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