Para "ativista na causa HIV/AIDS" (sic) do site de extremíssima-esquerda HuffPost, não temos de curar o HIV, e sim o "preconceito".

O HuffPost Brasil, filial do feed da extremíssima-esquerda americana compilado no Huffington Post (jornal criado pelo conservador Andrew Breitbart para catalogar as bizarrices da esquerda), fez jus ao seu bizarro status ontológico publicando um texto de um certo Gabriel Estrëla (sic), que se auto-descreve “Artista e ativista na causa HIV/aids” (sic³).

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Parece que “ativista na causa HIV/aids” é realmente sua função: Gabriel Estrëla usa o HuffPost para praticamente preconizar que HIV é uma causa, um meio de vida. Como no caso da infame “cura gay” (ler aqui para não cair em fake news), parece que tratar o aidético como alguém que precisa de cura é puro preconceito machista patriarcal da sociedade capitalista de soberania racial. Parece piada? Bem, trata-se de nada menos do que do HuffPost.

O ativista na causa HIV/aids escreve que A cura não é a solução para o HIV (sic²). O que um aidético quer? Ser curado. Mas não um ativista na causa HIV. Esse quer mesmo é um mundo livre de preconceito contra o HIV. Esse povo aidsofóbico que é doente e ele é a cura.

Afinal, descobrir a cura da AIDS geraria um problema para o colunista do HuffPost: “produzir isso em larga escala e vencer barreiras sociais para promover a distribuição dele” (o “dele” ficou na frase porque “ele” escreve como fala). Ou seja, falta comunismo para poder “distribuir” depois.

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Exagero? Sinta a frase seguinte:

“Isso sem falar nas possibilidades de capitalizar em cima disso. Esse sensacionalismo em cima de possíveis sucessos científicos agrega cada vez mais valor ao preço de algo que não tem nada no mundo que pague, que é direito e não mercadoria: a saúde.”

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Capitalizar em cima da cura da AIDS! Onde já se viu? Aonde esse mundo vai parar?! E esse sensacionalismo em cima de sucessos científicos?! Tem de acabar, porque senão o preço fica alto!! (esquerdista tentando falar de lei de oferta e procura é uma bizarrice quase tão grande quanto “ativista na causa HIV/aids”)

E, claro, cura da AIDS não é mercadoria, é “direito”. Só tem aquele problema de ser o direito a algo que não existe. Os problemas desses “direitos” anti-mercado que certamente ajudarão muito a vida dos aidéticos: “Veja bem, você tem direito à saúde! Só não tem remédio, malzaê.”

Se a cura não é a solução, qual seria? Quer apostar quanto que o ativista na causa HIV/aids do HuffPost vai falar preconceito?

Se não vencermos o preconceito, se não vencermos os impedimentos de acesso à saúde,

Bem, quanto apostamos?

E se o lance de sociedade de supremacismo racial patriarcal parecia exagero, mera piada com estereótipos, ponha uma camisinha no mouse e segure esse parágrafo:

Passado o HIV, a população negra e periférica ainda terá acesso reduzido à saúde, mulheres ainda sofrerão violência obstétrica, gays ainda serão vistos como promíscuos e as lésbicas como pessoas que não fazem sexo, os bissexuais continuarão como se não existindo e travestis e transexuais seguirão vítimas de mortes crueis por todo o brasil. Os jovens continuarão sendo taxados de irresponsáveis e nunca vão ter o apoio necessário da geração anterior para propor mudanças e transformarem (para melhor) a forma como nos organizamos em sociedade.

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Só precisamos reorganizar a sociedade, contra coisas como “violência obstétrica” (what the fuck ever). E tome mais minúsculas que deveriam ser maiúsculas, clichês sobre negros, gays, travestis e jovens (sendo taxados, como se estivessem pagando imposto; é tachados, sr. ativista na causa HIV/aids!) e aquela papagaiada toda.

O resultado de visões como a do amante do HIV no HuffPost? Coisas bizarras como a Califórnia não tratar mais como crime transmitir o HIV, sabendo-se portador, sem avisar o parceiro. Livre de preconceito! /o\

Sabe o que ajuda quem tem AIDS? Dinheiro nas mãos de gente competente pra curar o HIV. O suposto “preconceito” se dá tão somente porque ninguém quer ter AIDS (maiúsculas), mesmo que existam lá seus “ativistas na causa”. E se ela é transmissível via sexo, e mais facilmente via sexo anal, as pessoas terão uma visão pouco convidativa de fazer sexo com quem possui o vírus. Ainda que o ame de paixão a ponto de ter o HIV como uma profissão (profissional e de fé). Mais alguma dúvida?

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