Sua revista preferida está de volta! Analisamos o plano de Trump para dobrar Kim Jong-un, a força do lulismo pós-Lula e a direita nas trincheiras da internet. Exclusiva para os patronos!

Demorou, mas saiu! Estamos retomando o projeto da revista Senso Incomum, exclusiva para nossos patronos, via Patreon ou Apoia.se. E voltamos em ritmo nuclear: nessa edição, comentamos tudo o que está por trás das tratativas entre Donald Trump e Kim Jong-un: afinal, como foi que o presidente que “iria causar a Terceira Guerra Mundial”, e que foi “irresponsável” chamando-o de Rocket Man na ONU, além de ameaçá-lo pelo Twitter (e em discurso na Coréia do Sul), conseguiu dobrar simplesmente o maior totalitário do planeta?

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Gostando-se ou não, Trump parece menos louco do que dizem que ele é. E neste número explicaremos não apenas que o presidente americano tinha um plano detalhado para lidar com a Coréia do Norte e ditadores mundo afora. Pior: escreveu sobre o assunto, o explicou e reexplicou, deixou claro para jornalistas e quem quer que quisesse, pesquisar, mas foi simplesmente pintado como um maluco irritadiço. Até, afinal, parecido com Kim Jong-un.

Na revista Senso Incomum contamos tudo o que foi pensado sobre a Coréia do Norte, e como foi colocar Kim Jong-un na mesa de negociações. E engana-se que foi algo simples ou que o jogo acabou: diplomacia da mais pesada, armas nucleares, economia e geopolítica estão completamente entrelaçados.

Temos mais de 20 páginas explicando o intrincado jogo de poder, maior do que muita reportagem de capa! E não é só isso!

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Também fazemos uma análise diferente de Lula pós-lulismo: o presidiário candidato. Não uma simples análise política ou eleitoral, mas sobretudo estética. O que as mudanças de estilo do ex-presidente e do PT representam para a esquerda brasileira? Lula não é uma força e um símbolo a ser ignorado por estar preso e tecnicamente fora do páreo: de fato, talvez o petista seja mesmo uma idéia. E uma idéia que a política brasileira não pode ignorar: quase todas as outras idéias giram ao redor de Lula e do PT.

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Por fim, ainda comentamos sobre o novo fenômeno do Brasil e sobretudo das redes sociais digitais: a direita entrincheirada. Que lição podemos extrair do nascente movimento conservador brasileiro, um fenômeno digital que tomou as ruas (e não o contrário)? A direita antes era simplesmente ignorada. Hoje, parece que toda a legislação é feita para silenciá-la. Estando sob fogo pesado nas trincheiras, será que a direita precisa crescer, tomar o mainstream, ocupar toda a cultura, precisa de sua Fox News brasileira?

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A revista Senso Incomum é exclusiva para nossos patronos, que podem assiná-la via Patreon ou Apoia.se. Basta se cadastrar, selecionar o valor com o qual quer contribuir para o projeto e baixar a revista. Além de PDF, ela também está disponível em formato ePub e Mobi, para ser lida em qualquer dispositivo, como iPad, Kindle e similares.

Além de ajudar o Senso Incomum a crescer, você também terá acesso a análises aprofundadas, com a qualidade conhecida e fazer parte de um grupo seleto que, além da revista, logo terá vantagens e descontos nos produtos do seu portal preferido. Afinal, estamos preparando muitas novas surpresas para nossos patronos… 😉

Esta é a retomada do projeto da revista. Esperamos poder disponibilizar os próximos números com regularidade, por isso dependemos de nossos patronos. Fazemos de tudo para a recompensa valer o investimento! Assine a revista Senso Incomum através do Patreon ou Apoia.se.

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