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#LulaZord: agência contratou militantes para fazerem propaganda pró-PT ‘no sigilo’

Militantes divulgaram esquema após se recusarem a falarem bem de Wellington Dias (PT-PI)

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O segredo da campanha #LulaZord, que buscava ser feita “sem sinalizar realmente ser uma ação política”, vazou na noite de sábado (25), após militantes reclamarem, entre outras coisas, de receberem pedidos para fazerem publicações a favor do governador Wellington Dias (PT-PI), candidato à reeleição. A Agência foi um dos primeiros jornais a dar a história.

O escândalou ganhou várias nomes na internet, como #WellingtonDiasGate, #CyberMortadela, #MensalinhodoTwitter e #LulaZord, este o nome do grupo de WhatsApp do qual os ‘influenciadores’ participavam. Uma imagem de um “#LulaZord” foi publicada por Manuela D’ávila em 14 de agosto.

Os militantes recrutados eram convidados a baixar dois aplicativos no celular: um chamado Follow e outro “Brasil Feliz de Novo”, o slogan da campanha de Lula em 2018. A eles também eram prometidas remunerações de até R$ 2 000. Em troca do dinheiro, deveriam fazer posts favoráveis à pauta do dia, que podia ser Gleisi Hoffmann, Luiz Marinho ou Wellington Dias.

Como mostra a Folha de S.Paulo, a prática é proibida por lei:

“Esta prática é proibida pela legislação atual, que especifica que só é permitida propaganda eleitoral em redes sociais no modelo de impulsionamento, em que candidatos, partidos e coligações contratam diretamente a rede social.”

O jornalista Diego Escosteguy conta que alguns dos envolvidos no caso #LulaZord estão apagando os rastros digitais.

Relembre: Dilma na ONU, MAVs na rede

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