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Guten Morgen 66: A mitologia de Bolsonaro (e O Imbecil Coletivo) – com Filipe G. Martins

O seu podcast preferido volta chutando a porta analisando a mitologia sobre Jair Bolsonaro, o candidato anti-establishment, como chegamos aqui e para que cenário de ruptura vamos

Guten Morgen, Brasilien! Foi uma longa e tenebrosa noite de caos e desesperança em sonos intranqüilos e desespero agonizante, mas estamos aqui de volta com o seu podcast preferido! E o tema não poderia ser mais urgente nessa semana: desmistificamos e mitamos sobre a mitologia criada ao redor de Jair Bolsonaro, o “mito” anti-establishment das eleições de 2018. E ninguém melhor do que nosso profeta com olhos de Cassandra e habitué de nosso podcast, Filipe G. Martins, para analisá-lo!

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Não faremos análise eleitoral como ~cErToS iNsTiTuToS~ que muito mais erram do que acertam (e sempre a favor do PT), mas analisamos o que gera essa mitologia ao redor de Bolsonaro, e afinal, o que mudou com a sua chegada ao páreo eleitoral, já que todos os que apostaram que essa eleição seguiria as regras das eleições anteriores fracassaram miseravelmente.

Jair Bolsonaro é visto como um candidato anti-establishment, mesmo já sendo deputado há anos. E por que isso se dá? E afinal, o que é este establishment? Por que tanta coisa mudou radicalmente no país desde junho de 2013, aquele ano não compreendido, e agora as regras da política parecem estar quase viradas em 180º?

O que são estes conceitos que importamos de fora, como establishment ou, ainda mais técnico, deep State? É simplesmente impossível entender o fenômeno Bolsonaro apenas pelas velhas esquerda e direita, e precisamos compreender justamente como o povo, mesmo instintivamente, está lidando com o deep State brasileiro desde junho de 2013, passando pelo impeachment e chegando às eleições de 2018.

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O nome de Bolsonaro também evoca ruptura. Aliás, não apenas ele: FHC, Sarney, Demétrio Magnolli e tantos outros já falaram abertamente em ruptura. Parece que a Constituição Federal de 1988 não dá mais conta dos problemas do país. Isso é bom ou ruim? Além de Bolsonaro, também o próprio PT colocou em seu plano de poder a idéia de invocar uma Constituinte. Como se dará essa possível ruptura com as tais “instituições”, nas quais a população deposita tão pouca confiança?

Por fim, ainda mais com a companhia sempre salutar de Filipe G. Martins, não poderíamos ter recomendação cultural melhor do que a volta do maior fenômeno cultural e intelectual a sacudir as prateleiras brasileiras e ter sido o primeiro, no plano intelectual, a destruir o establishment sozinho: Olavo de Carvalho e seu livro O Imbecil Coletivo, que você pode comprar através de nossos links abaixo. O livro-dinamite não poderia vir em melhor hora, e mostra há 20 anos a falha estúpida da intelligentsia brasileira para ler corretamente e diagnosticar com precisão os problemas do país.

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A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Nosso patrocínio é da CVpraVC, que pode fazer um currículo que vai te deixar conquistar a vaga que sempre quis. Guten Morgen, Brasilien!

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