O samba do politicamente correto doido

Passista é impedida de desfilar por tatuagem de Bolsonaro

A esquerda considera uma pequena tatuagem do BOLSONARO mais perigosa do que samba-enredos descaradamente compostos para enaltecer ditaduras e genocídios

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A passista Erika Canela é censurada pela Escola de Samba Unidos da Vila Maria por exibir em seu corpo uma pequena imagem do Bolsonaro fazendo o sinal de uma arminha.

É importante notar que nos carnavais anteriores já foram escritos samba-enredos com homenagens descaradas a ídolos e causas esquerdistas. A Salgueiro, em 2013, fez uma canção em louvor ao terrorista Che Guevara, com uma criança fantasiada de terrorista argentino:

criança che guevara samba

Em 2011, uma escola de samba de Florianópolis, a União da Ilha da Magia, compôs um samba-enredo em exaltação ao regime cubano, com a presença da filha do Che Guevara, Aleida Guevara March, desfilando em um tanque de guerra com passistas vestidos com as cores da bandeira de Cuba.

Para variar, nesta terra de ninguém que é a internet, a turma do ódio do bem desfere todo o seu veneno contra a passista:

A falta de senso de proporções é uma característica da esquerda. A esquerda considera uma pequena tatuagem de uma passista mais perigosa do que samba-enredos descaradamente compostos para enaltecer ditaduras e genocídios.

Diante de tudo isso, os auto-proclamados defensores das minorias, o movimento negro e as feministas, se calam mais uma vez por essa passista, mulher negra, não fazer parte da turma que acredita que o Lula é inocente.

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