Assassinato de reputação

Livro de Jordan Peterson sofre censura na Nova Zelândia por “associação a islamofobia”

A livraria Whitcoulls promoveu a censura do best-seller 12 Regras para a Vida, de Peterson, mas não deixou de vender exemplares de Mein Kampf, de Adolf Hitler.

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Aqueles que acompanham mais de perto a ascensão do psicólogo canadense Jordan Peterson sabem que as tentativas de assassinar sua reputação e diminuir seu alcance são quase semanais.

A imagem que supostamente justifica a censura e a explicação da livraria Whitcouils. Texto “Chamou nossa atenção que, durante o recente tour do autor [Jordan Peterson] pela Nova Zelândia circulou uma imagem sua em que dava apoio implícito a uma afirmação inflamatória de teor altamente islamofóbico. Dados os eventos recentes, sentimos que é inapropriado oferecermos nosso apoio [a ele] nesse momento.

Num espírito de ação semelhante ao da máfia, a livraria Whitcoulls promoveu a censura do best-seller 12 Regras para a Vida, de Peterson, aderindo à “culpa por associação”.

Para surpresa – ou não – de alguns, a livraria não deixou de vender exemplares de Mein Kampf, de Adolf Hitler:

A decisão é tomada praticamente no mesmo momento em que Peterson teve sua participação como professor visitante na Universidade de Cambridge cancelada pela universidade.

Um mix de 1984 com Fahrenheit 451 se tornou realidade, graças a “progressistas” que consideram livros e ideias como coisas a serem banidas da vida pública.


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