Pedofilia é uma outra forma de amor

Ao zombar do abuso de Damares, Erika Kokay zomba das vítimas de pedofilia

O petismo de Erika Kokay ri de todas as mulheres que sofreram e sofrem as consequências de um abuso sexual apenas por não gritarem Lula livre

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A deputada petista Erika Kokay representou o pensamento de esquerda quando zombou de uma ministra que foi vítima de pedofilia. O petismo ri de todas as mulheres que sofreram e sofrem as consequências de um abuso sexual apenas por não gritarem Lula livre.

A esquerda só se importa com mulheres, negros e gays que podem ser usados como massa de manobra para o seu projeto político. A maioria da população que não concorda com essas políticas é demonizada com todas as expressões já conhecidas: nazista, fascista, racista.


A petista já teve problemas com Silas Malafaia e Jair Bolsonaro, quando defendeu na Comissão Especial do Estatuto da Família que crianças poderiam fazer a operação de mudança de sexo desde que tivessem vontade.

O que é a pedofilia comparado a não ser de esquerda? Não importa ser negro, gay, mulher, vítima de estupro; o que importa é ser de esquerda. O projeto para colocar na cabeça da população que pedofilia é apenas uma doença, ou apenas mais uma forma de amor, caminha a passos largos. Isso estava demonstrado em varias postagens do site humaniza redes, do Governo Federal na era Lula-Dilma

Pedofilia não é crime

Como já foi alertado por Olavo de Carvalho: 

Primeiro dizem que é doença para não dizer que é crime. Depois tornam crime dizer que é doença.


A esquerda não trabalha somente no campo jurídico, mas também no imaginário – principalmente dos universitários – nas artes e moralidade.

Na parte artística, a esquerda aplaudiu a performance “artística” em que crianças tocavam um homem nu, defendeu a exibição como se fosse um retrato genuíno da arte suprema tão louvada pelos gregos. Na parte moral, professores, artistas e políticos lutam dia e noite para tentar mudar as leis para favorecer pedófilos.

Tempos obscuros para a vida infantil. Enquanto ovos de tartarugas são valorizados, o bebê é tratado como uma praga. Quanto mais a lei favorece o aborto, mais a vida infantil é menosprezada, tratada como um estorvo.

Os cristãos sempre defenderam a criança, “pois delas é o reino de Deus”. A evolução que o ocidente percorreu não foi somente tecnológica, foi sobretudo humana. A igreja criou os orfanatos, hospitais, proibiu o infanticídio – tão comum entre os pagãos e índios das Américas.

A própria ministra que se denominou como terrivelmente cristã, está agindo de acordo com que os cristãos fizeram ao longo dos séculos com as crianças.

A violência que a ministra Damares sofreu aos 6 anos de idade foi tão brutal que a impede de gerar uma criança no útero. Salva por ato milagroso, depois de ter visto Jesus no pé da goiabeira, resolveu consagrar a sua vida para proteger as crianças de todo o abuso e terror que passou na infância. Criou institutos para salvar meninos de ruas, fundações para proteger meninas vítimas de abuso sexual, advogou de graça para ajudar mulheres vítimas da violência.


No melhor dos mundos, Damares já teria um filme contando a sua história e uma estátua em praça pública por salvar milhares de meninas das mãos de pedófilos e estupradores, mas a esquerda de Erika Kokay quer transformar pedófilos em amantes das belas artes e abusadores em oprimidos pela sociedade.


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