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Guten Morgen 76 Especial: Dia 26 nas ruas

Não são só manifestações "pró-Bolsonaro". São manifestações contra negociata, contra o Centrão. São para o Congresso representar o povo. Ouça em nosso podcast!

Guten Morgen, Brasilien! Novamente faremos um podcast de emergência, atropelando o ritmo das gravações, já que teremos uma manifestação de suma importância para não escangalhar o país de vez no próximo dia 26 (domingo). Olavetes, generais, centrão, articulação política, Reforma da Previdência, pacote anti-crimes do Moro, COAF, Lobão, Janaína Paschoal, Kim, MBL, divisão entre Poderes e diversas outras questões estão envolvidas. Para isso, chamamos nosso produtor Filipe Trielli para comentar o que tá acontecendo, sobretudo as análises que partem das redes sociais (logo, estão erradas).

Dizem que a manifestação foi para dar um golpe de Estado como o Jânio tentou, que veio diretamente do Palácio do Planalto (ou melhor, dos assessores olavetes e cheios de teorias da conspiração de Bolsonaro), ou que é uma manifestação como a pedida por Collor para apoiar o seu governo (e que virou justamente o contrário: ao invés de verde e amarelo, o Brasil saiu vestido de preto, e o impeachment do ex-presidente macumbeiro virou questão de poucos meses).

Assim, Jair Bolsonaro estaria ouvindo seus assessores conspiracionistas Deus vult (como nosso querido Filipe Martins, que tanto apareceu e nos ensinou em nossos Guten Morgen’s passados) para acabar com a divisão entre poderes, fechar o Congresso, enforcar todo mundo do STF e governar sozinho.

O problema é simples: ninguém pediu isso de fato como pauta das manifestações, não importando o quanto colunistas mentirosos da Folha e gente ainda mais idiota da isentosfera tente fazer acreditar.

Devemos ir para as ruas dia 26? Ora, essas manifestações não são necessariamente “pró-Bolsonaro”, como tentam pechá-las com o típico reducionismo de gente idiota tentando parecer inteligente. Pode-se descrevê-las melhor como manifestações anti-Maia, anti-centrão, anti-negociata. Simplesmente queremos que o Congresso (olha só, divisão de Poderes!) represente o povo, e não simplesmente lembre-se do que a população pensa e quer a cada 4 anos.

Se hoje até os caminhoneiros já defendem a reforma da Previdência, o que é que Rodrigo Maia precisa para ser, digamos, convencido?

A produção (e participação) é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência PierGuten Morgen, Brasilien!


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