Que susto!

Jurista diz que bonecas sexuais devem ter direitos humanos

Em breve, arrancar as cabeças das bonecas da sua irmã ou apalpar um boneco de neve será crime hediondo

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Na longa jornada rumo ao lodo, a humanidade deu voz a todo tipo de maluco. É a revolução dos cretinos fundamentais, prevista por Nelson Rodrigues. O FEBEAPÁ (Festival de Besteiras que Assola o País), termo cunhado por Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, agora é FEBEAMU. O mundo caiu de cócoras e nem se envergonha mais do tombo.

Uma jurista, dizem, da universidade de Westminster (nomes bonitos são uma armadilha), resolveu adotar uma causa bem inóspita: quer que bonecas sexuais tenham direitos humanos.

O modo como você olha para a Barbie da sua irmã poderá ser ofensivo e abusivo, com direito a pena de 2 a 6 anos de reclusão, imagina-se. Nem Maria do Rosário chegaria a tanto, ou chegaria?

Se bem que, no futuro, como noticiado aqui, bonecas não terão gênero, mas seus direitos mesmo assim estarão salvaguardados pela lei da estupidez.


A dúvida que fica é: em caso de venda da boneca, o antigo amante deve pagar pensão ou não? É uma nova oportunidade de mercado. Será necessário que se formem psicólogos e médicos capazes de perceber os sinais de abuso nas bonecas.

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