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Índia que acompanhou Bolsonaro à ONU sobre ONGs: “Bando de filho da puta

Ysani Kalapalo relata como as ONGs escondem práticas indígenas como o infanticídio, a pedofilia e o estupro coletivo

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A indígena Ysani Kalapalo concedeu uma entrevista ao portal Metrópoles e afirmou que as ONGs não se importam com os indígenas, apenas querem usá-los:

“O que acontece? Muitas ONGs influenciam os povos indígenas do Brasil. ONGs e partidos de esquerda”.

“Quando o índio realmente precisa da ajuda deles (das ONGs), eles simplesmente viram as costas. Na minha visão, é um bando de filho da puta. Desculpe o termo, mas é com esse termo que eu me dirijo a eles”

Para Ysani Kalapalo, as ONGs querem apenas transformar os índios em militantes::

“Eles só estão ali para persuadir os indígenas, para influenciar, para os índios aderirem à ideologia deles. Eu não vou me vincular com eles, por isso eles me odeiam. Por isso tem ONG que vive me ameaçando”.

 

 

A indígena também aponta algumas práticas indígenas que as ONGs querem esconder e não pretendem ajudar em uma possível mudança:

“A cultura indígena tem dois lados: uma parte ruim e uma parte boa. Eu sou indígena que quer, por exemplo, a parte boa indígena. A parte boa seria viver em comunidade, servir ao próximo, respeitar os mais velhos, respeitar a opinião das outras pessoas. Só que hoje, os indígenas com influência dessas ONGs, isso está cada vez mais sumindo. O lado ruim da cultura indígena é o infanticídio, a pedofilia, o estupro coletivo, entre outras coisas”.

Ainda relata as suas dificuldades de ser uma jovem indígena na luta contra as ONGs que querem esconder tais práticas:

“Sabe por que que eu incomodo mais ainda? Porque sou uma mulher. A mulher indígena fica calada. Ela recebe ordem de homem. Eu sou uma jovem mulher indígena e isso causa alvoroço como você está vendo agora”.

 

 


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