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Mentira tem perna curta

Patrícia Lélis foi presa em dezembro na Virginia – mas quem financia a mitomaníaca?

Mentirosa compulsiva que fez fama na esquerda e no jornalismo mainstream inventando maluquices sobre direitistas foi presa no estado de Olavo de Carvalho por denúncias falsas

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A jornalista Patrícia Lélis, diagnosticada como mitomaníaca – viciada em mentiras, incapaz de falar a verdade e viciada em inventar histórias mirabolantes – foi presa na Virginia, estado conhecido no Brasil por ser residência do filósofo Olavo de Carvalho.

A mentirosa compulsiva Patrícia Lélis ganhou fama ao denunciar falsamente Marco Feliciano, acusando-o de tentativa de estupro. Os vídeos que mostrou para “provar” o caso acabaram, ao menos para pessoas normais, comprovando justamente a inocência do deputado.

Claro, não foi o caso dos jornalistas de grandes veículos de comunicação, que continuaram e continuam lançando “acusações” contra o deputado até hoje – de que vale a verdade, se é uma denúncia contra um não-alinhado?

A saga de Lélis em seu mundo fantasioso foi aprofundada quando afirmou que namorou Eduardo Bolsonaro, embora nunca nenhum amigo de Eduardo tenha sabido da existência da moça. Como “prova”, postou fotos com Eduardo Bolsonaro em eventos públicos, onde políticos tiram fotos com centenas de pessoas em questão de minutos.

Foi o suficiente para jornalistas tratarem o caso como um fato verídico, e sempre colocarem as negativas de Eduardo Bolsonaro na defensiva. E, neste caso, não foi só jornalismo que não se preocupa em disfarçar o jornalismo esgoto que fazem, como Viomundo, Socialist Morena ou Diário do C. do Mundo: grandes veículos, como O Globo, UOL, BOL, Buzzfeed, Extra e afins continuaram repercutindo a mentira até mesmo no ano passado, quando já era consabido que a famosa “Patrícia Lelé” fora diagnosticada como mentirosa compulsiva.

UOL

BOL

Congresso Em Foco

Buzzfeed

Extra, d’O Globo

Catraca Livre

Diário do C. do Mundo

Brasil 247

Esquerda Diário

Extra, d’O Globo

A revista Fórum, espécie de voz oficial do PT, soltou coluna sobre Patrícia Lélis em 10 de dezembro de 2019 (sic) repaginando a historieta comprovadamente falsa de Patrícia Lélis como verdadeira. É o nível de cultura, inteligência e amor à verdade do PT e da esquerda.

Revista Forum

A brincadeira entre as pessoas normais é a de que bastaria ser famoso para Patrícia Lélis afirmar que namorou por anos com você.

O grande mistério insondável de Patrícia Lelé 

Patrícia Lélis chegou ao Twitter e, no dia seguinte, já tinha selo de verificação de autenticidade – regalia que a rede social nega a veículos de jornalismo independente e até mesmo a grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Augusto Nunes e Diogo Mainardi.

Cada nova história que inventava era logo desmentida pelas pessoas normais – na mesma medida em que era espalhada por esquerdistas e tratada como verdade científica até prova em contrário pela grande mídia.

Patríclia Lélis se mudou para a América (quem paga os custos?), inventou uma gravidez que ninguém viu, postou fotos forçando a barriga para enganar quem não conhece barrigas de grávida (não colou entre ninguém, a bem da verdade – nem esquerdistas defenderam a, digamos, “hipótese”), postou fotos do bebê: fotos roubadas do bebê de um casal americano, que ficou em pânico ao descobrir que uma maluca brasileira estava fazendo isso – e mal devem saber como a mídia brasileira trata Patríclia Lélis.

Também postou fotos de “sua casa”:  um brasileiro que conhecia a cidade foi até o local e descobriu que a casa ainda estava por alugar, apenas sabia que uma brasileira visitara alguns dias antes “tirando fotos”.

Como agora se soube, no dia 20 de dezembro, foi presa na Virginia por falsa acusação de crime. A lista de prisões pode ser vista aqui. Foi solta no dia 23 de dezembro, e agora, está em liberdade provisória e com audiência marcada para o dia 18 de maio.

Como ficarão as pessoas que se basearam na mitomaníaca? Certamente farão um mea culpa e um pedido de desculpas ao público que enganaram. Ou não?

Quem banca Patrícia Lélis? O que a mitomaníaca faz como trabalho remunerado que banque suas mentiras na América? Por que grandes jornais brasileiros, que deveriam ser investigados internacionalmente, têm até seção de coluna de Patrícia Lélis?

Por que tudo o que a mentirosa fala é tratado como verdade absoluta por tais veículos, compromissados em enganar e fazer de trouxa a população? Por que tudo o que um brasileiro diz é sempre “suspeito”, “suposto”, ou dito no subjuntivo (“onde teria sido assaltado”), mas logo a maior mentirosa do país, que apareceu dançando com Lula (e foi por ele elogiada), nunca é tratada senão como o que é, uma maluca?

Sobretudo: como Patrícia Lélis consegue viajar tanto por um país caro, como a América, sem fazer absolutamente nada além de mentir sobre a direita? Não é no mínimo “suspeito”, como diz o jornalismo, que Patrícia Lélis tenha ido cirurgicamente para o mesmo estado onde mora Olavo de Carvalho, provavelmente para soltar mais um escândalo falso, que seria transmitido pela mídia por meses antes de não conseguir mais convencer nem leitor do Brasil 247?

Numa era em que há CPMI de Fake News, em que todos só falam em medidas para proibir “fake news”, em que agências de suposto fact-checking pululam e determinam o que é verdade ou não, ninguém junta lé com cré – Ou Patrícia com Lélis? Tanta preocupação com os mandantes da Marielle, que todo mundo já viu que não têm nada a ver com a direita – e nenhuma com a mentirosa compulsiva tão defendida nos grandes jornais?

As autoridades brasileiras deveriam conversar seriamente, com muitos prints do jornalismo, com as autoridades americanas.

Quem financia Patrícia Lélis?

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Flavio Morgenstern

Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record).

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