Censura

STF e parlamentares zombam da inteligência alheia ao propor censura no WhatsApp

Políticos zelosos e jornalistas profissionais honestíssimos, com a ajuda de páginas muito confiáveis, como o Sleep Giants Brasil, querem limitar sua liberdade de escolha restringindo o conteúdo de sites e até do WhatsApp. Tudo isso em nome da mais sólida democracia, claro

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Não precisa ir muito longe. Se você voltar no tempo, até 2012, digamos, e contar a um simples transeunte que, num futuro bem próximo, parlamentares discutiriam a criação de uma lei que proibisse a livre circulação da informação, sob o pretexto de que eles estão protegendo o cidadão contra notícias falsas, o sujeito lhe daria um catiripapo no lóbulo da orelha, te chamaria de maluco ou de fã do Lobão e seguiria intrépido seu caminho até o trabalho.  

A coisa é tão absurda que nos remete àquelas distopias famosas do Orwell e do Huxley. Batido, mas inevitável.

Mas supondo que o transeunte seja mais paciente, ao ouvir tal sandice, ele argumentaria: “Impossível!” A imprensa não vai permitir.” Ao que você retrucaria: “Pelo contrário. A mídia está ajudando a mapear quem deve ou não informar.” Nessa hora, o sujeito lhe daria um catiripapo no lóbulo da orelha, te chamaria de maluco ou de fã do Lobão e seguiria intrépido seu caminho até o trabalho.

Em A Tempestade, Shakespeare diz que somos aquela matéria de que os sonhos são feitos. É uma dádiva que o grande dramaturgo inglês não tenha conhecido nossos políticos, artistas e jornalistas de agora. Caso tivesse conhecido, provavelmente teria escrito: “Tirando os jornalistas, artistas e políticos brasileiros, somos aquela matéria de que os sonhos são feitos. Esses aí são feitos de pentelhos que caem no banho.” 

Não há o menor lampejo de boa intenção nessas medidas desesperadas por parte de quem quer monopolizar o debate. Eles estão perdendo espaço há anos e cada vez mais perderão porque são jecas, são burros e covardes. O maior expoente da récua, vejam que decadência, Felipe Neto, disse no Roda Viva que a CNN, que coloca um conservador a cada solstício, está dando palanque pra radicais.


Não se engane. Por trás do afã beato de proteger as pessoas contra as notícias falsas, da bondade desinteressada da grande mídia (a maior produtora de notícia falsa), dos nossos sanctos parlamentares e da classe artística, em nos poupar das temidas fake news, está a sanha autoritária de quem se imagina mais esclarecido que o indivíduo comum. 

Políticos e juízes entranhados no poder, artistas e estudantes histéricos e jornalistas iletrados e corruptos, formam a teia macro-idiota dos ungidos leões-de-chácara da consciência alheia. Impregnados de um bom mocismo de araque, fantasiam um mundo ideal à sua imagem e semelhança – nenhum deus ousou tanto! 

O desprezo que sentem pela liberdade dos outros é inversamente proporcional ao apego desequilibrado que sentem da própria. É coisa de gente ruim, de gente doente. Eles querem saber o que você, na sua privacidade, conversa com sua família, seus amigos, seus colegas de trabalho. Na cabeça desses esquálidos mestres na arte da dissimulação, o brasileiro é um bípede sem alma que infla ou murcha por meio da absorção de notícias do dia e que eles, os escolhidos, devem manter o ar na medida certa. 

O que querem é proibir a sua liberdade de escolha e, pior, tutelar seu discernimento, como se as pessoas fossem vítimas indefesas da tirania de um argumento. E a cólera tem um motivo claro: eles são os verdadeiros produtores de Fake News. E são ruins no que fazem. Basta lembrar o caso da Folha que fez uma reportagem às vésperas da eleição acusando Bolsonaro de impulsionar mensagens falsas pelo WhatsApp. 

Passado um tempo e com todo o mise en scène da CPMI das Fake News, o que se descobriu foi que o principal cliente da empresa de marketing digital responsável por impulsionar as mensagens era o próprio PT. Haddad foi multado por isso, inclusive. A autora da matéria mentirosa da Folha, Patrícia Campos Mello, a miss Fake News, exposta pelo depoente, recebeu toda a solidariedade da classe. Até agora não houve nenhum pedido de desculpa.

Recentemente, a mesma Patrícia Campos Mello deu outro vexame ao acusar o portal Terça Livre de receber dinheiro do governo por meio de patrocínios na sua página. O que a senhora Patrícia não pesquisou é que se tratava de AdSense. Vera Magalhães é outra que faz lobby pela classe e mesmo assim publica uma Fake News atrás da outra. Parece ser essa a única disputa de miss que Vera poderá participar.

E nem por isso pedimos que suas empresas sejam fechadas, suas páginas, censuradas, que suas vozes sejam caladas. E sabe-se de cor o mal que fizeram ao suavizar os crimes do PT, os mais hediondos contra o patrimônio público que se tem notícia na breve história do homem neste vale de lágrimas. 

Mesmo com todo o aparato financeiro e midiático, eles estão perdendo a batalha. São monitores de acampamento querendo determinar o que deve ou não acontecer na floresta. Não vão muito longe.

deepforest


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