Uma dúvida

Vera Magalhães sugere que embaixada da China tenha acesso a reunião sigilosa do governo

A jornalista que mais se afunda no vórtice anti-Bolsonaro sugere a idéia de um crime de Estado, entregando segredos de governo a um país totalitário que mata jornalistas dissidentes... como Vera

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É consabido que Vera Magalhães faz de tudo para virar um meme, dizendo as coisas mais estapafúrdias do planeta apenas para se afundar no maelstrom anti-Bolsonaro, sem nunca dizer um A contra os desmandos de João Doria. Mas dessa vez a jornalista passou de todos os limites não só da decência, mas mesmo do risco de Estado.

A jornalista tresloucadamente (queremos dizer, tresloucadamente até mesmo para os padrões Vera Magalhães™) fez um “questionamento”: se as embaixadas do país totalitário China (que mata jornalistas às mancheias) e do Paraguai não podem requisitar ao STF acesso às partes suprimidas do vídeo da reunião de Bolsonaro nas quais o presidente faz referência a estes países.

Curiosamente, a “supressão” da degravação nem sequer esconde direito o nome dos países (com referências como “CH___”). Já não bastasse a reunião sigilosa de Estado ter sido vazada (o que, confessamos, nós adoramos).

Entregar segredos de Estado a um inimigo é considerado pena de morte em praticamente todos os países do mundo. É o enredo de 90% dos filmes de espionagem. Vera Magalhães só precisou mesmo de um uniforme da KGB.

Felizmente para Vera, o formato da sugestão, como se fosse só “uma dúvida”, o fato de o Brasil não estar em guerra e não ter a China como inimigo declarado e, sobretudo, o fato de ninguém levar Vera Magalhães a sério fazem com que ninguém trate a sugestão da jornalista como algo além de (mais) uma prova de completa ausência de inteligência na datilógrafa preferida do país (antes que alguma agência de analfabetismo totalitário diga que não foi uma sugestão, imagine a “pergunta”: “A embaixada americana não pode mandar uns drones para vigiar o que diz a seita anti-bolsonarista em privado?”).

Talvez possamos já dar o prêmio a Vera Magalhães de “pergunta” mais estúpida da história do Brasil. E olha que a concorrência é desumana.

As respostas foram óbvias.

Tivéssemos instituições sérias – destas que inspiram respeito só de serem citadas, ao invés de só aparecerem pedindo respeito – haveria moções de repúdio à jornalista, sobretudo no âmbito jurídico, indagando como alguém capaz de pensar em entregar segredos de Estado para um país totalitário, onde jornalistas dissidentes do governo desaparecerem misteriosamente, seja capaz de ter até emprego em uma entidade pública – como o mais novo emprego de Vera Magalhães, sendo âncora do Roda Viva na gestão João Doria.

Imagine agora a Embaixada Brasileira pedindo degravação de reuniões sigilosas do Partido Comunista Chinês com Xi Jiping comentando sobre o Brasil e Bolsonaro… ou… bem, esqueçamos. Parece que Vera Magalhães, a liberal, nunca nem pensaria em prejudicar o PCC.


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