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A incrível e bela história do escritor Whittaker Chambers, espião soviético que aprendeu sobre a beleza da vida na América. Por Mateus de Castro

Whittaker Chambers foi um escritor americano, famoso por seus artigos nas revistas Time e National Review. O mais importante fato da sua vida pública é que durante um tempo ele foi um espião soviético atuante no governo do Democrata Harry Truman.

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Quando sua esposa engravidou, os comunistas mandaram que ele levasse sua esposa para abortar a criança. Os comunistas não toleravam que seus adeptos tivessem muitos filhos, ou mesmo apenas um sem passar pelo consentimento do partido. Chambers, que vinha lendo secretamente a Bíblia, se recusou a assassinar o filho e se converteu ao cristianismo. Ele sabia que poderia acabar morto, e que seria perseguido e difamado, mas fez o que tinha que fazer.

O que se seguiu foi outro ato de bravura. Chambers denunciou a rede de traidores americanos no governo Truman, da qual ele fez parte, e que trabalhavam no governo para espionar para os soviéticos. O principal deles era exatamente o ‘menino dos olhos’ de Truman, Alger Hiss. Hiss havia participado da “Conferência de Yalta”, e da composição do rascunho americano da “Declaração Sobre a Europa Libertada”. Declaração essa que já na época havia sido considerada fraca, dando muito espaço para a União Soviética.

Hiss era tão importante no governo Truman que teve carta branca para planejar e liderar os esforços pela criação da ONU. Depois de estabelecida, Hiss foi secretário americano na organização globalista que ajudou a criar.

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Quando Chambers denunciou Hiss, todo o establishment ficou violentamente contra o denunciante, se recusando a acreditar. O próprio presidente Truman perdeu a compostura e acusou Chambers de ser uma fraude. Durante o julgamento, o escritor apresentou provas irrefutáveis da traição de Hiss e outros como espiões soviéticos. Com a diferença que Hiss era, de longe, o espião comunista com o mais alto cargo na história; um homem que havia sido crucial para a política Democrata. Crucial, também, para que a URSS ganhasse amplo espaço na Europa depois da Segunda Guerra; recebesse farto material secreto diretamente do governo americano; e pela criação da ONU, a mesma que de vez em quando teve um carniceiro como o Kadafi como membro de alguma secretaria dos direitos humanos…

Whittaker Chambers ajudou a derrubar uma das principais redes de espionagem da história mundial. Ele fez isso porque viu na principal causa Democrata, o aborto, o pior dos males. Em sua biografia, ele disse que o nascimento de seu filho, o mesmo que os comunistas exigiram que ele matasse, foi nada menos que uma Graça de Deus na vida de sua família. Infelizmente, nem com todo exemplo do mundo os liberais diminuíram seu fervor assassino. O aborto é hoje tratado pelos liberais como era na URSS: uma necessidade. As desculpas são diferentes, mas a causa demoníaca é a mesma. A ironia não deixa de ser tão incrível como é macabra.

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Quem acredita que o aborto, uma causa eugenista abraçada pelos piores carniceiros e inimigos da liberdade da história, é um sinal de libertação ou evolução do pensamento, está lendo a história através dos livros errados!

Do jeito que as coisas estão indo entre os povos livres do mundo moderno, Sodoma e Gomorra logo parecerão um playground de beatas. Que Deus possa iluminar os corações como fez com Whittaker Chambers.

            Em Cristo, entregue à proteção da Virgem Maria,

            um Papista

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  • Pobretano

    se os Cristãos/conservadores pensam

    Apenas para te manter a par: não são apenas cristãos, mas pessoas de diversas crenças, e até mesmo ateus secularistas, são contrários ao aborto irrestrito. Don Marquis por exemplo tem um bom artigo sobre a imoralidade do aborto.

    E também, não são raros os progressistas/esquerdistas igualmente contrários ao aborto. Para citar o Partido Democrata, um terço de seus correligionários é pro-life, e há estados americanos que simplesmente não elegem políticos pró-aborto, seja de que lado do espectro político eles estejam.
    Diga-se de passagem, considero que ser pró-vida é muito mais coerente para um esquerdista do que para um libertário ou mesmo um direitista.

  • Marcos Martins

    Só para complementar: a não punição do aborto em caso de estupro não a torna uma conduta moral, mesmo no plano penal. Ela ainda é ilícita, mas devido às circunstâncias se deixa de punir. Isso jamais foi um direito, e sim uma concessão. Esse papinho de direito a abortar veio junto com o movimento abortista.

  • João Marcos

    A Igreja Católica, preservando o ensino de 2 mil anos, considera o aborto moralmente mau em qualquer situação (a partir do parágrafo 2270 do Catecismo).

    No documento “The Ethical and Religious Directives for Catholic Health Facilities”[1], da Conferência dos Bispos americanos, a questão do que é moralmente correto fazer em caso de estupro é bem explicada:

    A mulher vítima de estupro tem todo o direito de EVITAR A CONCEPÇÃO (fecundação do óvulo). Isso não contraria o ensino católico sobre contraceptivos (Humanae Vitae), uma vez que a contracepção é imoral quando há relação sexual consensual. No entanto, em caso de estupro, se ocorreu concepção a mulher não pode abortar o embrião.

    Além do mais, estudos mostram que a chance de gravidez causada por estupro é tão baixa quanto o sexo consensual, entre 3-7% [2]. Entre as americanas que buscam aborto, apenas 01% citaram o estupro como motivo [3].

    Enfim, aborto e estupro não são temas fáceis, mas a criança não deve pagar pelo crime alheio.

    Fontes:
    [1] bit.ly/1SZ3gZK
    [2] Holmes, Melisa M.; Resnick, Heidi S.; Kilpatrick, Dean G.; Best, Connie L. (1996). “Rape-related pregnancy: Estimates and descriptive characteristics from a national sample of women”. American Journal of Obstetrics and Gynecology. 175 (2): 320–4; discussion 324–5. PMID 8765248. doi:10.1016/S0002-9378(96)70141-2.
    [3] bit.ly/2ktJNWm (ver pg. 113)

  • Carlos Magno Dias Ferreira

    Uma mulher estuprada, pode imediatamente recorrer à anticoncepção de emergência. Também pode escolher criar o filho, ou tê-lo e doá-lo, ou tê-lo e amá-lo. Gestações provenientes de estupros, não correspondem a um número expressivo dentre as que pretendem abortar.
    De todas as estupradas, quantas de fato ficam grávidas?
    Das que ficam, quantas não tem um abortamento espontâneo natural? Quantas correm o risco de acabar amando o ser gestado? Dos que são abortados, quantos são potenciais vencedores do prêmio Nobel de medicina e fisiologia (ou literatura, ou qualquer outra coisa)

    Não precisa ser cristão ou ter qualquer outro posicionamento político, para defender a vida de um inocente.

    Até por uma questão fisiológica, as gestantes que fruto de estupros, correm um grande risco de amarem suas crias. Do contrário, cada filho fruto de pai canalha, sempre seria odiado pela mãe.

  • Fabio MS

    É sempre bom aprender com no senso incomum. Nunca tinha ouvido falar desse Chambers. Gostei demais do artigo!

  • A.P

    1 – Não precisa ser cristão/conservador para ter noção de que o aborto é um crime em qualquer ocasião, basta ser racional.

    2 – Batalhar para criminalizar o aborto em caso de estupro também? Bom, aqui no Brasil esses tipos de caso também são crimes. O que existe é uma ESCUSA ABSOLUTÓRIA. Logo isso que você falou não faz o menor sentido.

    É como o Ben Shapiro bem explica nesse vídeo(https://www.youtube.com/watch?v=NbXC30Zea18), os abortistas usam a exceção para justificar todos os outros abortos. Estatisticamente o número de abortos por causa de estupro são minúsculos. Ora, façamos um acordo como ele falou: todos os abortos serão crimes, exceto em caso de estupro. Eles vão aceitar? Não. Afinal, se fosse assim, não existiria toda uma militância/indústria global a favor disso.

  • Não falo pelos conservadores, pois estes nem sempre são coerentes, mas cristãos não admitem aborto em nenhuma circunstância.

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