Escape to SP

O Brasil Pós-Corona

“A liberdade nunca está a mais de uma geração da extinção. Nós não passamos a liberdade para nossos filhos na corrente sanguínea. Devemos lutar por ela, protegê-la e entregá-la para que façam o mesmo.” Ronald Reagan

Publicidade

O ano é 2022. As eleições presidenciais estão prestes a acontecer e Bolsonaro continua como favorito. No entanto, o STF e o TSE continuam impedindo qualquer tipo de ferramenta que torne as urnas eletrônicas auditáveis. Após quatro anos tentando derrubar o presidente de maneira inconstitucional e ditatorial, a fraude nas urnas é a sua última e desesperada chance, tanto para tirar o presidente quanto para manter os aliados do status quo, como o governador de São Paulo João Dória, que estendeu o lockdown até a reeleição, garantida pelo TSE amigo.

No coração financeiro da América Latina, o comércio deixou de existir. As lojas paulistanas estão com as portas lacradas e cimentadas há anos. São Paulo é uma cidade fantasma habitada por mendigos e viciados. Quem ainda tem algum dinheiro ou renda para comprar comida utiliza-se dos cada vez mais escassos e caros sistemas de delivery ou grandes redes de supermercados. Os pequenos varejistas faliram há tempos. O desemprego bateu todos os recordes históricos jamais vistos. Milhares de pessoas passam fome nas ruas. A cidade que nunca dorme, agora agoniza.

O PCC governa os bairros de periferia. A grande maioria dos pobres que outrora viviam honesta e dignamente longe da bandidagem, acabaram por render-se ao crime organizado, seja pelas migalhas em forma de ajuda financeira ou pelo disputado trabalho nas bocas de fumo. É isso ou morrer de fome. Nos demais estados a situação é a mesma. De norte a sul do país, as facções criminosas ditam as leis e espalham o terror. Pessoas em desespero, que não se renderam ao poderio do tráfico, saqueiam supermercados para alimentarem seus filhos.

Como em uma profecia autorrealizável, a esquerda venceu. Agora os cidadãos tornam-se bandidos de fato, pois não têm realmente oportunidades. Presos perigosos e chefes de facção foram soltos, pois políticos de esquerda afirmam que devemos prezar os direitos dos presidiários. Maria do Rosário venceu.

Há uma epidemia de suicídios de pessoas desesperadas ao ver seus queridos morrendo de fome e tendo seus bens confiscados por falta de pagamento. O metrô de São Paulo, decorado por Dória com máscaras de proteção contra o COVID, não tem dado conta do número de cidadãos se jogando diariamente nos trilhos. Os suicídios, os mortos de fome e as vítimas da violência estão sendo contabilizados como “mortes por COVID”. Os velórios duram apenas alguns minutos com os caixões lacrados. As famílias são impedidas de acompanhar os funerais.

O IPVA dobrou de valor numa canetada. As multas para quem sair sem máscara são insustentáveis, chegando a R$ 276.000, podendo ser punido com prisão. O estado precisa arrecadar e, como o ICMS praticamente já não existe porque o comércio todo faliu, a compensação é necessária.

As pessoas não podem tirar o carro da garagem. O rodízio emergencial decretado por Bruno Covas tornou-se permanente e foi adotado por outros municípios. O povo aceitou, como aceitou a CPMF “temporária” decretada por FHC que durou mais de dez anos. O secretário da saúde afirma que o pico da epidemia ainda está por vir. Os altos impostos, multas e rodízios draconianos acabaram com o comércio de veículos. Quem tem um carro não pode usar e não consegue vender. Veículos abandonados brotam pelas ruas das cidades e transformam-se em abrigos para a crescente multidão de moradores de rua. É comum os ex-proprietários destes veículos estarem mortos.

As fábricas de automóveis fechadas são testemunhas: Marilena Chauí venceu e finalmente conseguiu exterminar a classe média. Mas Greta Thunberg, em visita ao Brasil, parte de sua agressiva campanha contra Bolsonaro, comemorou que a poluição diminuiu. Sua foto sorrindo ao lado de Dória, fazendo o símbolo “desacelera” com as mãos, seu novo lema de campanha, foi capa de todos os jornais. Greta venceu.

As compras superfaturadas e sem licitação de aparelhos hospitalares chineses por prefeitos e governadores continuam a todo o vapor. Afinal, afirmam eles, “o vírus mortal está aí”. Os pedidos de impeachment dos governadores ditadores foram todos arquivados, com o aval do STF. Não há outra instância a se recorrer. Tentativas de protestos são violentamente reprimidas sob o pretexto de manter a ordem social e proteger a saúde da população. Professores universitários, protegidos em seus apartamentos nos bairros nobres, celebram a vitória da esquerda: agora o Estado resolverá enfim todos os problemas.

Ainda assim, algumas coisas não pararam. Os bailes funk e o tráfico de drogas, por exemplo. Com o apoio financeiro de organizações globalistas, Anitta e outros funkeiros fazem lives diárias. Nas periferias das cidades, os pancadões lotados varam as madrugadas. A esquerda apóia os pancadões como legítimas manifestações culturais populares, afirmando que “o povo precisa de cultura”.

A lei determina que não poderá haver qualquer tipo de manifestação de afeto próximo, como beijos em público, ou cumprimentos com abraços ou apertos de mão. É crime passível de multa. Porém, nos bailes funk, menores continuam a fazer sexo com dezenas de parceiros e sem proteção numa mesma noite. Não há mais o medo da gravidez, depois que o aborto foi liberado e vem sendo mesmo estimulado na sociedade pois, segundo afirmaram os especialistas, as crianças são “receptáculos de COVID”. Mais uma vez, a esquerda venceu.

O confinamento gerou problemas psicológicos para milhares de pessoas. Os casos de depressão e ansiedade explodiram, assim como o uso de remédios tarja-preta e drogas alucinógenas. As pessoas fingem que são livres e está tudo bem, mantendo-se dopadas 24 horas por dia. Na prática, as drogas foram liberadas. A esquerda venceu.

Os idosos são as maiores vítimas. Muitos apanham nas ruas por furarem o lockdown. Alguns chegaram a ser presos, denunciados para a polícia pelo vizinho que tem “consciência social”. As igrejas, a única interação social fora do ambiente familiar que possuem, seguem fechadas desde 2020. As recomendações da ONU, seguidas à risca pelos governadores, dizem que nem sob proteção de máscaras ou higienização os velhinhos devem ser visitados. Avós foram separados de seus netinhos à força. Condenados à solidão eterna e propensos à depressão profunda, retirado todo o sentido existencial de suas vidas, aos velhinhos resta apenas a agonizante espera da morte. A esquerda venceu: as “tias do zap” finalmente foram controladas.

Lula está livre e isento de culpa. Todos os inquéritos de condenação dele foram anulados pelo STF. Bolsonaro é considerado, por liberais e esquerdistas, culpado de tudo. Culpado por proteger o PSDB na Lava Jato, por indicar favoritos do advogado do PCC, Alexandre de Moraes, para a diretoria da PF, culpado pelo corona, culpado por desejar que a PF investigasse quem mandou matá-lo, culpado por não saber até hoje quem pagou para o porteiro do seu condomínio mentir tentando incriminá-lo, culpado por tentar combater a epidemia com hidroxicloroquina com eficácia científica comprovada, enfim, culpado por todos os males do mundo. A esquerda venceu de novo. Bolsonaro continua sendo acusado de ditador, nazista, fascista, aliado do centrão, de querer interferir na PF e de estar fazendo a velha política.

Tudo isso parece uma distopia, não fosse exatamente o que está acontecendo nesse momento no nosso país. E não é por causa do vírus, o vírus é apenas a desculpa viável que os aproveitadores encontraram – ou criaram.

Se é isso que você deseja para 2022, continue firme na sua quarentena, obedecendo bovinamente os prefeitos e governadores ditadores, siga as ordens criadas para “te proteger” do COVID e que não têm comprovação científica alguma, denuncie seu vizinho que furou o lockdown, espanque as pessoas no ônibus que estão sem máscara, aplauda a polícia e fiscais lacrando estabelecimentos comerciais, seja um cidadão decente e responsável. Sucumba sem questionamento ao pânico e à ditadura invisível que está sendo instaurada dia após dia, crente que está preservando sua vida e abra mão da sua liberdade pela proteção do Estado. Seja um cordeiro obediente aos políticos que estão usando o vírus como desculpa para implementar a tão sonhada ditadura socialista.

Ou então, seja um irresponsável e desobediente mandando às favas a máscara, a quarentena, todo esse terrorismo manipulativo e acredite que a hidroxicloroquina funciona e que o lockdown não adianta nada, baseando-se nas pesquisas científicas feitas por pessoas sérias que comprovam isso, mas que ninguém quer dar crédito pois nem a Globo e nem o Atila Tamarindo endossaram. Não sucumba ao pânico e volte a viver sua vida. Aja como um louco exercendo sua liberdade de ir e vir, saia para trabalhar, visite a família, abrace quem você ama e mantenha a lucidez de quem sabe que para morrer basta estar vivo, que doenças existem desde que o mundo é mundo, que as fatalidades não são exclusividade do COVID e que apesar de tudo isso você só vai a hora que Deus quiser te levar, independentemente de qualquer perigo que possa existir por aí.

A escolha é sua.

“Aqueles que renunciam à liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança.” (Benjamin Franklin)

revolts


Guten Morgen Go – Primeira Guerra Mundial já está no ar!! Conheça o conflito que moldou o mundo problemático em que vivemos em go.sensoincomum.org!

Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos!

Conheça a Livraria Senso Incomum e fique inteligente como nós.

Vista-se com estilo e perca amigos com a loja do Senso Incomum na Vista Direita

Publicidade
Sem mais artigos