Estadodemocráticodedireito

O STF precisa urgentemente prender 57,8 milhões de pessoas

Identificamos todos os membros do gabinete do ódio. É uma rede articulada em grupos de WhatsApp para espalhar fake news e discurso de ódio

Há uma denúncia clara contra pelo menos 57,8 milhões de pessoas no Brasil: elas são uma milícia. Elas espalham fake news. Elas xingam autoridades, incorrendo em crimes violentíssimos como chamar ministros da Suprema Corte de “bobos”, o que é injúria (art. 140 do Código Penal, pena de detenção de um a seis meses, e multa) ou dizem que têm vergonha do STF, o que é difamação (art. 139 do Código Penal, pena de detenção de três meses a um ano, e multa). Elas até mesmo praticam um crime lesa-pátria: elas discordam do STF. Os danos à democracia podem ser irreparáveis.

São 57,8 milhões de membros com crachá do gabinete do ódio. Como foi descrito pela mídia, eles fazem ataques a autoridades, como nazistamente chamar o ministro Alexandre de Moraes de “careca tirano”. Alexandre de Moraes, que não é careca, democraticamente evitou a tirania mandando a Polícia Federal bater na casa de cada um e confiscar celulares, computadores e tablets para descobrir democraticamente como alguém pode, afinal, fazer tão grave ataque ao ministro Alexandre de Moraes.

Além de tudo, estes 57,8 milhões de pessoas ameaçando a democracia dia e noite comunicam-se pelo WhatsApp. É mais do que urgente, para restaurar a liberdade democrática, a segurança do país frente a uma milícia perigosa, que dissemina ódio, acabar imediatamente com a possibilidade de pessoas conversarem sem auditoria de autoridades democráticas, como o ministro Alexandre de Moraes. Foi nosso grande defensor quem escreveu, democraticamente:

Essas tratativas ocorreriam em grupos fechados no aplicativo de mensagens whatsapp, permitido somente a seus integrantes. O acesso a essas informações é de vital importância para as investigações, notadamente para identificar, de maneira precisa, qual o alcance da atuação desses empresários nessa intrincada estrutura de disseminação de notícias fraudulentas.

Precisamos, para restaurar a separação entre Poderes, acabar com a comunicação em grupos fechados, com acesso nazista somente a seus integrantes. É de vital importância para a democracia que autoridades e políticos identifiquem essa intrincada estrutura de intimidação, e nem é preciso que os ministros democráticos apontem a que “notícias fraudulentas” fazem referência – menos ainda precisam apontar em que ponto da Constituição (ou mesmo do Código Penal) supostas “notícias fraudulentas” são crimes, ainda mais um ministro que cuida de salvaguardar justamente a Constituição.

São pessoas que fazem ataques, que querem até mesmo a troca de ministros do STF via impeachment, um mecanismo consabidamente nazista. Ainda por cima, pedem abertamente a ruptura entre os três Poderes, ao sugerir a hashtag #ImpeachmentGilmarMendes em novembro passado, o que, historicamente, marcou o fim da democracia no Brasil.

Alguns destes 57,8 milhões de milicianos chegaram até mesmo ao perigosíssimo expediente de criar a hashtag #STFVergonhaNacional, algo que, nitidamente, coloca o Estadodemocráticodedireito em risco, aumentando a escalada autoritária do Brasil, como diz o grande democrata João Doria, que está aumentando a liberdade do Brasil e afastando o risco de ditadura confinando as pessoas à força em casa, e prendendo os bolsonaristas que ameacem sair de casa para trabalhar e ter o que comer.

Como a democracia pode sobreviver a hashtags? É o aumento da escalada do autoritarismo no Brasil. Tem que prender todos os 57,8 milhões de hashtagueiros.

São 57,8 milhões de pessoas que até costumam sair à rua – e você sabe quem também saía à rua, não é? Farão aglomerações. O melhor é confinar estes 57,8 milhões de ameaçadores à democracia confinados em cadeias, para que democraticamente só saiam nas ruas os apoiadores do STF – só os democratas. Assim, não teremos mais ataques e discurso de ódio de “bolsonaristas fascistóides”, como a eles se referiu democraticamente o ministro Celso de Mello, sem nenhum pingo de ódio e de difamação. Na cadeia, estes 57,8 milhões não farão aglomeração – e, se fizerem, morrerão só os que fascistamente desobedecem à OMS.

Nossa democracia é o nosso bem mais precioso, e ela só existe se ninguém nunca ousar discordar do STF, nem praticar ataques a políticos do Legislativo, ou mais especificamente à base de Rodrigo Maia (os outros são “bolsonaristas”, estes precisam ser fuzilados).

Mais importante ainda que combater discurso de ódio combinado em grupos de WhatsApp pela milícia, claro, é garantir que o presidente seja sempre tratado como nazista, machista, homofóbico, ditador, miliciano e outros termos. Para garantir a nossa liberdade democrática, conquistada com tanto esmero. Enquanto punimos a nova formação da Juventude Hitlerista, a Tia do Zap. Que espalha fake news a mando do gabinete do ódio.

Como a democracia pode sobreviver às nossas tias no Zap?

Para evitar obscurantismo, devemos sobretudo fuzilar a bancada evangélica e os zé-cruzadinhas templários Deus vult da internet, para garantir a democracia. Ao invés do slogan deste presidente “que não está à altura do cargo”, como disse Celso de Mello, devemos colocar “Supremo Tribunal Federal acima de tudo, Estadodemocráticodedireito acima de todos”.

É urgente que o STF prenda estes 57,8 milhões de nazistas que ameaçam a democracia para que ninguém mais faça ataques às instituições democráticas. Ninguém, numa democracia séria, pode usar liberdade de expressão para discordar, o que é ódio feito por uma rede de disseminação de fake news. Sobretudo aquilo que um político considere mentira. A democracia só sobreviverá com a criação do Ministério da Verdade. Políticos é que devem definir o que é verdade, e a Suprema Corte, para garantir a democracia, deve prender todos aqueles que não os tratem como as encarnações divinas que são.


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