Livro é cultura

Amor, estranho amor: Xuxa lançará livros infantis LGBTQOIAPOQUECHUI+2²£

Depois dos grandes sucessos "Sons de Foca segundo Karl Marx", de Nelipe Feto, "Meu QI no seu Coronga", de Átila Tamarindo, "Tudo que é Sólido eu Ponho pra Dentro", de Anitta, livros de Xuxa prometem chacoalhar a filosofia ocidental e até o Projac

Deu na Isto é. Logo, não podemos afirmar com certeza se é verdade ou não. Ao que parece, Maria da Graça Xuxa Meneghel vai lançar livros infantis sobre LGBTYUSISROXETTE&*-4. A eterna rainha dos baixinhos quer ensinar as crianças sobre o amor, estranho amor. 

Tomando a notícia como verdadeira, a simples inclusão do objeto direto “livros” já é espantosa, quase uma fenda na relação espaço-tempo. Qualquer ser com um mínimo de equilíbrio emocional e motor só pode pensar em Xuxa lançando mais um disco para ser tocado ao contrário, ou lançando as cartinhas enviadas à Rua Saturnino de Brito, 74 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro/RJ CEP 22470 – ao ar. Mas livros? No plural? O mundo virou mesmo um motor de Marea.

E tem mais! Lançará livros infantis (Deus tenha piedade de nossas crianças). A coisa piora ainda mais (é o preâmbulo da vinda do capeta mesmo): Xuxa vai lançar livros infantis com a temática LGBTYU+VOUDETAXI².

Como uma boa representante da classe artística tupiniquim, versada nas artes do ressentimento e da presunção, Xuxa, há tempos, tenta impor suas deformidades existenciais aos baixinhos e baixinhas de todo o Brasil. É ela a mentora da tal “lei da palmada”, que visa, em tese, punir agressões físicas contra crianças, mas que na prática é uma invasão do Estado na educação familiar.

É bom deixar claro que qualquer agressão covarde contra um menor deve ser punida de forma rigorosa. Mas a lei brasileira já possui seus dispositivos para tais casos. 

É claro que o jornalismo profissional, que leva Felipe Neto e Anita a sério, está em polvorosa, descabelando-se de ansiedade, pelo lançamento de histórias profundíssimas, como a da menina arco-íris que tem duas mães. É quase uma Montanha Mágica para aqueles que ainda não desenvolveram uma conexão entre o garfo e a faca.

A sanha dos progressistas em querer sexualizar as crianças não tem limites. O tema da pedofilia voltou à baila com o caso de PC Siqueira e a tentativa de tornar essa perversão natural vem ganhando espaço na imprensa. Xuxa quer impedir uma criança de levar um palmada enquanto faz de tudo para que ela vire um protótipo mirim de perversões sexuais de toda espécie, tal qual a própria Xuxa, imagina-se, é.

Xuxa, que constrangia a criançada no extinto Clube da Criança, que se enroscava na alcova com jovens adolescentes, como no filme Amor Estranho Amor, é um caso raro de virgindade tardia. Aquela pureza que nasce da necessidade. No caso da nossa heroína, da necessidade de se encher os bolsos de dinheiro. O ganho da virgindade parece ter feito bem aos cofres da imaculada. 

Já o jornalismo profissional segue sua estranha sina de elevar qualquer lunático ao patamar de um sábio. Basta uma visita a qualquer redação de jornal para concluir que elas em nada se diferenciam dos manicômios das décadas passadas. Parece que as políticas antimanicomiais, ao invés de extinguir os loucos, tão somente os realocaram às redações, às universidades e às novelas da Globo. Parece que nos coretos das praças restam alguns também.

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