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Travesti Linn da Quebrada (sic) diz que já “segurou muito xixi” por “transfobia”

A triste vida do funkeiro trans que não pode usar sua trosoba no banheiro feminino

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Linn da Quebrada, Bial, travesti

Pra qualquer brasileiro de classe média, banheiros públicos sempre revelaram uma crise de higiene. Quem já não não se sentiu apertado num daqueles banheiros químicos? Sem esquecer os sanitários das escolas públicas – uma pequena demonstração de filmes de terror. Quem não lembra das histórias de banheiros nas nossas universidades federais que aludem aos tempos imemoriais de Sodoma e Gomorra ou emularam festas ao deus Baco?

Sem esquecer de citar os banheiros dos botequins mais fuleiros de qualquer região boêmia desse pais. Quem se arrisca a um mero xixi, depois de beber incansavelmente, sente a sensação de perigo e risco à própria saúde. Independente do nível de embriaguez, o ébrio tomará os devidos cuidados para não tocar em nada para evitar uma doença do local.

Por vezes surgem especialistas de toalet afirmando que banheiros femininos são mais imundos do que os masculinos. Dado que jamais verificaria empiricamente, pois não sento para aliviar meu rim.

Alguns shopping são raras exceções na categoria dos banheiros brasileiros – têm música, luz adequada, ambiente perfumado, torneira automática e distancia certa para homens usarem o urinol sem o risco de um curioso tentar verificar a anatomia do seu corpo. Nos femininos tem quase tudo isso e outros artifícios, dizem.

Mas o que importa? Nenhum ser humano que paga boletos no final do mês precisa refletir sobre a epistemologia do banheiro e na metafísica do lavabo para ir a um local que se espera sair rapidamente, sobretudo se for público.

Não é o caso de Linn da Quebrada, artista e funkeiro travesti, que transformou banheiros em causa política. Linn enxerga o toalet como lugar de opressão, dominação patriarcal ocidental e “instrumentos de normalização de gênero“.

Em uma entrevista ao programa Conversa com Bial, o inconformado artista revelou seu sofrimento por não conseguir usar sua trosoba no banheiro feminino: “não queria que ir ao banheiro fazer xixi fosse uma luta, mas eu não me sentia confortável no banheiro masculino e no banheiro feminino também tinham as vigilantes de gênero“.

Pela visto, Linn irá insistir em usar o banheiro como motor para a luta de classes e gêneros. Sob os holofotes da rede Globo, “já segurei meu xixi” se tornará o novo lema dos revolucionários de privadas.


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Oliver

Oliver é dropista, podcaster e palestrante. Twitter: @Oliver_talk

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