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Portaria ministerial

Médico que fez aborto em menina de dez anos é contra notificação compulsória de estupro

Enquanto feministas comemoram aborto como "vitória" contra estupro, obstetra critica portaria que obriga profissionais da saúde a notificarem a polícia ao atender vítimas

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Olimpio Barbosa Moraes Filho, médico que realizou aborto na menina de dez anos estuprada pelo tio

“Isto é contra o código de ética médica, é contra o humanismo.” A frase de efeito foi dita pelo médico obstetra Olímpio Barbosa Moraes Filho em entrevista ao portal Metrópoles, ao comentar sobre a portaria do Ministério da Saúde que tornou compulsória a notificação de estupro a autoridades policiais quando houver atendimento a vítimas deste crime.

Moraes Filho foi o médico que realizou o aborto de um bebê de 6 meses na garota de 10 anos que vinha sendo estuprada pelo tio há 4 anos e acabou por engravidar. Engrossando o coro dos progressistas, o médico afirma que a portaria “é coisa de mentes de pessoas doentes e maldosas que fazem a mulher sofrer” – sem explicar, no entanto, de que forma a investigação e o combate ao estupro faria “a mulher sofrer.”

O único argumento que poderia ser levado em consideração, ele dá em seguida: “Primeiro, o nosso código de ética médica aponta que temos que manter o sigilo. Não se pode quebrar o sigilo sem a vontade da pessoa.” Sua justificativa no entanto, demonstra que o doutor esqueceu de ler a portaria que critica. No 6o parágrafo, o texto menciona a “garantia do sigilo que assegure sua privacidade [da vítima] quanto aos dados confidenciais envolvidos, passíveis de compartilhamento em caso de de requisição judicial” [grifo nosso].

Quem também se opõe ao texto do Ministério da Saúde são os partidos de oposição. Cinco deles (PT, Psol, PSB, PCdoB e PDT) já acionaram o STF questionando as novas regras.

Estupro é um crime hediondo, que não deveria ser pauta de debate, mas sim de combate. O esquerdismo, no entanto, usa esse crime como arma de imposição da pauta abortista. Feministas radicais afirmam que todo homem é um estuprador em potencial, colocando no mesmo patamar o sujeito que chama alguém de “gostosa” e o criminoso que comete uma das piores violências contra a mulher. Lembremos os casos de denunciação caluniosa contra homens comprovadamente inocentes denunciados por mulheres que, por capricho ou ideologia, mentiram para as autoridades sobre um crime que nunca aconteceu, minando a credibilidade das reais vítimas.


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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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