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Ursinhos rancorosos

Homicidas fofinhos: esquerda leite ninho lança hashtag “facada mal dada do c****”

Adolescentes chorões e cinquentões solitários estão no Twitter dizendo que a facada em Bolsonaro foi mal dada porque o presidente não quer comprar a vacina chinesa contra a gripe chinesa. Se as mães souberem colocam todo mundo de castigo

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esquerdachorona

Na eterna luta entre o óbvio e a mentalidade de esquerda, sempre quem padece é o ser humano real. Vauvenargues já dizia: “A desculpa habitual dos que causam a desgraça dos outros é que querem o seu bem”. Não é preciso ser um moralista francês para perceber que é justamente naquele que se diz possuidor dos sentimentos mais nobres que se escondem os sentimentos mais mesquinhos.

Essa turminha convencida de sua própria bondade está no Twitter com a tag: “facada mal dada do c***”. O motivo mais que nobre é Bolsonaro, Biroliro, ou somente Bozo. Ao sobreviver a uma facada e vencer as eleições presidenciais, o homem desencadeou uma onda de amor incondicional nas redes sociais. O magnânimo ódio do bem tornou-se um padrão entre aqueles que acham que democracia é a eleição em looping eterno do PT.

Conheça a verdade: obedeça aos seus donos. Clique antes que te prendam.

Se a tag fosse uma menção contra os genocídios de esquerda, o Twitter prontamente a baniria; afinal, é discurso de ódio chamar o assassino fdp Che Guevara de assassino fdp. A geração Stalin pijama de flanela, que tem ódio profundo de tudo o que vai contra as suas percepções infantilóides e tacanhas, quer neutralizar os discursos divergentes porque não toleram a dinâmica indomável da realidade. 

Mas a rapaziada “sou a favor da ciência”, mas não sabe citar o nome de um único estudo científico, muito menos sabe dizer como uma pesquisa científica acontece, está fula da vida porque o presidente não vai comprar da comunista China a vacina chinesa feita às pressas contra a gripe chinesa. 

Dizem: “Noffa!  Bolsonaro elogia o Coronel Brilhante Ustra e condena a ditadura chinesa, que hipócrita!”. Como se um único sujeito cujos crimes não foram comprovados tem o mesmo peso de uma ditadura que matou, pegando leve, umas 60 milhões de pessoas. Não é a toa que dependam de um Felipe Neto para lhes dar direção.

Enquanto isso, as agências ultra esquerdistas de “fact-checking” que lutam contra a disseminação do ódio na internet estão em peso preocupadas com o Zé Hilário, padeiro em Vitória da Conquista, porque ele disse no seu Twitter que existe cristofobia.

Deveríamos lançar a tag “Pré primário mal feito do c***”. É a resposta mais contundente contra a criançada que ainda não aprendeu a utilizar aquilo que – já faz alguns milênios – se convencionou chamar de raciocínio.

Ao falar sobre a filosofia de Nietzsche (o poeta louco ícone da adolescência tardia), Roger Kimball diz: “É um ideal que subordina a moralidade ao poder de transformar a vida num espetáculo estético. Ele promete  liberdade e a exaltação. Mas, como assinala Novalis, é em verdade o feito supremo de do bárbaro”. É a descrição exata dessa juventude que não tem idade para terminar. 


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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