Digite para buscar

Controle de narrativa

Democratas exigem censura contra suposta “desinformação” nas redes sociais

Mike Doyle e outros democratas forçam "medidas agressivas" contra o que radicais de esquerda consideram "desinformação e extremismo" com base no subjetivo "discurso de ódio"

Compartilhar
Democratas exigem censura contra suposta "desinformação" nas redes sociais

A gana dos esquerdistas por regulamentações não tem limites.

No último dia 25 de março, em uma audiência no Congresso americano com os CEOs do Facebook, Google e Twitter, parlamentares do Partido Democrata pressionaram as Big Techs para intensificar a censura online.

Caso contrário, terão que enfrentar as regulamentações propostas pelo Comitê de Energia e Comércio da Câmara, liderada pelos democratas.

Os legisladores alegam que as plataformas estão repletas de “desinformação e extremismo” que precisam ser eliminados.

“Nossa nação está se afogando em desinformações impulsionadas pelas redes sociais”, disse o deputado Mike Doyle (D-Pa.), Presidente do Subcomitê de Comunicações e Tecnologia da Câmara e organizador da audiência.

“A meu ver, cada uma de suas plataformas tem duas faces”, disse Doyle em seu discurso de abertura. “O Facebook [por vezes parece] estar ao lado daqueles que todos os dias fazem discursos de supremacia branca.”

“O YouTube é um lugar onde alguns internautas compartilham vídeos peculiares, mas, na mesma rede, outros compartilham seus discursos antivacina, negação do COVID e teorias da conspiração.

“O Twitter dá a possibilidade de você interagir com amigos e celebridades, mas também permite negadores do Holocausto, terroristas e coisas piores.”

Doyle disse ainda que os conteúdos de desinformação relacionados à última eleição e sobre o COVID foram vistos bilhões de vezes nos últimos meses:

“Vocês podem remover esse conteúdo, podem reduzir a visão, podem consertar isso, mas optam por não fazê-lo.”

O congressista até reconheceu que as plataformas já tomam medidas para suprimir alguns conteúdos, mas ele e seus colegas de partido querem mais.

“As empresas agora devem se preparar para a regulamentação”, disse o deputado Frank Pallone (D-NJ), presidente do Comitê de Energia e Comércio da Câmara, em sua declaração de abertura.

“Agora está dolorosamente claro que nem o mercado, nem a pressão pública forçarão essas empresas de mídia social a tomarem as medidas agressivas que precisam para eliminar a desinformação e o extremismo de suas plataformas”, disse ele.

“Portanto, é hora de o Congresso e este comitê legislar e realinhar os incentivos dessas empresas para lidar efetivamente com a desinformação e o extremismo”, concluiu.

Evidentemente Pallone não deixa claro o que ele qualifica como desinformação e extremismo (antifas? BLM?).

A parlamentar Jan Schakowsky (D-Ill.), Presidente do Subcomitê de Proteção ao Consumidor e Comércio da Câmara, teve uma opinião semelhante:

“A regulamentação que buscamos não deve tentar limitar a liberdade de expressão protegida constitucionalmente, mas deve responsabilizar as plataformas quando são usadas para incitar a violência e o ódio – ou como no caso da pandemia COVID – espalhar desinformação que custa milhares de vidas.”

Schakowsky, sem levar em conta opiniões divergentes, também não esclareceu o que seria discurso de ódio e desinformação.

De acordo com Nadine Strossen, professora de direito e ex-presidente da American Civil Liberties Union, “as plataformas já proíbem o ‘discurso de ódio’, que é um padrão subjetivo impossível de se aplicar com justiça.”

Para o bem da liberdade de expressão, a Constituição dos EUA protege até mesmo o discurso mais ofensivo e controverso de qualquer repressão do governo. E só permite a regulamentação da expressão sob circunstâncias muito limitadas e restritas, para tristeza de alguns parlamentares democratas.

Com informações de Epoch Times Brasil


Seja membro da Brasil Paralelo por apenas R$ 10 por mês e tenha acesso a horas de conteúdo sobre liberdade de expressão!

Entenda o pensamento do maior psicólogo da atualidade: Jordan Peterson – Entre a Ordem e o Caos!

Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos!

Conheça a Livraria Senso Incomum e fique inteligente como nós

Assuntos:
Luigi Marnoto

Luigi Marnoto é cozinheiro e só não foi guia de cego e bombeiro. Atualmente escreve no Senso em troca de uns caraminguas. É pai e avô quase exemplar e campeão de porrinha.

  • 1