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Desconfiança generalizada

Oficiais chineses evitaram ser vacinados alegando “questões de saúde”

Documentos vazados do PCCh, maior escândalo omitido pela mídia, revelam que alto comando chinês recusou-se a tomar a vacina chinesa - vendida por Doria como "100% eficaz"

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Oficiais chineses evitaram ser vacinados alegando "questões de saúde"

São duas as armas que o Partido Comunista Chinês (PCCh) vem utilizando para vacinar a população chinesa: propaganda e coerção. Mas, ainda assim, dezenas de funcionários do governo vem “saindo pela tangente” e alegando motivos de saúde para não tomar as vacinas produzidas na China.

Reportagem da versão americana do portal Epoch Times – baseada em documentos vazados do PCCh – mostra como os oficiais chineses vêm se esquivando de tomar as vacinas produzidas pela farmacêutica Sinovac (a mesma importada pelo governo de São Paulo) e pela estatal Sinopharm.

“Em Xintai, cidade do centro da província, apenas cinco dos 66 funcionários foram vacinados (…). Cinquenta oficiais do governo e funcionários do escritório judicial local e autoridades policiais deram razões como doença subjacente, alergia, gravidez, cirurgia recente ou um resfriado, de acordo com registros de 29 de março”, diz trecho da reportagem.

Até pressão alta e diabetes – comorbidades altamente vulneráveis à peste chinesa – foram usados como desculpas para não tomar a vacina.

Segundo o Epoch Times, “no condado de Tai’an, apenas quatro pessoas, dentre 56 membros, do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano-Rural consentiram em ser vacinadas, com três pessoas se desculpando por ‘problemas de saúde’. No comitê de assuntos políticos e jurídicos do condado, órgão do PCCh de supervisão do sistema judicial, uma pessoa mencionou dor de dente. No centro de serviço fiscal de Tai’an, alguns disseram que estão tomando remédios ou têm doenças não especificadas.”

A China tem promovido suas vacinas em casa e no exterior, enviando doses grátis para 69 países e comemorando um recorde de 100 milhões de injeções administradas em todo o país até o final de março.

No entanto, este recorde exigiu a mobilização de quadros do partido comunista em todo o país. Em alguns casos, funcionários vão de porta em porta vacinar os residentes e até ameaçam colocar os que não cooperam em uma lista negra.

Ainda assim, cidadãos chineses e funcionários do partido e do governo ainda mostram dúvidas sobre a qualidade da vacina.

Diz trecho da reportagem do ET:

“Não sabemos nada sobre esta vacina”, disse um cidadão do continente de sobrenome Li ao NTD de língua chinesa, afiliada do Epoch Times. “Não há dados de ensaio de terceiro estágio nem análises sobre se ele pode produzir anticorpos, se ainda podemos ser infectados ou infectar outras pessoas. Não sabemos nada.”

Nenhuma das empresas tornou públicos seus dados clínicos, embora a Organização Mundial da Saúde tenha garantido que os níveis de eficácia estão acima de 50 por cento – o limite mínimo para o uso público de uma vacina.


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Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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