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Países que usaram a Coronavac aumentaram os casos após uso da “vachina”

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Um estranho fenômeno acontece em países que utilizaram a vacina chinesa Coronavac – o imunizante escolhido por João Doria para ser produzido pelo Instituto Butantã: estes locais viram os casos de peste chinesa aumentar significativamente após a imunização em massa dos seus cidadãos.

O portal Epoch Times se debruçou nos números e revelou o fenômeno em uma longa reportagem.

O Reino Unido foi o primeiro país a iniciar a vacinação contra o vírus chinês, aprovando o uso da vacina BioNTech em dezembro, antes de introduzir a vacina AstraZeneca em janeiro deste ano. O surto diminuiu gradualmente após 9 de janeiro.

O Reino Unido registrou 4.715 casos em 27 de março, uma queda significativa em relação aos 6.187 casos do dia anterior. Nos Estados Unidos e em Israel, onde a vacina BioNTech também foi escolhida como vacina principal, a epidemia também diminuiu significativamente após a vacinação.

No entanto, o número de casos confirmados aumentou no Chile, Turquia e Paquistão, que optaram por receber a vacina da farmacêutica chinesa Sinovac.

“O Chile administrou quase 9 milhões de doses da Sinovac em fevereiro, com uma média de 47 doses por 100 pessoas, tornando-o o país com a maior taxa de vacinação da América do Sul. No entanto, o número de resultados de testes positivos registrados no Chile aumentou em vez de cair, e uma nova alta de 7.626 casos foi registrada em um único dia em 26 de março”, diz o Epoch Times.

“A Turquia começou a administrar vacinas Sinovac em meados de janeiro e pelo menos oito milhões de pessoas foram injetadas com a vacina, representando mais de 10% da população. Mas o número de casos também aumentou no final de fevereiro, com 37.303 novos casos registrados em 30 de março, o número mais alto em um único dia desde o início do surto em 11 de março do ano passado.”

O Paquistão, que está usando a vacina chinesa desde o início de fevereiro, está passando por uma terceira onda da pandemia, com a taxa de positividade nacional subindo para 11%, o nível mais alto desde o surto. Mais de 20 cidades foram “fechadas” devido à gravidade do surto.

Em abril, o chefe do Centro de Controle e Proteção de Doenças da China, George Gao, chegou a admitir que a eficácia das vacinas chinesas era muito baixa e que o país estudava aumentar o número de doses ou até misturar outras vacinas para melhorar a taxa de imunização.

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Com informações de Epoch Times


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Assuntos:
Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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