fbpx

Digite para buscar

Vacinas experimentais

Inventor da tecnologia mRNA: vacina causa acúmulo em “altas concentrações” nos ovários de nanopartículas lipídicas

Dr. Robert Malone, próprio criador da tecnologia da vacina por mRNA, afirmou que não é possível descartar risco de linfomas, ao contrário do divulgado. Ao menos 3 anos de pesquisa seriam necessários

Compartilhar
Inventor da tecnologia mRNA: vacina causa acúmulo em "altas concentrações" nos ovários de nanopartículas lipídicas

O criador da tecnologia da vacina de RNA mensageiro (mRNA), Robert Malone (foto, à esq.), afirmou, em entrevista ao podcast Dark Horse*, que nanopartículas lipídicas da vacina da peste chinesa não se concentram apenas na área do corpo onde foi aplicada, mas se espalham e se acumulam em órgãos e tecidos.

As nanopartículas lipídicas são as “embalagens” do mRNA. O mRNA leva uma “mensagem” que induz à produção da proteína pico – ou proteína spike – do Covid-19. Ao produzir a proteína pico do Covid-19 no corpo, o sistema imunológico entra em ação e produz os anticorpos necessários para o combate ao vírus.

Em uma conversa de três horas com o apresentador Bret Weinstein (foto, ao centro) – que é PhD em biólogia evolucionária – Malone falou sobre as preocupações com a segurança das vacinas da Pfizer e da Moderna após um estudo japonês identificar altas concentrações de nanopartículas lipídicas em órgãos como baço, medula óssea, fígado, glândulas supra-renais e – em concentrações bastante altas – nos ovários.

Malone disse que era necessário monitorar o aparecimento de leucemia e linfomas em pessoas vacinadas por conta das concentrações das nanopartículas na medula óssea e nos linfonodos. Segundo o criador da tecnologia de mRNA, esses problemas podem aparecer entre seis meses a três ou nove anos.

Normalmente, sinais como este são captados em estudos com animais e ensaios clínicos de longo prazo, mas isto não aconteceu com as vacinas mRNA, disse Malone.

Malone também sugeriu que a livre circulação da proteína pico pode trazer doenças auto-imunes mas que, para identificá-los seria necessário um período de acompanhamento de 2 a 3 anos em pacientes da fase 3. Este monitoramento não aconteceu com as vacinas Pfizer e Moderna.

A Pfizer e a Moderna também não realizaram estudos adequados com animais, disse Weinstein. Os modelos animais nos dariam sinais de alerta sobre o que precisamos acompanhar em humanos.

*Nota do editor: o vídeo com a entrevista foi removido por “violar as diretrizes da comunidade YouTube”

Com informações de Children’s Health Defender


Seja membro da Brasil Paralelo por apenas R$ 10 por mês e tenha acesso a horas de conteúdo sobre liberdade de expressão!

Conheça a Livraria Senso Incomum e fique inteligente como nós

Vista-se com estilo e perca amigos com a loja do Senso Incomum na Panela Store

Faça seu currículo com a CVpraVC e obtenha bônus exclusivos!

Assuntos:
Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

  • 1