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Ativismo

PT entra no STF contra decreto de SC que proíbe linguagem de gênero

Partide quer impor a fórceps delírie lingüístique da militâncie LGBT contre o machisme da língüe portuguese. "Gente doente" pode ser considerado neutro?

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PT entra no STF contra decreto de SC que proíbe linguagem de gênero

O Partido dos Trabalhadores (PT) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra um decreto assinado pelo governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), que proíbe o uso de linguagem neutra em instituições públicas e privadas de ensino e bancas examinadoras de concursos públicos do estado, informa o jornal Gazeta do Povo.

Segundo o PT, o decreto “viola os direitos à igualdade, à não discriminação, o princípio da dignidade da pessoa humana e o direito à educação.” Para o partido, o fato de o gênero neutro no português ser o masculino é “um dos símbolos do machismo socialmente enraizado.”

Diz a Gazeta do Povo:

“O partido apóia seus argumentos em alguns documentos internacionais que só servem como recomendações, e que não são de aplicação obrigatória pelas nações – entre eles, os Princípios de Yogyakarta, um conjunto de teses publicado por acadêmicos e ativistas em 2007 para orientar leis sobre questões sexuais e de gênero.”

Mas o jornal lembra que “a própria Organização das Nações Unidas (ONU) nunca deu seu aval ao conteúdo desse documento, e ele está longe de desfrutar de consenso no cenário global.”

A relatoria da ADI está nas mãos do ministro Kassio Nunes Marques.

Com informações de Gazeta do Povo


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Assuntos:
Leonardo Trielli

Leonardo Trielli não é escritor, não é palestrante, não é intelectual. Também não é bombeiro, nem frentista, não é formado em economia e nem ciências políticas. Nunca trabalhou como mecânico e nem bilheteiro de circo. Twitter: @leotrielli

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