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Você sairia na mão com a Tiffany?

Você saca como eu saco?

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A pergunta é simples, fácil, objetiva. Antes de longas justificativas, precisa de um simples “Sim” ou “Não”. Você cairia na porrada com “a” Tiffany, se precisasse? Não importa o motivo. Ninguém gosta de briga e nem a defendemos. Mas, caso rolasse uma briga – digamos, se você tomasse uma cortada violenta, ou se rolasse um stress típico no vestiário de uma competição. Você sairia na mão com “a jogadora” de vôlei?

“Nascida” Rodrigo Pereira de Abreu, foi uma mera vírgula qualquer na história do vôlei brasileiro. “A jogadora” então resolveu virar artificialmente “Tiffany”. Como explica Ana Paula, a mais idolatrada jogadora de vôlei da história brasileira, hoje em dia nem é mais preciso fazer a cirurgia para mudança de sexo: basta baixar o nível de testosterona e voilà, um homem já está “apta” a jogar como transexual com mulheres.

Tiffany tem 1,91 m. Como “mulher” XY, tem o “melhor” desempenho entre as jogadoras: saques violentíssimos, cortadas fulminantes, uma explosão corporal de causar inveja.

Dentre meus amigos homens, é difícil imaginar que algum, se fosse sair no murro com “ela”, ou até tirar um singelo braço-de-ferro, iria ganhar.

Homens transexuais que “viraram mulheres” andam espancando mulheres até no MMA, deixando-as em coma, e “ganhando cinturões e medalhas” que, oh, não podemos falar que não merecem, pois senão somos nazistas, alt-right, preconceituosos, intolerantes, sem amor e, como disse o Fefito, seguindo uma “biologia preconceituosa criada pela Igreja Católica” (fato: até Mendel era um monge).

Se eu fosse sair na mão com “a” Tiffany, tenho certeza de que provavelmente terminaria em coma. E não sou pequeno. Imagino uma mulher. E olha que jogadoras de vôlei são mesmo altas.

Tiffany é um “homem biológico”. Como precisamos falar esquisito hoje em dia. É como falar que uma árvore é um “vegetal biológico”. É que se dissermos que Tiffany se chama Rodrigo, seremos processados. Ou, pior ainda, pode ser que Tiffany queira nos quebrar na porrada. Temos muito medo.

Não sei quanto a você, mas eu não sairia no fight com “a” Tiffany. Se ela quiser minha vaga no estacionamento, é “dela”. Até pergunto se “ela” quer um suco.

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