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The Lancet revisa estudo que acabou com pesquisa de hidroxicloroquina pela OMS

O time do vírus que espalhou fake news e desinformação pela grande mídia, pode ter causado milhões de mortos pela falta de hidroxicloroquina. Vai ter punição?

O estudo da revista Lancet foi o motivo pelo qual a OMS havia suspendido os estudos sobre hidroxicloroquina contra o coronavírus.

Os próprios autores do artigo removeram o estudo da revista 13 dias depois de publicá-lo por não conseguirem comprovar a veracidade de suas informações, informou o Estadão na última quarta-feira, 3.

O estudo, alegaram os autores, foi feito a partir de um banco de dados com mais de 96 mil pacientes de uma pequena empresa americana chamada Surgisphere Corporation.

O jornal britânico The Guardian apurou que a empresa tinha em sua equipe cientifica um escritor de ficção-cientifica e uma atriz pornográfica.

Outros três autores do estudo, Mandeep Mehra, Frank Ruschitza e Amit Patel, disseram que não foi possível “conduzir uma revisão independente e privada“.

“Com base nesse desenvolvimento, não podemos mais garantir a veracidade das fontes de dados primárias. Devido a esse desenvolvimento infeliz, os autores solicitam a retirada do artigo”, escreveu o trio.

A revista pediu desculpas aos seus leitores pela publicação e afirmou que “leva a sério as questões de integridade científica”.

Peter Ellis, chefe de analistas de dados da empresa de consultoria Nous Group, disse ao Guardian que “é muito provável que esse banco de dados seja uma farsa“.

 


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