O acordo

Irã faz acordo que pode dar à China maior influência militar no Oriente Médio

Após Trump isolar o Irã com sanções, país dos aiatolás cogita acordo de bilhões com os chineses em troca de petróleo e cooperação militar

O Irã é o maior financiador estatal de terrorismo do planeta, mas suas reservas monetárias foram prejudicas após uma série de sanções econômicas do governo Trump ao país do Oriente-médio.

Segundo o jornal The New York Times, o Irã encontrou a solução unindo-se com a maior potência comunista do Oriente, a China. O jornal obteve documentos mostrando que os chineses pretendem investir em torno de 400 bilhões de dólares no Irã caso a teocracia muçulmana comercialize seu petróleo com os asiáticos.

Ainda segundo o NYT, o acordo promove uma também parceria militar entre os dois países para fazer oposição aos americanos:

” [Os documentos] também descrevem o aprofundamento da cooperação militar, dando à China um potencial ponto de apoio em uma região que tem sido uma preocupação estratégica dos EUA há décadas. [Os exércitos fariam] treinamentos, pesquisas e desenvolvimentos de armas em parceria.”

Duas autoridades iranianas disseram ao Times que aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, aprova o acordo.

Um porta-voz do Departamento de Estado Americano respondeu que Trump colocará mais sanções às empresas chinesas que ajudarem o Irã:

“Ao permitir ou incentivar empresas chinesas a realizar atividades ​​com o regime iraniano, o governo chinês está minando seu próprio objetivo declarado de promover a estabilidade e a paz.”


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