Muito se fala sobre a diferença entre o "islã verdadeiro" e o terrorismo. É fato que só entendendo a religião islâmica poderemos vencê-los.

O horrendo atentado de 14 de julho mostra, mais uma vez, que a diferença fundamental entre a civilização ocidental e seu velho inimigo, o Islã, está no valor da vida humana.

Para o Ocidente, cada vida humana é – ou deveria ser – preciosa, criada à imagem e semelhança de Deus, conatural do Verbo Encarnado, dotada de direitos inalienáveis desde o princípio de sua existência. Para o Islã, a vida humana não é nada quando comparada com a grandeza absoluta de Alá. Assim, ao jogar fora a própria vida matando o maior número possível de “infiéis” o jihadista estaria somando a essa grandeza, não a negando, como para nós pareceria ser o caso.

O que percebemos como um atentado contra Deus e contra tudo o que há de mais sagrado é para o terrorista um ato de verdadeira adoração e sacrifício. Moer uma multidão com um caminhão, para ele, é como para nós dar comida a quem tem fome, água a quem tem sede e vestir quem está nu. Só que melhor ainda.

Essa visão do assassinato como algo justificante, mais que justificado, teve seu caminho interrompido pelo judaísmo sacrificial, em primeiro lugar, que proibiu o sacrifício humano (comum até então em toda parte) e sempre colocou o sacrifício animal como secundário diante do respeito ao próximo. O Antigo Testamento tem instruções para sacrifícios rituais, mas também tem inúmeras admoestações para não fazer deles, sim da justiça e da caridade, o foco principal da união com o divino.

No Novo Testamento cristão este caminho foi completado perfeitamente, com o homem-Deus fazendo-Se vítima e sacerdote: o próprio Deus entregou-Se em sacrifício de uma vez por todas, e todo sacrifício depois disso passou a ser não apenas inútil, como blasfemo. Que valor teria matar um bode ou galinha preta diante da morte do próprio Deus?!

Terrorismo em nome de AllahJá o Islã é um retorno ao paganismo mais cru, ainda que disfarçado de monoteísmo. Surgido de uma mistura de cristianismo nestoriano mal apreendido com elementos de judaísmo tribal e animismo das tribos do deserto, temperado em sua “revelação” pelos interesses imediatos do ladrão de estrada que o fundou, ele desfaz pela raiz a lenta evolução da revelação divina que formou o Ocidente. Em primeiro lugar, ele separa totalmente o Criador da Criação; enquanto para o cristão ou judeu percebe-se na Criação a mão de Quem a criou, para o muçulmano tudo é a vontade arbitrária de Alá.

O ocidental vê a água que toma cor e cheiro das sementes torradas e moídas do café e agradece a Deus por ter criado o café com tais propriedades; o islâmico agradece a Alá por ter feito com que aquele cheiro e gosto saísse naquele momento daquela mistura, pois seria igualmente aceitável e mesmo em tese previsível, para ele, que a mistura de pó de café e água se tornasse em pedra, por exemplo. Para ele não existe milagre, pois não existem regras dadas por Deus: tudo ocorre por ação direta de Alá, e tudo é milagre.

Em segundo lugar, o Islã – completando a brutal separação da Criação, inclusive dos homens, do Criador – nega qualquer valor intrínseco à vida humana. Abre-se assim novamente a porta para o sacrifício humano, que a natureza humana decaída sempre parece achar uma possibilidade interessante, mas que a cultura ocidental conseguiu praticamente eliminar, ao menos em suas formas mais evidentes.

Para o ocidental, a vida humana está acima de qualquer outra coisa: da bandeira, do altar, da casa. Em caso de incêndio, por exemplo, é evidente que é melhor que se percam as malas cheias de dinheiro para que seja salvo o bebê ou o velhinho. Isso não acontece em culturas pagãs; no confucionismo, por exemplo, o coletivo vale sempre mais que o indivíduo, inclusive quando se tem que escolher entre o bem-estar da maioria e a vida de uma minoria. No zen-budismo o apego a qualquer criatura, inclusive à própria vida, é o único pecado.

No Islã, o que está acima da vida humana é o mesmo que está acima de tudo: Alá. Os “infiéis” são “inimigos de Alá”, e por isso podem e devem ser chacinados. Morrer fazendo-o é um bônus a mais, por assegurar a perfeita e instantânea salvação.

É por isso que faz pleno sentido para a mentalidade islâmica que os terroristas tenham frequentemente cometido “pecados” contra as leis de sua religião nos dias anteriores ao atentado, ou mesmo que jamais tenham tido uma mudança de vida após aceitarem intelectualmente o Islã.

Não há, no Islã, um batismo ou confissão que pudesse fazer a pessoa ter uma segunda chance, e ao morrer seriam pesados os seus atos “bons” e “maus”, e seu destino eterno dependeria de quais preponderassem. Assim, um homossexual praticante, como o terrorista de Orlando, percebe num atentado do qual não vá sair vivo sua melhor chance: ele estaria “ajudando”, à sua macabra maneira, as suas vítimas ao impedir que elas continuassem a pecar, e seu “martírio” o faria ter a salvação garantida, coisa que não ocorreria se ele simplesmente mudasse de vida e abandonasse o “pecado”. Coisa que, evidentemente, não é fácil nem instantânea para ninguém.

O mesmo vale para bandidinhos de rua, como os atacantes do Bataclan, e para qualquer muçulmano não-praticante que tenha em um dado momento “aceitado Alá”, por assim dizer: o “martírio” é a maneira mais garantida de evitar que seus muitos “pecados” passados preponderem sobre seus atos “virtuosos” depois de uma conversão. Cada fatia de presunto e cada copo de cerveja tem que ser contrabalançado para que ele escape da punição eterna, e o jeito mais fácil de fazê-lo é pelo “martírio” num atentado.

Notem que não se trata de aceitar a morte como um mal colateral indesejado advindo de algo bom, mas de buscá-la como um bem, como o coringa que o leva para o Céu sem ter que contrabalançar aquilo tudo com anos de vida regrada.

Ora, o que é isso, se não um sacrifício humano? É a perversão e a negação do Sacrifício fundador do Ocidente, o do Cristo. Cada terrorista se percebe como seu próprio Cristo, com sua morte pelas mãos da polícia ou da própria bomba sua chave pessoal para abrir-se as portas do Céu.

Assim, o que temos pela frente é muito diferente dos inimigos que partilhem valores ocidentais básicos. É uma situação que já foi encontrada séculos atrás, com o mesmo Islã e com o zen-budismo, e reencontrada no século passado na Indochina com o confucionismo: um inimigo que não dá valor à vida, mas percebeu que o Ocidente dá.

Para um jihadista morrer é lucro, e ser preso não é tão mau assim: afinal, na cadeia ele tem bem menos chance de beber cerveja, por exemplo. O maior medo dele é a própria liberdade e sua incapacidade de lidar com ela, que o faz cometer tantos “pecados” que depois fica quase impossível contrabalançá-los com atos. A prisão é para ele, assim, libertadora, ainda que muito menos desejável que a morte.

Marilyn Manson com porcoReza a lenda que os americanos teriam conseguido diminuir tremendamente os atentados dos guerrilheiros muçulmanos nas Filipinas com um expediente simples: mergulharam, à vista dos guerrilheiros presos, a munição com que iriam fuzilá-los em sangue de porco e enrolaram os cadáveres em tripas de porco antes de enterrá-los, deixando um vivo e solto para ir contar a história aos correligionários. Faz sentido: a extrema impureza ritual do porco, para o muçulmano, faria com que sua salvação, mesmo como “mártir”, passasse a ser duvidosa.

O que não funciona nem pode funcionar é tentar assustá-los com guardas armados, que só aumentam a chance deles serem “martirizados”, que é justamente o que estão procurando ao atacar, ou ameaçar prendê-los.

O respeito verdadeiro à religião do próximo não é ir à TV mentir, com lágrimas de crocodilo nos olhos, fazendo-se de especialista em Islã e dizendo que “o verdadeiro Islã” não é isso, porque “o Islã é a religião da paz”. Respeita-se-a quando levamos a sério aquilo em que acreditam seus seguidores. E eles não acreditam que a vida humana tenha valor, e do mesmo modo consideram a liberdade humana um mal. Assim, ameaçá-los com perda de vida ou liberdade simplesmente não faz sentido. É desrespeitar a religião deles, na verdade, fazer isto.

Eles são muitos, contudo, e os explosivos que usam muitas vezes os picam demais para que se possa sempre usar as técnicas dos americanos na Filipinas, mas já seria um começo se, por exemplo, passasse a ser praxe que em caso de atentados em qualquer país ocidental os restos dos terroristas fossem enterrados dentro de potes plásticos, mergulhados em sangue de porco.

Seria também interessante se as potências ocidentais tivessem a coragem de dar um ultimato, que poderia perfeitamente ser em etapas, não só aos jihadistas como aos supostos “bons muçulmanos” e adeptos da “religião da paz” que, contudo, dão guarida aos jihadistas: no próximo atentado, mais de cem porcos de trezentos quilos ou mais serão jogados de aviões-bombardeiros sobre Medina, cobrindo a cidade inteira com sangue e pedacinhos de porco. Se não tomarem jeito, o mesmo será feito sobre Meca, mirando bem na Caaba. Tudo, claro, avisado com uma semana de antecedência para que todos os habitantes possam sair a tempo e ninguém se machuque.

Acho extremamente improvável que o jihadismo continuasse a agir da forma atual se isso fosse feito, mas sempre haveria a possibilidade de recrudescer ainda mais e ameaçar, na mesma ordem e com o mesmo aviso prévio, detonar nas cidades “santas” explosivos nucleares concebidos para destruição média e radioatividade máxima, fazendo com que pelos próximos dez mil anos qualquer um que cumpra o mandamento religioso muçulmano de ir a Meca se torne uma pessoa literalmente brilhante.

Temos que respeitar a religião deles, afinal de contas.

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Gravei em vídeo uma aula sobre a história do Islã como problema geopolítico. São duas partes, das quais a primeira segue abaixo:

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  • Alexandre Yoshihiro Gomes Arac

    Gênio uma solução atômica que [em principio] não mataria ninguém mas acabaria com a religião deles!

  • Rafael Garou

    Eu já li TODO o Corão e, sobre este texto, posso dizer: MAS QUE MONTE DE MERDA NÃO-REAPROVEITÁVEL……………………….

  • Dico Arranjos

    Desculpem, mas enquanto o chamado “Ocidente” continuar analisando o terrorismo sob sua ótica, essa guerra pode ser considerada perdida.
    Os conflitos territoriais e econômicos com o mundo muçulmano até podem ser considerados dentro da esfera geopolítica. O terrorismo islâmico NÃO!
    Essa questão é puramente religiosa.
    E não adianta tentar “problematizá-la”.

    Por esse prisma se entenderá o absurdo do problema e também que absurdo se combate com absurdo-e-meio. Terroristas islâmicos não se explodem pq “odeiam serem excluídos no país que adotaram”. Se explodem por ordem de Alá. E as ordens de Alá não têm caráter moral nem são regidos por eles como acontece com, por exemplo, Jeová, que foi confrontado por alguns de seus fiéis ainda no Antigo Testamento. Se Alá dissesse que os fiéis deveriam entrar em maternidades com machados e trucidar bebês, isso seria feito sem contestação ou remorso (na verdade haveriam comemorações) pois obedecer a Alá, e não necessariamente fazer boas ações, é o caminho para uma vida eterna no paraíso. E, obviamente, desobedecê-lo condenará ao “mármore do inferno”.

    Entender essa diferença entre o pensamento do “Ocidente” e seus declarados inimigos faz com que as propostas o artigo não sejam ridicularizadas por serem absurdas, mas sim que sejam levadas a sério justamente por isso.

    Mas, claro, acredito que o objetivo do Ramalhete não tenha sido o de sugerir que as nações façam feijoada nas suas indústrias bélicas. É apenas um chamado à compreensão do pensamento dos radicais.

  • Rodrigo

    A direita brasileira, a mais conservadora, é idealista. Ideias dispensam estudos de contexto, até por se prestarem mais a simplificações e propaganda. O resultado, combinado com má vontade e preconceito, é isso que se vê.

  • Pedro Ivo

    Eu fui ler o alcorão, só pra dar uma olhada mesmo, e bem no começo tinha “Exterminar todos os infiéis” como vai ser religião da paz?

  • Tato

    Eu li o Corão. Antes disso eu defendia os mulçumanos. Após ler o livro deles eu entendi que Maomé manda matar todo mundo que não seja mulçumano e escravizar sexualmente as mulheres destes não mulçumanos. Entendi que o Islã defende o estupro, fazendo com que um homem só possa ser julgado por este crime se houver quatro testemunhas masculinas que presenciaram a penetração. Isso é impossível, visto que o estupro é um crime que se faz em segredo. Agora me diga autor do blog, como podemos respeitar e ter tolerância com uma religião que quer nos matar e estuprar nossas mulheres? Leia O Corão irmão. É sério o que digo. O Islã é a religião do mau, infelizmente. Saiba que digo isso com pesar. O meu desejo real é que não existisse algo assim, que todas as religiões fossem irmãs. Mas não, o Islã estupra e mata em nome de um deus demoníaco. Eu preferiria morrer a viver em um mundo dominado por esta religião.

    • Acho que tu não sacou a ideia do artigo. É parta demonstrarmos a eles o mesmo respeito que eles reservam a nós. Sem reservas. E com tripas de porco de brinde.

  • Jorge O.

    A idéia de que o ocidente não estuda as origens do tema para propor uma solução factível e efetiva faz sentido. Mas a solução proposta no artigo apela a normas que hoje jamais seriam usadas por não serem comparáveis a sociedade civilizadas. A partir do momento em que se age como bárbaros, se comete barbaridades e nesse caso ainda precisaria propalar que elas são cometidas. E aqui nem vou me estender em pontos éticos ou morais, mas em eficiência mesmo. Uma propaganda eficiente traria mais resultados.

    Essa solução proposta no artigo não faria sentido nos casos dos dois últimos maníacos [1][2]. Eles não seguiam o corolário da religião, pois consumiam álcool e tinham relações homossexuais. Alguém acha que também não comeriam McBacon?

    Qual seria uma estratégia eficiente de propaganda? O corão tem passagens contraditórias e pode-se alegar qualquer coisa para defender qualquer coisa. Há uma passagem que poderia ser evocada para condenar barbaridades, é algo que diz que se apenas um inocente morrer em um ato de guerra que mate milhares, o agente do morticínio iria para o inferno. O que falta são expoentes da religião defender isso de peito aberto, há quem não o faça por indiferença, mas há quem não o faça por temer ataques de malucos. O mais importante, não há ninguém que o faça.

    Mas se não há um expoente pregando humanismo, o que fazer? Já que não há um religioso moderado de projeção internacional, caberia a serviços de inteligência fabricá-lo. Fabricar um líder religioso não é um trabalho complexo como demonstrou James Randy com seu experimento social chamado “Carlos” [3]. Quem não conhece o caso, vale a pena ler a respeito. James Randy, famoso desconstrutor de charlatães, resolveu ele próprio criar um místico charlatão para mostrar como era fácil fazê-lo utilizando-se de técnicas que aprendeu com o ofício da desmitificação. O charlatão foi um sucesso internacional em tempo recorde fazendo apresentações mundo afora, na época em que não havia internet. Esse caso é retratado na sua plenitude no ótimo documentário: “An honest liar” [4]. Se apenas um único sujeito conseguiu forjar uma estória dessas, imagine um aparato de inteligência.

    Para derrotar maníacos é preciso entender o que os motiva, e assim, entender suas fraquezas. Basta ver que as seitas religiosas dinheiristas só perdem fiéis quando um dissidente monta um novo negócio. Quem quer consumir ilusão, vai consumí-la, basta trocar a dieta por uma menos nociva. Algo análogo às esquerdas carnívora e vegetariana do “Manual do perfeito idiota latino americano”. Se os malucos querem sangue, faça-se que comam alface.

    Se não houve uma revolução teológica que domestique a barbaridade, fabricá-la seria mais simples do que domar a barbaridade no alto da selvageria.

    [1] http://www.dailymail.co.uk/news/article-3639961/Orlando-terrorist-went-gay-club-Pulse-dozen-times-got-drunk-belligerent-talked-wife-kid-massacring-49-people-there.html

    [2] https://www.thesun.co.uk/news/1460319/bastille-day-terrorist-used-dating-apps-to-meet-men-and-women-allegedly-texting-co-conspirators-for-more-weapons-on-the-night-of-the-attack/

    [3] skepdic.com/carlos.html

    [4] https://en.wikipedia.org/wiki/An_Honest_Liar

  • Matheus Ferreira Lima

    Uma ligeira crítica: vocês deveriam restringir-se a falar daquilo que estão estudando, pois é o que vocês possuem conhecimento.
    Porque vocês acabaram de colocar no mesmo saco:

    1. A completa submissão da vida humana à Alá – Islã
    2. Compaixão por todos os seres – Budismo (um ser divino decide por continuar a sofrer, encarnação após encarnação, para continuar mostrando o caminho àqueles presos aqui – é o oposto do primeiro).

    • Tato

      Cara eu li O Corão e o estudei. E você? Se leu, sabe que budistas seriam assassinados por mulçumanos e suas esposas seriam escravas sexuais deles. Então, para de defender o seu inimigo. Imagino que você seja budista. O Corão manda matar todo não mulçumano que não aceite conversão e fazer de suas viúvas escravas sexuais. Vá ler o Corão e se assombre.

      • Matheus Ferreira Lima

        Não tô defendendo o Islã. Tô pedindo para, justamente, você se ater ao que estudou: que é o Corão.

        Veja só o que você escreveu:

        “Para o ocidental, a vida humana está acima de qualquer outra coisa: da bandeira, do altar, da casa. Em caso de incêndio, por exemplo, é evidente que é melhor que se percam as malas cheias de dinheiro para que seja salvo o bebê ou o velhinho. Isso não acontece em culturas pagãs; no confucionismo, por exemplo, o coletivo vale sempre mais que o indivíduo, inclusive quando se tem que escolher entre o bem-estar da maioria e a vida de uma minoria. No zen-budismo o apego a qualquer criatura, inclusive à própria vida, é o único pecado.”

        No budismo, apego e pecado não são sinônimos. O apego é a descrição do funcionamento da mente não-desperta. Já pecado, ou carma mau, é o resultado de se infringir o Dharma. Você pode ter apegos e não gerar carma mau, que é justamente a situação de um indivíduo batalhando para se libertar do Samsara.

        Agora, o fato de que, na China, surgiu a Revolução Cultural, demonstra que o confucionismo não tem essa doutrina do coletivo superior ao indivíduo. Se fosse assim, Mao Zedong teria se apropriado dessa filosofia, em vez de matar dezenhas de milhares de chineses, para destruir o pensamento tradicional chinês – profundamente
        influenciado pelo confucionismo.

        Tô dizendo isso tudo, para te pedir que se atenha ao que você estudou. Não atrapalhe a campanha de vocês ao disseminar informação errada.

        • Tato

          Há você está falando o que o autor do artigo escreveu, certo? Não sou eu. Nesse caso, concordo contigo. O Budismo e o Confucionismo nada tem a ver com a loucura islâmica. Na verdade, creio que nós ocidentais, temos muito que aprender com essas doutrinas que pregam não só a paz dos povos, mas a paz na alma. É que tais conceitos de apego é muito difícil de entender para aqueles que não silenciam a mente de vez em quando, muitos a confundem com o pecado. A meditação e o Yoga( nem sei de que religião é) já me ajudaram bastante. Com o Yoga fiquei bom de uma gastrite bem forte e com a meditação me tornei mais disciplinado. Pelo que percebo, quando diz que devemos ser desapegados quer dizer que devemos ter domínio sobre a nossa mente, a ponto de podermos escolher o que desejamos, certo? Tipo mestre Yoda de Star Wars! Há, já que você curte meditação baixe o Insight Timer é o melhor App tanto de IOS quanto Android para o auxílio da meditação. Faço uns Pranayamas com este App muito bons. Abraço e fica na paz.

  • biarj7

    Adorei o que escreveu. Bem simples e explicativo. Só não aprendeu quem não quis. hahah

  • João Marcos

    Simplesmente SENSACIONAL a ideia de bombardear Meca e Medina com restos de porco!!!

    Eu havia pensado no seguinte: para cada cidadão morto ou ferido em atentados, uma FAMÍLIA islâmica será deportada e banida para sempre do país, não antes de ser completamente catalogada pela Interpol, FBI, NSA, MI-6 e todos os serviços de inteligência.

    Mas a ideia do porco é bem melhor.

    Falando em Islã, vocês têm sugestões de boas biografias sobre Maomé? Estou lendo aquela escrita pelo Dr. Lings, que aborda a vida de Maomé do ponto de vista do muçulmano.

  • Jarbas Paranhos

    Na Síria reduziram muito os ataques colocando mulheres na linha de frente dos exércitos, pois eles acreditam que se forem mortos por mulheres não entraram no paraíso! Quando os combatentes viam as mulheres eles debandavam!!!

  • Le Zuero

    Com a palavra, os islâmicos: hhttps://www.youtube.com/watch?v=C3mng9jaAhY

  • O verdadeiro homem-porco

    Adorei. Melhor ainda. Treinaremos todas as mulheres para serem “snipers” dos grupos anti-terror. Humilhação nível extreme…rs

    • E que em suas balas tenha sangue de porco!

  • Marcio Reaken

    Depois do infame “deturparam Marx”, agora é a vez do “deturparam o Islã”.

    • Tato

      Cara, Marx é peixe pequeno perto de Maomé.

  • Felipe Flexa

    A Autoridade Britânica na Palestina também mandava para os parentes dos terroristas palestinos os restos mortais junto com pedaços de carne de porco dentro. Em pouco tempo, os atentados ACABARAM.

  • spike06

    Dado esse raciocínio delirante, sou a favor de jogar uma bomba em Jerusalém (previamente evacuada), assim as três religiões monoteístas perderiam um motivo por que brigar. Ou então, o Ocidente poderia atacar na sexta-feira, dia sagrado para os muçulmanos, mas eles revidariam no Domingo (dia de descanso para os Católicos, da única Igreja fundada por Cristo, porque não considero outras seitas). Ora, é nessa bravata que dá meter-se a falar da religião dos outros sem estudá-las a sério, inclusive com suas ramificações e contradições. O texto foi engraçadinho, porém de pouca valia para quem se interessa em entender o problema religioso/político do contato do Islã com a sociedade secular.

    • Pobretano

      Tem outro porrilhão de textos do Morgen tratando do Islão na atual conjuntura do mundo.
      De qualquer forma, em caso de guerra a ideia de “impurificar” as armas é muito boa. Teve até uma empresa nos EUA que fez um rifle de assalto templário, com detalhes em forma de cruz e um Salmo de Guerra estampado.

      • João Marcos

        Tem uma empresa do Texas que fabrica munições com uma “carga” de carne de porco, especial para islâmicos.

        Spike, qual o problema em macular aquilo que os islâmicos têm de mais sagrado, se eles fazem o mesmo conosco?

  • Diego Borges

    A estratégia do sangue de porco me pareceu genial!

  • Dico Arranjos

    Essa coisa de “religião da paz” é uma invenção do politicamente correto.
    Essa imagem é da revista “DABIQ”, publicação oficial do Estado Islâmico.
    “O Islã é a religião da espada, não do pacifismo” https://uploads.disquscdn.com/images/32c2e9fde33fc24246c19c704757e0e6abd5fe2561a0675e6f149698c6f14b24.jpg

    • Rodrigo

      Sério que vc considera o E.I. fonte idônea nesse quesito?

      • Dico Arranjos

        Sério que vc considera o EI um grupo isolado ideologicamente dentro do Islã e que não recebe suporte material de uma ala igualmente radical, financeiro/ideológico de uma ala considerada semi-moderada, e mesmo um “silêncio permissivo” de parte da ala considerada “moderada”?

        É preciso entender um mínimo sobre as religiões (qualquer uma) pra saber por exemplo o que significa o fato do EI ser um grupo “messiânico” dentro do islamismo. Que Dabiq não é um nome escolhido a esmo: é nome da cidade onde terá inicio o apocalipse muçulmano, e que esse apocalipse é crença comum a todas as vertentes do Islã, de uma maneira ou de outra. Que mesmo sendo moderado vc facilmente seria levado pela crença de que o Estado Islâmico pode ser “A” chave do cumprimento das profecias da sua religião.

        A coisa não é simples como considerá-los apenas uma seita de destrambelhados.

  • Samia Moreira Lima

    Simplesmente FANTÁSTICO!

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