A forma como o jornalismo retratou os atentados terroristas sugere relações beirando a cumplicidade. É o que discutimos no nosso podcast.

Guten Morgen, Brasilien! O jornalismo nunca pode – e nem deve – narrar nada “imparcialmente”. Mas todos, simplesmente TODOS os órgãos de imprensa mundiais parecem “errar para o mesmo lado”. Sempre que notícias envolvendo terrorismo são dadas, o uso de eufemismos para descrever os atos terroristas é gritante, enquanto hipérboles agigantadas são usadas para falar de quem critica terroristas.

Neste episódio analisaremos algumas manchetes, no Brasil e no mundo, sobre os atentados terroristas das últimas semanas, em lugares como Munique e Ansbach na Alemanha ou em Paris, França, e discutiremos como funciona e qual o intuito de tamanha manipulação jornalística.

Afinal, por que motivo jornalistas, que já foram alvo de terroristas – basta-se pensar nos dois atentados ao jornal satírico Charlie Hebdo – defendem tanto os jihadistas islâmicos, até mesmo se recusando a dizer que são islâmicos, que são jihadistas e, claro, que são refugiados ou filhos de imigrantes de países muçulmanos?

Aproveitem e conheçam a página do Facebook Caneta Desesquerdizadora, que ganhou mais de 130 mil curtidas em menos de uma semana, apenas por mostrar a olhos vistos como são feitas as manchetes toscas e textos cheios de não-me-toques em relação aos morticínios – inclusive degolamentos – provocados pelos islâmicos jihadistas.

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E ouçam nosso episódio abaixo. A produção é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora.

Guten Morgen!

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