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A organização americana Girls Scout alerta que meninas não devem ser forçadas nem a abraços. O que diria de exposições como do peladão do MAM?

A maior organização de escoteiras americana, a Girls Scout, fez uma publicação em seu blog dizendo que as crianças, sobretudo as meninas, não devem ser forçadas a abraçar parentes adultos, mesmo ao ganhar presentes, reportou a Exame. É um alerta que muitas mães vem dando há tempos sobre beijos e abraços forçados.

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Apesar do costume tradicional para demonstrar educação, e apesar de a organização, como tudo na América, estar se tornando paciente da onda politicamente correta feminista e da verve acusatória de encontrar machismo e mesmo “estupro” em tudo, a Girls Scout tem um ponto, fundamentalmente calcado na típica psicologia cognitivo-comportamental americana: crianças ainda não desenvolveram o senso de normalidade e de consentimento. Pode ser claro para adultos, não para crianças.

Ou seja: uma menina que se vê forçada a sempre abraçar ou retribuir fisicamente a um presente, pode entender que tem obrigação de afeição física com quem quer que lhe presenteie, favorecendo o comportamento de predadores sexuais.

Embora a advertência venha em tempos turbulentos, com uma miríade de denúncias de abuso sexual na América, e criticando um típico comportamento familiar, quando pais querem ministrar educação e bons modos às suas filhas, o alerta traz um fundo de verdade sobre a forma como crianças vão notando padrões de comportamento, sem ainda terem determinado o que é plenamente aceitável e não-aceitável.

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Em tempos de Brasil, com Queermuseu e exposição do peladão do MAM, é um lembrete curioso de que a presença de crianças ali é uma facilitação clara do comportamento de pedófilos. Uma criança que veja com naturalidade – até com incentivo de uma mãe pouco versada em comportamentos de predadores sexuais – a nudez masculina, seria uma presa infinitamente mais fácil para um pedófilo do que uma menina que não é forçada a afeição física com homens mais velhos.

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O alerta, ainda que chocante e em tintas sensacionalistas, deveria ser lembrado no Brasil de Queermuseu, peladão do MAM e tanta facilitação à pedofilia.

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  • Henrique Contreras

    Flavio, sei que você tem muito trabalho coisa e tal, mas quando você vai escrever sobre a psicanalise do seculo XX? Você citou uma vez “O Livro Negro da Psicanalise” disse que psicologia não é lá essas coisas que tento alardeiam, e nunca mais tocou no assunto. Por favor, escreva alguma coisa por menor que seja e tire a essa pulga de trás da minha orelha.

    • Henrique, realmente preciso escrever sobre o assunto, mas não creio que caiba muito bem no Senso. Vamos ver se acabo publicando em outro lugar depois. Meus planos com a psicanálise não são pro curtíssimo prazo… Obrigado!

  • Obrigado, Thais! De fato, para ser Senso Incomum de fato, precisamos pegar até nossos próprios leitores de surpresa, senão, não provocamos reflexões, só criamos uma nova seita. Muito obrigado!

  • Marcio Oliveira

    Se não é contraditório, não é pensamento revolucionário.

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