Após perícia, a polícia fluminense não encontrou indícios do uso do Renault Logan no assassinato de Marielle Franco. O carro permanecerá apreendido para mais investigações.

A Polícia Civil fez perícia no Renault Logan prata apreendido em Minas Gerais, que foi suspeito ele ter sido utilizado no assassinato da vereadora do PSOL Marielle Franco. Apesar de ser do mesmo modelo e cor, a Polícia não encontrou indícios da utilização do veículo no assassinato da vereadora.

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Como a investigação está em fase inicial, o carro vai permanecer apreendido, segundo a polícia. Agora haverá uma troca de competência, da polícia civil mineira para a fluminense, que averiguou o veículo.

O dono do veículo, que tem passagens por tráfico, por enquanto não é suspeito de participação no assassinato. Tendo respondido a quatro processos por tráfico de drogas e respondendo por seus crimes em liberdade, Luciano Dias Gonçalves, de 45 anos, deu informações contraditórias sobre a origem do Renault. A Polícia ainda não encontrou provas de sua participação.

Através de imagens de segurança, além do Renault Logan, a polícia busca um GM Cobalt que pode ter sido utilizado no assassinato de Marielle e de seu motorista, Anderson Gomes, de 39 anos.

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