Em 44% dos ataques de criminosos em São Paulo, os PMs terminam mortos

A imprensa brasileira não costuma esconder a antipatia pelo trabalho das forças policiais, o que facilmente se confunde com simpatia pelos crimes por elas combatidos. Por isso impressiona que a Folha de S.Paulo tenha dedicado uma pauta a analisar 491 relatórios elaborados entre 2006 e 2013 tendo por foco ataques sofridos por membros da Polícia Militar de São Paulo.

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Do texto se conclui que 44,4% dos policias vitimados por essa situação findam mortos. E 47,5% saem feridos. Do universo analisado, apenas 40 casos, ou 8%, saem ilesos como aconteceu com a policial de Suzano que reagiu a uma tentativa de assalto numa festa de dia das mães.

Segundo a publicação, o caso da “mãe PM” não entraria exatamente na estatística por ela ter sido apenas uma vítima indireta do bandido por ela abatido. Mas talvez caiba discussão se todos na cena do crime não seriam alvos do revólver puxado pelo assaltante.

O jornal ainda destaca que, em praticamente um quarto dos crimes, o criminoso termina com a arma da vítima. E, em 4% das ocasiões, usa a arma da vítima para matá-la.

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Em um quinto das situações registradas pela Corregedoria da PM, os policiais estavam de moto.

De qualquer forma, não resta dúvidas do risco enfrentado pela policial que findaria homenageada pelo governo estadual. E fica perfeitamente compreensível a escolha dela por reagir com firmeza e urgência.

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