Fome de poder

Reformas não fazem parte de agenda para o Brasil, diz Maia

Talvez para Maia, uma agenda com preço do lado do nome ajude na "articulação"

Rodrigo Maia resolveu elevar suas funções e já fala como se estivesse em campanha para a presidência. Maia é um político experiente, sabemos o tamanho da fome que ele tem. Experiência em política nem sempre é uma coisa boa. Maia conhece os velhos caminhos do poder. E fome de poder tende a ser mais insaciável que a de frangos fritos e leite Moça.

Para Maia, o plano de governo apresentado, o pacote de reformas que passam por setores chave para que o país avance, não configuram uma agenda. Maia joga pra torcida. Quer pautar a imprensa e gerar uma crise entre o governo e o povo.

O tipo de articulação convencional, com agenda que vem com preço ao lado do nome, não parece seduzir Bolsonaro e sua equipe de governo. Ao tentar salvar a reputação do “centrão”, Maia tem criado narrativas estapafúrdias.

Se quer mesmo salvar o “bom nome” do congresso, Maia deve conduzir rapidamente a aprovação das reformas, sem o velho toma lá dá cá da política.

 

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