De uns poucos anos para cá, meio mundo virou retardado da problematização, mimimizando novos -ismos. Tem melhor saída do rir da cara de todo mundo? Ouça em nosso podcast.

Guten Morgen, Brasilien! Você também está com a sensação de que todo mundo virou retardado e só nós estamos certos? Você está certo! Todo mundo virou mongolóide mesmo. E o problema é que estão com falta de problemas. Pessoas com a vida feita, que só ficam na internet coçando e moscando o dia inteiro, inventaram de problematizar a vida. Algo pode ser mais cacete?

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Eles querem problematizar fantasias de carnaval. E problematizar a Turma da Mônica. E problematizar Friends. E problematizar cachorros que cheiram outros cachorros na rua. E problematizar mulheres bonitas (o favorito). E problematizar propagandas com coisas agradáveis. E problematizar o leite. E… peraí, o leite?! Sim, o leite.

Gente. O leite. Sério.

A teoria e prática da nova esquerda, aquela que não conseguiu nada falando de revolução operária além de uns genocidiozinhos de algumas centenas de milhões, e agora, para chamar atenção e denunciar “problemas” no capitalismo, na estrutura familiar, na normalidade da vida longe de ideologias pernósticas e burras, precisa “problematizar”. Ou seja, enxergar problemas onde não tem.

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No leite, por exemplo. No leite, meu povo. Sério.

Tudo o que é normal na vida, inócuo, inofensivo, geralmente invisível e simplesmente o obrigatório e típico da vida, agora é racismo, machismo ou homofobia. Porque se você não está arrancando os cabelos e enfiando imagens de religiões nos orifícios excretores, certamente você que é um problema, atolado de -ismos -fobias, que só se resolverá quando o comunismo finalmente for reaplicado.

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Isso, é claro, eles não problematizam. Só o leite. O leite, gente. Pô. Leite. Sério.

Será que a esquerda, depois do assassinato e totalitarismo, vai mesmo apostar com tudo na chatice?

Quanto tempo livre têm as pessoas da problematização? Onde moram (com os pais), o que fazem para viver (além de mestrado em Ciências Sociais), como se reproduzem (sozinhas, no XVideos, choramingando por ninguém querer sua companhia tão problematizadora)? É o que você descobrirá hoje, no Guten Morgen. Com participação de nosso produtor, Filipe Trielli!

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A produção é do próprio Filipe Trielli e de David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Tomem um leite e guten Morgen, Brasilien!

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