Salve-se quem puder!

As militâncias esquerdistas são fruto da guerra cultural

Descubra porque a ideologia de gênero e a destruição da família tradicional são pautas extremamente defendidas pelos movimentos militantes de esquerda

Muitos grupos de militância de esquerda acreditam que toda moral da sociedade é machista e opressora. Este discurso pronto é incoerente porque ignora as origens da moral e tenta, por vezes, reformular o seu significado.

Esses grupos que se afirmam contrários à formatação social atual se utilizam de repetições como mantras. Reproduzem frustrações singulares, não no aspecto individual, mas no aspecto social e negligenciam os porquês de toda uma sociedade funcionar da forma que opera atualmente.

A esquerda que luta tanto contra a verdade cristã, opta por amputar costumes pelo mero medo de refletir sobre a própria existência e lidar de forma madura com os problemas psíquicos individuais dos seus integrantes.

Isso se aplica as premissas da guerra cultural, que diz  que para mudar a conduta de um povo, deve-se mudar a moral desse povo. E assim, os movimentos militantes para não serem demonizados por agredir sua própria lógica de liberdade, oprimem de forma velada e sorrateira a concepção e aplicação dos valores morais.

Ouça a explicação e a análise de Sthefanny Ferrari esmiuçando esse tema, clicando acima.

Para encontrar no seu player favorito de podcast ou no Youtube, digite tudo junto: olivertalk. 

 


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