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Fantástico dá destaque à Operação da Polícia que apreendeu máscara de ursinho

Se não tivéssemos perdido nossa ordem de grandeza, estaríamos denunciando internacionalmente o que virou o Brasil, mais vergonhoso do que na Batalha das Toninhas, caçando "atos antidemocráticos" com meras camisetas, bandeiras e máscaras de ursinhos

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Máscara de ursinho

O “Fantástico”, o programa de platitudes da Rede Globo para engabelar a população inculta, deu destaque a uma ação da Polícia Civil do Distrito Federal que invadiu com helicópteros, fuzis em punho e cerca de 30 policiais uma chácara em Águas Claras (DF), na qual estariam sendo organizados os atos patrióticos que a mídia chama de “anti-democráticos” por não serem a favor dos candidatos financiadores de ditaduras dela.

A operação da Polícia Civil mirava o suposto QG dos grupos “Patriotas”, “QG Rural” e “300 do Brasil”, organizado por Sara Winter, que foi capa da revista ridícula e mentirosa “Istoé” como líder de um grupo “paramilitar”. O termo também foi usado por Andréia Martins do UOL, que consuma no título de sua parlenga que a chácara era utilizada para “treino paramilitar”.

Entretanto, como lógica não é o forte de consumidores de fake news como Rede Globo, UOL, Antagonista e quejandos, o que foi apreendido, após operação da Coordenação Especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor), da Divisão de Operações Especiais (DOE) e da Divisão de Operações Aéreas (DOA) foi bem longe de algo “paramilitar”.

Na chácara, e até a Globo mostra a foto (sem comentar o conteúdo em filigranas, por óbvio), o que foi encontrado foram:

* Bandeiras do Brasil;

* Camisas em apoio ao armamento civil e outras escritas “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”;

* Cartazes contra “a ditadura dos políticos profissionais”;

* Uma máscara de ursinho feita de cartolina;

* Uma faca sem ponta de uso rural;

* Uma caixa com 12 fogos de artifício.

UMA MÁSCARA DE URSINHO!!! E sim, ela aparece nas “imagens exclusivas” do Fantástico, bem no centro. Repetindo: Usaram um helicóptero para buscar cartazes, camisetas do Brasil e uma máscara de ursinho. É algo BEM PIOR do que a vergonha da Batalha das Toninhas do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Imagine o sentimento de vergonha de policiais honrados tendo de cumprir ordens que desmoralizam uma instituição respeitada como esta.

Simplesmente por enfiarem um adjetivo – “antidemocrático” – criado por eles próprios a manifestações dos quais discordem, a mídia cria pasto e circunstância para a desmoralização da polícia e, de lambuja, de todo o Judiciário. Na chácara, só havia dois velhinhos.

Mesmo assim, jornalistas fake news, sem compromisso com a verdade – ou mesmo com a verossimilhança! – enfiam que era uma chácara para “treino paramilitar”. Com 12 fogos de artifício (qualquer torcida organizada “Antifa” usa isso até pra cobrança de escanteio), uma faca sem ponta numa chácara e uma semi-nazista máscara de ursinho?!

Fica a sugestão para que os jornalistas não apenas sejam processados, mas que se crie via Legislativo o mecanismo de busca e apreensão deste verdadeiro “gabinete do ódio” financiado à grana alta que é a grande mídia criando narrativas caluniosas. Vale muito mais o clima de medo do que um processinho.

Os dois inquéritos do ███ que estão criando um clima de perseguição totalitária no país, mistura de O Processo com 1984, estão perdendo sua credibilidade perante a população, só sobrevivem pela linguagem marcada, macete conhecido por incipientes no jornalismo. Toda vez que Rede Globo, Folha, Antagonista et caterva de extrema esquerda citam o fato, dizem que é “antidemocrático”. Isso vai parar no Judiciário. Quando vamos ver a materialidade dos tais grupos “paramilitares” de “extrema direita”, são isso: tiozinhos patriotas com camisetas do Brasil. E descrições horrendas do câmera no Fantástico, um jornal feito por manipuladores e acreditado por mongolóides.

Tudo por um adjetivozinho que não significa nada na prática. É questão para ser abordada internacionalmente para se mostrar a que nível chegou o totalitarismo no Brasil. Para mostrar o ridículo de quem acredita que apoiadores do presidente atual querem sair matando seus inimigos a esmo nas ruas como se fossem a Waffen SS.

Um áudio circulou pelo WhatsApp de um policial envolvido na Operação reclamando do fato de não haver nada lá. Mesmo assim, a mídia insiste na tese do “anti-democrático”. A análise está no Brasil Sem Medo, mas tampouco vamos divulgar o áudio para não comprometer o policial. Vai ver eram coquetéis molotov disfarçados de camisetas de amor ao Brasil e de ursinho.

É assunto para mais do que processo. É para usar o mesmo esquema de “gabinete do ódio” que jornalistas inventaram sobre a direita contra eles. Só que, desta vez, um gabinete do ódio, que espalha fake news e desinformação com verba pública, além de perseguir inimigos, que existe de verdade. E mostrar para a população como a narrativa de que “bolsonaristas são antidemocráticos” é feita por retardados para retardados.

Perdemos qualquer noção de grandeza com tanto ridículo. Isso é fato para ser divulgado internacionalmente, para o mundo ver o que virou o Brasil dos inquéritos e da perseguição a divergentes da mídia e do establishment. É questão para investigar e punir os autores dessa Operação como só se faz em cenários de ruptura. Mas simplesmente rimos e passamos para a próxima notícia ridícula. E a mídia ainda insiste na narrativa, ursinhos à parte.


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Flavio Morgenstern

Flavio Morgenstern é escritor, analista político, palestrante e tradutor. Seu trabalho tem foco nas relações entre linguagem e poder e em construções de narrativas. É autor do livro "Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs" (ed. Record).

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