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Projeto de David Miranda quer proibir “discriminação” baseada em “identidade de gênero” em banheiros

Na prática, projeto permite que qualquer galalau freqüente banheiros com mulheres indefesas contra estupros alegando "identidade" (ou seja, vontade)

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Enquanto as eleições americanas enfrentam talvez o maior imbróglio da sua história, a esquerda brasileira segue seu padrão de transformar a vida normal num pandemônio. Com sua velha afetação de virtudes inexistentes, tratam o mundo como um cercadinho onde querem aplicar seus experimentos bizarros.

A idéia convencional de que marmanjos devam executar suas tarefas fisiológicas e manter seus jaramalhos irrequietos longe de onde as moças fazem as suas parece ao mundo esquerdista uma grossa aberração. Banheiros são opressores, claro. O deputado David Miranda (PSOL-RJ) encaminhou uma proposta para a Câmara proibindo a discriminação ao uso de banheiros públicos de acordo com a identidade de gênero.

Segundo a Agência Câmara de Notícias, o Projeto de Lei 5008/20 proíbe expressamente a discriminação baseada na orientação sexual ou identidade de gênero em banheiros, vestiários e assemelhados, nos espaços públicos, estabelecimentos comerciais e demais ambientes de trabalho.

Uma proposta mais que urgente. É claro que o tremoço que não sabe se é homem, mulher, um panda amarelo ou uma espiga de milho – embora bastasse averiguar com mais atenção o que tem no meio das pernas – tem todo o direito, quando a vontade aperta, de invadir a primeira porta do toalete e se aliviar ali mesmo. 

Não tem como dar errado. Ninguém imagina que a boa nova não fará com que tarados e suas bengalhofas irrequietas não se aproveitem da lei inclusiva para dar o famoso migué e investir contra as únicas vítimas indefesas: as mulheres. 

Nenhum pai, filho, irmão, cunhado, padrinho, amante, avô, veterano de guerra, hippie aposentado, tio do pavê, afilhado, mãe, afilhada, tia solteirona, sobrinha, avó, dona de casa, irmã e quem mais tiver o mínimo de juízo não irá se preocupar com homens dividindo o banheiro com suas entes queridas. 

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A caterva que acha que existe uma cultura do esturpro está achando a proposta inclusiva, acredita-se. Até o momento não houve nenhuma manifestação feminista contra a lei, até porque, junto com a Vera Magalhães e Miriam Leitão, não serão as vítimas dos tarados. Mas a preocupação, mais que digna é com mulheres comuns que se tornam indefesas contra possíveis estupradores.

Imagine sua esposa entrando com sua filha num banheiro de um aeroporto enquanto você despacha a bagagem. Aí o taradão, alegando ser uma pobre donzela, entra no banheiro e sabe-se lá que tipo de coisa pode acontecer. É preferível nem imaginar.

Propostas contra o bom senso e o andamento natural da vida, com todas as suas fraquezas e erros, são a especialidade de uma esquerda criminosa que só tem um único objetivo: destruir todos os valores ocidentais. E mais, escancara a sanha totalitária de quem acha que as relações humanas devem acontecer por decreto estatal. Expulsem esses pilantras da vida pública ou as consequências serão trágicas.


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Carlos de Freitas

Carlos de Freitas é o pseudônimo de Carlos de Freitas, redator e escritor (embora nunca tenha publicado uma oração coordenada assindética conclusiva). Diretor do núcleo de projetos culturais da Panela Produtora e editor do Senso Incomum. Cutuca as pessoas pelas costas e depois finge que não foi ele. Contraiu malária numa viagem que fez aos Alpes Suiços. Não fuma. Twitter: @CFreitasR

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